quinta-feira, 7 de março de 2013

Conto parte 4

- Bom eu uso fralda desde pequena porque eu nunca consegui deixar de fazer xixi na cama. E hoje em dia eu gosto, não fico sem fralda. – A Renata fala sem jeito.
- Hum interessante, então você ficou com ciúmes mesmo quando me viu de fralda também?
- Ah um pouco.
A gente fica conversando mais alguns minutos ate que a gente escuta o pai gritando procurando por mim.
- Filha onde você tá? – A gente ouve ele gritando.
- Eu to aqui no quarto da Reh conversando com ela, vem aqui também pai. – Grito em resposta.
Pai aparece na porta e se surpreende ao nos ver conversando e rindo. Ele olha a cena chega perto de nos senta na cama e fala.
- O que as duas meninas estão conversando posso saber? – O pai senta no meio de nos duas e nos puxa pra perto dele uma de cada lado.
- Nada de mais não pai estamos conversando sobre as coisas.
- É muito bom ver que vocês duas estão se dando bem, não gosto de ver as minhas meninas brigando. – Fazendo cocega em nos.
- Sabe tio eu concordo com você e sabe no que mais a gente concorda? – Ela fala piscando pra mim. – Que nos ganhamos de você nas cocegas. – E começamos a fazer cocega no meu pai.
Ficamos brincando por algum tempo ate a tia Rosa chegar.
- Bom crianças eu tenho que arrumar a Renata que já tá na hora dela dormir, e eu acho que você também precisa se arrumar pra dormir Kitty. Então filha dá boa noite pro tio e pra Kitty. – Tia fala pegando as coisas pra trocar a Renata. A Renata e a tia dão boa noite.
- Boa noite tia boa noite Reh tenha bons sonhos. Ate amanha. – Eu saio em seguida o pai sai dando boa noite pra tia Rosa e pra Renata. – Pai vou escovar os dentes que eu ainda não escovei. – Sorriu de forma travessa.
- Tá filha te espero no quarto então. Mas não demore que está tarde e ainda preciso te arrumar você pra dormir.
Vou ao banheiro escovo os dentes e fico com vontade de fazer xixi, fico um pouco lá ate conseguir fazer xixi na fralda, feito isso volto pro quarto e como sempre pai já deixou tudo arrumado caso eu precise de uma troca de fralda antes de dormir. O pai me vê e fala.
- Filha vem aqui pra eu ver se você precisa de uma fralda nova. – me puxa pra perto dele me deixando em pé e colocando o dedo na minha fralda, percebendo que estou toda molhada. – Hum acho que a bebê precisa de uma fralda limpinha e cheirosinha. Vem deita na cama e cuidado pra não bater o joelho. – Pai olha pra cômoda e vê a chupeta, ele vai lá e pega. – Você quer anjinha? – Ele mostra pra mim, eu faço que sim com a cabeça. – Aqui amor abre a boquinha. – Abro e sorriu na hora de abrir, ele coloca e sorri pra mim. – Prontinho bebê agora vamos trocar essa fraldinha pra ir nanar.
Fico deitada na cama, pai começa a tirar o short e começa a fazer cocegazinha na minha barriga. – De quem é a barriguinha que tá amostra aqui, será que esta bebezinha sente cocega na barriguinha, eu acho que sim porque tem uma neném aqui que dá dando muita risada. – começa a tirar as fitas da fralda, termina e começa a mexer no meu nariz brincando com ele. – E esse narizinho é de quem? Que narizinho lindinho a minha bebê tem, e a chupeta tá gostosinha meu amor. – Faço que sim com a cabeça. – Então tá continua chupando a chupeta bebê. – Abre a fralda e esta molhada. – Quando xixi essa lindinha fez, agora vamos pegar os lencinho e limpar bem limpinho. – Dou um pulinho porque os lenços estão frios. – Tá geladinho meu amor, daqui a pouquinho eu acabo, agora passo a pomadinha e o talquinho. – Passa com todo o cuidado. – Pronto já tá acabando e só colocar outra fralda e fechar ela. – Essa neném é muito boazinha, que linda acho que ela merece um colinho antes de nanar, o que você acha gostou da ideia, quer colinho meu amor? – Fico animada e faço que sim com a cabeça querendo que ele me pegue logo. – Nossa que euforia pra que eu te pegue logo. Pronto, pronto. – Senta e me pega no colo.
Encosto a cabeça no peito e fico segurando a manga da camiseta, ele fica balançando e cantando musiquinhas de ninar. Começo a ficar sonolenta e a fechar os olhos, mas continuo segurando a camiseta. Com o carinho acabo dormindo no colo. Então sou colocada na cama e o pai deita ao meu lado me abraçando. Na manha seguinte acordo cedo antes do meu pai, e começo a acordar ele.
- Acorda, acorda pai. – Falo chacoalhando ele. – Bom dia.
- Bom dia filha, acordou cedo. Aconteceu alguma coisa pra que você tenha acordado cedo. – Ele me da um beijo na testa.
- Não pai não aconteceu nada não só acordei cedo mesmo. – Falo sorrindo. – E te acordei porque não queria ficar acordada sozinha na cama.
- Bom já que você me acordou filha vamos ver se você precisa ser trocada, vem aqui amor.
- Pai você vai ter que me pegar, você não me pega. – Corro pelo quarto.
- Filha cuidado lembra que você se machucou correndo ontem no parque, não corre não vem aqui – Sai atrás de mim. – Quando eu te pegar vou te encher de cocega bebezinha levada. – Papai me pega e começa a fazer cocega. – Agora eu vou te verificar – Papai me verifica e descobre q eu estou molhada e fala. – Acho que tem uma bebezinha aqui toda molhadinha que fez xixi à noitinha.
- Serio papai, mas eu nem senti que eu to molhada. – Falo com cara de assustada. – Papai me pega no colo e me abraça.
- Tudo bem amor é só trocar a sua fralda e pronto, não vai demorar. – Papai me deita na cama e tira a minha fralda. – Vamos tirar essa fralda molhada e depois vamos tomar café da bem.
Pai me trocou rápido e nos descemos pro café, quando chegamos à cozinha não encontramos nem a tia Rosa e nem a Renata. Pai acha estranho então começa a olhar em volta procurando um bilhete, pra ver se elas tinha ido ao mercado. Quando a Renata aparece vinda da sala, e ainda estava de fralda então o pai pergunta.
- Bom dia Reh, onde tá a sua mãe? – Olhando pra fralda, sem fazer nenhum comentário.
- Oi tio, minha mae foi ao mercado comprar algumas coisas que estava faltando e falou que o café ta na mesa é só vocês tomarem, que daqui a pouco ela ta ai. – Renata fala com cara de chateada, pai percebendo isso chega mais perto dela e da um abraço e pergunta.
- Aconteceu alguma coisa Reh? Tá parecendo triste. – Fiquei um pouco sem graça e fui pra sala. Lá fiquei sentada por um tempo. Até o pai chegar e me ver lá olhando pras paredes.
- Filha aconteceu alguma coisa? – Pai chega no sofá e senta do meu lado. – Você tá parecendo chateada? – Me abraça. – E porque você saiu da cozinha, por acaso você ficou com ciúmes amor?
- Não é nada não pai, só to aqui olhando pra parede e esperando pra tomar café. Vamos tomar o café que eu to com fome – Falo me soltando do abraço e dizendo. – Não to com ciúmes não ta pai, eu só quis vim pra sala mesmo.
- Sei então vamos comer já que você tá com fome. – Pai fala meio desconfiado, pegando minha mão, quando ele faz isso tiro ela e falo.
- Pai não sou criança não precisa segurar minha mão só pra irmos ate a cozinha e logo ali. – Falo parecendo um pouco grossa. Percebendo isso fico sem jeito. – Desculpe pai eu não sei o que aconteceu. – Fui andando pra cozinha.
Chegamos à cozinha, sentamos e fomos tomar o café eu, pai e a Renata. Quando estávamos terminando o café tia Rosa chega com as compras, vê que estávamos terminando o café olha pra Renata e fala.
- Reh você sabe que hoje esta de castigo e não pode tirar a fralda nem pra ir ao banheiro, me entendeu? – Tia Rosa olha nos olhos da Renata com cara de brava.
- Sim mãe eu entendi. – Renata fala de cabeça baixa.
- Hum tia Rosa porque a Reh tá de castigo? – Pergunto meio sem graça e sem saber se tinha feito à coisa certa em perguntar. Nessa hora pai me fala.
- Filha isso não e coisa pra se perguntar tá bem? Isso é coisa entre sua tia e sua prima, não nos interessa estamos conversados? – Pai fala com voz seria.
- Sim pai, me desculpe por ser curiosa tia e Reh. – falo sem graça com a bronca do pai.
- Isso amor boa menina. – Pai me da um beijo na cabeça. A tia Rosa vira pra mim e fala.
- Não tem problema da Kitty saber, a Reh tá de castigo porque ela ficou debochando de você por ter q usar fralda. – Tia fala olhando pra Renata que ainda estava de cabeça baixa. – Então o que vocês vão fazer hoje?
- Eu vou levar a Kitty pra dar uma volta e se você não se importar queria levar a Reh também. – Pai fala pra tia Rosa e olha pra Renata.
- Tudo bem pode levar, mas vai ter que levar a mala de fraldas dela, e ela em hipótese alguma pode tirar a fralda. Até amanha de manha, ai ela se livra do castigo.
- Tudo bem eu levo a mala de fraldas e as coisas que precisa pra trocar a Reh, é só me dizer onde estão as coisas que eu arrumo e depois vamos passear ta bem minhas duas bebezinhas. – A Renata sorri pro pai e eu coro de vergonha. Pai vê e me da um abraço. – Não precisa ficar assim com vergonha não filhinha aqui só ta a tia Rosa eu e a Reh. – Coro mais ainda. – Cadê a bebezinha do papai ti bunitinha ta toda vermelhinha de vergonha parece uma criancinha. – aberta minhas bochechas.
- Pai para, vai lá arrumar a bolsa de fraldas da Reh pra nos irmos então. – Falo muito sem graça.
Pai e tia Rosa vão para o quarto enquanto eu e a Reh esperamos na sala. Quando tia Rosa e o pai descem, vejo uma mala rosa com desenhos infantis da minnie que parece estar cheia de coisas. Quando a Renata vê a bolsa fica com vergonha, mas o olhos dela estavam brilhando com a cena. Chegando à sala o pai segura a minha mão e a da Reh.
- Prontinho bebezinhas a malinha da Reh já ta pronta e com fraldas extras no caso de uma outra bebezinha precisar de alguma coisa. – Pai olha pra mim. – Reh peguei umas roupas pra você caso você tenha acidentizinhos e peguei umas roubas pra você também filha, caso você também tenha acidentizinhos e você não tá de fraldas como a sua prima. Então o risco de acidentes e maior, agora que esta tudo certinho vamos sair pra nos divertir. Rosa na hora do almoço nos estaremos de volta ta bem?
- Pai não vou ter acidentes ta bem? – Falo corando.
- Sim tudo bem eu espero vocês pro almoço, e bom passeio. Reh se comporte ta bem porque senão você já sabe vai ficar mais um dia de castigo e quando fica de castigo dois dias seguidos você fica sentada e olhando pra parede por 1 hora.
Saímos e fomos ao carro pai nos colocou no banco de trás dizendo que uma iria fazer companhia pra outra.
- Então minhas bebezinhas aonde nos vamos? – Pai fala entrando no carro. – Vamos decidir antes de irmos pra não sairmos sem rumo. – Nesta hora a Renata grita do meu lado toda animada.
- Tio nos podemos ir ao parque? Por favor se tiver tudo bem pra você e pra Kitty.
- Por mim tudo bem Reh se você quer tanto ir nos vamos sim – Falo sorrindo pra Reh.
- Então estamos combinados próxima parada parquinho pra que minhas bebezinhas brinquem juntas. – Pai fala animado com a ideia de nos ver brincando.
Chegamos ao parque, como estava cedo ainda não tinha nenhuma criança brincando. Fiquei aliviada assim não teria tanta vergonha em brincar se a Renata quisesse brincar. Saímos do carro e a Renata me pegou pela mão e saiu correndo em direção aos brinquedos. Ela correu em direção a gangorra.
- Meninas não corram vocês podem cair – Pai falava e ia atrás de nos pra tomar conta. Chegou perto e falou pra nos de maneira que só nos ouvíssemos mesmo não tendo ninguém no parque. – Reh quando você tiver precisando de uma troca de fralda é so falar pro titio que eu levo você no carro e te troco lá ta bem. – A Reh só balançou a cabeça fazendo sinal afirmativo. – E filha se você quiser ir ao banheiro e só me avisar que eu levo você tá bem. – Não respondo apenas coro de vergonha. – Bom vou entender isso como um sim, agora podem brincar e qualquer coisa e só me chamar. – Pai saiu e foi sentar em um banco do parque mesmo.
A Renata sentou de um lado da gangorra e falou pra eu sentar do outro lado para que a gente pudesse brincar, fiz o que ela me pediu e começamos a brincar, ficamos uns 10 minutos brincando até a Renata se cansar e falar que queria parar ela então desceu da gangorra e foi ate onde o pai estava sentado.
- Tio cansei de brincar na gangorra. – Senta ao lado do meu pai e espera eu chegar ate o banco, estava andando devagar pra não cair.
- Então do que vocês querem brincar? Ainda tá cedo pra ir pra casa. – Pai fala dando espaço pra mim sentar do outro lado dele.
- Tio você pode balançar a gente no balanço? – Renata fala se levantando e pulando de vontade de ir no balanço.
- Claro fofinha vamos lá, que eu empurro você e a Kitty. – Pai fala levantando também e a Renata corre pros balanços. – Vem filha eu te ajudo a levantar.
Pai me leva ate os balanços a Reh já esta sentada em um balanço esperando a gente, nos chegamos eu me sento e o pai começa a nos empurrar por alguns minutos até que a Renata para do nada e começa a corar. O pai vai até ela e pergunta.
- Aconteceu alguma coisa Reh? Você parou do nada? – Pai chega perto dela, ela fica mais vermelha ainda. Nessa hora o pai descobre o que estava errado. – Ele chega bem perto e fala no ouvido dela alguma coisa, e a Renata fez que sim com a cabeça. – Venha comigo Reh vamos no carro tá bem. – A Reh fez que sim com a cabeça.
O pai e a Reh saíram e foram para o carro e me deixaram sozinha no balanço, fui até o banco esperei uns minutos, quando pai e a Renata estavam voltando, a Renata estava segurando a mão do pai e vinha sorrindo e parecia muito alegre. Quando chegaram perto do banco o pai e a Reh sentaram, pai chegou perto.
- Porque vocês dois voltaram de mãos dadas? – Falo olhando pra arvore do parque.
- Ah não era nada não meu amor a Reh pediu que eu desse a mao pra ela, e eu dei peguei a mao dela e trouxe pra ca, e só. – Pai fala fazendo carinho em mim, eu desviou do carinho. – Mas filha você tá se sentindo bem parece chateada com alguma coisa. – Pai fala se encostando em mim.
- Eu to bem pai não se preocupe tá bem. – Falo me desencostando dele.
- Se você diz isso então vamos brincar a sua prima quer continuar a brincar no balanço vamos lá. – Pai fala me puxando, eu continuo sentada sem reação. – Se você não quer ir tudo bem fique aqui quando quiser ir é só ir lá e sentar no balanço que eu te empurro.
Pai vai de mãos dadas para o balanço junto com a Renata. Lá ela senta no balanço e ele fica empurrando ela, os dois parecem estar se divertindo. Me estranha vendo aquilo então paro de olhar e começo a examinar meu machucado no joelho, já estava bem melhor só estava roxo por causa da batida no chão. Estava começando a chegar crianças no parquinho fiquei aliviada de estar apenas sentada lá no banco.
Quando o parque ficou cheio de crianças o pai parou de brincar com a Renata e falou que já estava na hora de ir pra casa que já estava quase na hora do almoço, então fomos para o carro, a Renata parecia estar muito feliz por ter brincado no parquinho.
- Você se divertiu hoje Reh brincando no parquinho? – Pai fala abrindo a porta do carro pra nos entramos no banco de traz.
- Sim me diverti muito brincando hoje obrigada tio – Renata fala e entra no carro em seguida eu entro também. – Só uma pena que a Kitty não quis mais brincar. – Olha pra mim.
- É que meu joelho tava me incomodando um pouco – Falo seca. – Então preferi não ir balançar mais. – Falo olhando pra rua.
- Se seu joelho tava te incomodando meu amorzinho era só ter falado pro papai, ai papai cuidava do seu joelhinho. – Pai fala olhando pra traz. – Você ficou muito tempo sem ir ao banheiro filha não esta apertada?
- Não tou não pai pode ficar tranquilo ainda não estou com vontade de ir ao banheiro. Ate porque estamos quase chegando na casa.
- tudo bem amor já estamos chegando mesmo e depois quero conversar com você.
Chegamos a casa da tia Rosa pai saiu do carro e abriu a porta do carro pra nos ajudar a sair, a Renata saiu primeiro entrou na casa e foi correndo contar pra tia como ela tinha se divertido no parque. Quando meu pai estava me ajudando a descer do carro ele me segura pela mão e fala.
- Filha precisamos conversar sobre o que aconteceu hoje no parque. – Pai fala me pegando pela mão e me levando para as cadeiras. – Kitty você ficou com ciúmes da sua prima hoje quando me viu trazendo ela de mãos dadas? Depois que você viu a cena que ficou estranha. – Pai senta e me coloca no colo dele e se recosta comigo no colo, me segurando firme pra não escorregar e nem tentar sair do seu colo.

Conto parte 3

- Ora, ora quem voltou, já viu as coisas que seu papai comprou pra você, o que era uma bonequinha nova pra você abraçar a noite, ou uma mamadeira pra você mamar antes de nanar. – Fica fazendo como se estivesse com uma mamadeira na boca.
Pra comprovar se era verdade o que eu disse pra ele ficou escondido e estava vendo a cena pra ver como a Renata e eu conversávamos. Ele escutou as coisas que a Renata falou pra mim e ele fica esperando a minha resposta.
- Renata eu não ligo, pode falar o que você quiser, pra mim chega não vou mais ligar pra suas provocações. – Fico apenas olhando pra TV. Nem presto atenção pro que a Renata esta falando.
Como o pai já tinha visto o que queria voltou devagar pro quarto e começou a falar que já estava indo pra sala.
- Filha terminei de arrumar as coisas na nossa mala. Quer fazer alguma coisa?
- Pai quer dar uma volta no quarteirão. A Renata quer continuar assistindo desenho, eu estou meio entediada. – Falo indo pra porta.
- Tudo bem filha vamos lá dar uma volta, mas seja educada e chame sua prima pra ir junto.
- Tá bem pai, Reh você quer ir junto com a gente dar uma volta. – Falo de cara fechada.
- Não vou ficar com sua animação em me convidar acho que vou ficar aqui mesmo. – Renata fala deitando no sofá. – Bom passeio prima não se esqueça de ir ao banheiro antes de sair, vai que acontece acidentes de dia também.
- Pai vamos. – Saio sem responder.
Vamos a uma praça e lá fico olhando pros brinquedos, e vendo as crianças brincarem.
- Quer ir brincar nos brinquedos, você tá olhando muito pra eles. – Pai fala apontando pros brinquedos.
- Não pai, já passei da época de ficar fazendo isso. Só estou olhando mesmo.
- Se quiser eu te balanço não tem ninguém no balanço vai lá brincar. – Me incentivando a ir – vou comprar uma coisa pra você se você for lá brincar. – Pisca o olho.
- Que coisa feia pai logo você me chantageando, nunca pensei que fizesse uma coisa dessas. – Rio. – E qual e o presentinho que você vai me dar?
- Mais feio você menina aceitando minha chantagem, bem vou te dar uma coisa que você gosta muito e tá um ótimo dia pra tomar. – Sorri. – O que você acha que é?
- Sorveteeeeeeeee. O que estamos esperando vamos lá então tudo por um sorvete. – Puxo ele. – Só se você for comigo pai. – Puxo o braço dele.
- Tá eu te balanço.
Fomos pro balanço e o pai me balançou por algum tempo, estava divertido.
- O que esta achando bebê valeu a pena vim brincar por um sorvete. – Continua me balançando.
- Sim muito a pena pai, agora vamos tomar um sorvete já brinquei bastante, você parece cansado já não e tão novinho, como quando eu era criança. – Falo zuando o pai.
- É isso que você acha filha então vamos ver se é verdade. – Começa a me balançar com mais força e mais rápido. – Então ainda sou muito velho, você ainda acha isso bebezinha.
- Não é não pai, tá bem você me convenceu pode parar, de balançar. – Tento parar o balanço sem sucesso.
- Só paro se você falar igual você falava quando era criança ou vou continuar balançando ate a noite, e vai ficar muito tarde pra tomar sorvete. E ai vai falar?
- Pai não e legal chantagear as pessoas sabia. – Falo brava.
- Tó esperando você falar ou vai continuar ai ate a noite.
- Tá eu falo, mas não vou falar com você por um tempo estou brava com você. – Respiro fundo. – Vamos lá. Pala papai quelo dexer favorrrr.
- Filha você não vai falar mais comigo você quer um ataque de cocega no parque? Ou fala comigo ou eu vou te encher de cocega ate você falar comigo – Pai para de emburrar. Quando ele para saio correndo.
- Quero ver você me pegar já tá velho não aguenta mais correr. – Mostro a língua. – Não me pega lero lero lero.
Saio correndo e o pai corre atrás de mim e tenta me pegar, ate que eu tropeço, caio e machuco o joelho.
- Ai ai doeu pai eu raspei o joelho no chão tá doendo. – Passo a mão no joelho que esta doendo. – Pai não quero mais brincar não, vamos comprar o sorvete e ir pra casa da tia quero lavar o joelho, tá doendo um pouco.
- Tá bem amor fez dodói no joelho né, quer que papai carregue você no colo? Consegue levantar ou quer ajuda. – Pai segura a minha mão.
- Eu consigo levantar e andar só tá doendo um pouco mesmo.
- Vamos comprar o seu sorvete e ir pra casa então ai você toma banho e fica limpinha. – Mas ainda quer passar na sorveteria e tomar sorvete lá ou quer levar pra casa?
- Vamos levar assim todo mundo chupa o sorvete. Eu fico esperando aqui sentada e depois e só dar um grito que nos vamos voltar pra casa tá bem pai.
- Tudo bem vou lá correndo daqui a pouco eu volto pra te pegar princesa. – Pai vai comprar o sorvete e volta em 5 minutos. – Pronto agora vamos pra casa tá que o papai vai cuidar do seu dodói.
Fomos pra casa subi tomei banho e quando cheguei no quarto pra minha surpresa tinha uma fralda em cima da cama e o pai estava sentado na cama me esperando.
- Pai pra que essa fralda ainda não tá nem de noite ainda.
- Eu sei, mas eu acho que vou aproveitar que você já tomou banho e esta limpinha pra te colocar em uma fralda e como você esta mancando um pouco não vai precisar levantar pra ir ao banheiro e só fazer na fralda que depois o papai troca quando for necessário tá bem. Assim você não força o seu joelhinho.
- Tudo bem pai se você acha melhor assim. – Sento com dificuldade de dobrar o joelho.
- Deita que ai o papai vai colocar a fraldinha e depois vou cuidar do seu dodói. – Pai coloca a fralda com muito carinho pra não relar no meu joelho. – Tenho que tomar muito cuidado pra não fazer o dodói doer.
- Pai eu to bem só tá doendo um pouco. – Fico meu sem graça. – Pai pode me dar à chupeta, queria usar ela um pouco. – Fico com um pouco de vergonha de pedir, então fico vermelha.
- Claro amor à chupeta é sua pode usar quando quiser, vou pegar pra você amor espera um pouquinho. – Vai até a mala e pega a chupeta – Quando eu cheguei depois da compra eu fui até a cozinha e esterilizei enquanto você e a Reh estavam vendo desenhos, então pode usar a vontade. Vamos lá bebe abre a boquinha pro papai colocar a chupeta.
- Ahhh. Obigada.
Com a fralda posta, pai pegou um vidro de remédio e passou no meu joelho.
- Pode arder um pouco anjinha se doer papai vai assoprar tá bem. Ainda tá doendo muito?
- Não tá doendo mais não. Posso sentar no seu colo um pouco?  – Abra os braços.
- Sim vem cá. Opa ti bebezinha mais pesadinha que eu tenho aqui. Pronto tá confortável meu amor? – Balanço a cabeça. – Vem aqui encosta a cabecinha aqui – Me abraça e me faz encosta a cabeça no seu peito. – Meu bebê vamos pra sala senão você vai nanar e a noite não vai conseguir nanar.
- Pai antes de irmos pra sala pode colocar um short, por favor, acho que vai esconder mais a fralda.
- Tudo bem amor, vou pegar um short pra você. – O pai procura um short na mala. – Precisa ser um short que fique bem folgado, vamos ver, um shortinho de dormir é bem folgado e curto então vai caber e não vai pegar no seu joelhinho. – Continua procurando até achar um. – Esse daqui e perfeito do ursinho pooh.
- Qualquer um pai só quero que a fralda não apareça muito.
- Então esse esta bom, agora levanta os dois pezinhos pro papai colocar. – Levanto. – Agora levanta e se apoia em mim pra eu terminar de colocar. – Levanto e o pai termina de colocar o short. – Vamos pra sala vou te ajudar a descer.
- Pai eu só machuquei o joelho não quebrei a perna. – Sorriu com a chupeta na boca. – Eu consigo andar sozinha. Porque está com tanto cuidado assim pai? – Começo a andar.
- Você é minha filhinha, meu amor me preocupo com você. E se machucou por minha culpa, você estava correndo de mim quando caiu, estou me sentindo culpado. – Vai atrás de mim e me abraça, olha pro meu rosto e tira a chupeta. – Acho que você não vai querer ir de chupeta pra sala não é mesmo vou guardar pra você.
- Sim pai você tem razão não vou querer ir não. – Rio. – Mas quando ao machucado, não foi sua culpa pai, a culpa foi minha eu não vi o degrau e cai, foi apenas um descuido meu, agora vou descer na sala tá pai, e não preciso de ajuda não.
- Se é isso que você quer eu vou deixar, mas tome cuidado na hora de descer a escada. – Vou andando pra porta. – Qualquer coisa e só gritar que eu vou correndo.
Desço os degraus sem problema, apenas mancando um pouco, quando chego à sala começo a escutar as brincadeirinhas da Renata.
- Olha que bonitinha a bebê chegou e tá mancando, acho que a bebê quis andar sozinha e caiu, você chorou muito? – A Renata se senta e faz sinal pra eu sentar do lado dela. – Vem bebê senta aqui do meu lado não quero que a bebezinha caia e machuque o outro joelhinho.
Sendo no outro sofá sem falar nada, apenas fiquei olhando o meu joelho e vendo como meu machucado está, estava apenas arranhado e roxo.
- Porque você não responde o que eu perguntei? Ah eu esqueci que bebês não sabem falar. – Ela olha pra mim e percebe que estou de fralda, começa a rir. – Não acredito que você está de fralda, você realmente é uma neném. Se você quiser bebê eu vou lá na cozinha e faço uma mamadeira pra você. Você quer bebê? – Ela levanta e senta do meu lado. – Que cute cute essa neném quer vim no colo. – Começa a me zoar apertando minha bochecha e mexendo comigo.
- Para de mexer comigo Renata, não to com humor pra aguentar você, por favor, para. – Falo com cara fechada.
- E o que vai fazer? Chorar e pedir ajuda pro papai e se esconder atrás dele como uma bebê assustada? Bom bebê você já é. – Pega a minha bochecha e aperta. – Oh bebê você quer alguma coisa bebezinha? Chupeta, mamadeira, talvez trocar a fraldinha, hein?
- Me deixa em paz, por favor, eu to pedindo. – Levanto e vou do outro lado do sofá.
- Filha tá tudo bem ai quer alguma coisa? – Pai chega e senta ao meu lado.
- Tudo bem pai.
- Renata depois quero falar com você tudo bem? – Pai fala encarando ela.
- Tudo bem tio a gente conversa sim, mas aconteceu alguma coisa? – Renata pergunta olhando pra mim.
- Não é só conversar mesmo.
- Vamos jantar. – A tia Rosa nos chama.
Fomos pra mesa, enquanto eu andava o pai ficava ao meu lado, sempre com muito cuidado. A Renata fica me olhando com uma expressão estranha um misto de inveja e raiva pelo cuidado que estou recebendo, então vendo a expressão dela percebo algo.
- O que aconteceu que você esta mancando? – A tia pergunta olhando pro jeito que eu estou andando.
- Não foi nada não tia eu cai e machuquei o joelho – Rio sem graça. – Sempre fui meio desastrada, meu pai que o diga, ele trouxe ate remédio pra mim usar se eu caísse. – Olho pro pai.
- Essas coisas acontecem não se preocupe Kitty que antes de casar sara. – A tia fala e nos rimos.
- Pois é tia esse ditado eu sempre ouço desde que eu era pequena, meu pai que sempre fala isso.
- Sim vai passar muito antes dela casar sim, ela ainda é muito nova pra isso, ela ainda é minha bebê. – Me abraça.
- Nossa maninho não sabia que você era tão ciumento assim.
- Então vamos comer antes que esfrie. – A Renata fala de má vontade.
O resto da janta foi normal conversamos sobre outras coisas, porem a Renata ainda estava calada e ficava me encarando, eu ficava encarando ela pensando na possibilidade dela estar realmente com ciúmes. Terminamos a janta tomamos o sorvete e o pai chama a Renata pra conversar.
- Filha ajuda a tia que eu vou conversar com a Renata sobre alguns assuntos. – Pai fala levantando da cadeira. – Vamos conversar Reh. – Olho pra Renata. – Depois que ajudar a tia Rosa pode ir assistir TV e depois se sua fralda estiver molhada eu troco antes de dormir tá bem, Combinado?
- Sim pai entendi. – Viro pra tia e pergunto. – Tia o que a senhora quer q eu faça?
Enquanto converso com a tia e ajudo ela. O pai e a Renata saíram da cozinha. Fiquei curiosa pra saber o que eles estavam conversando. Terminei de ajudar a tia e fui pra sala assistir TV e não demorou muito pra que o pai chegasse à sala.
- Oi filha o que você ta assistindo ai? – Pai fala sentando no sofá.
- Nada de mais não tem nada de interessante. – Falo mudando de canal. – Hum pai o que você conversou com a Reh? – Falo encarando o pai.
- Nada de mais não. – Pai disfarça olha pro relógio. – Já tá ficando tarde tá na hora de escovar seus dentes que eu vou lá em cima daqui a pouco. Verificar sua fralda e ver se você precisa ser trocada beleza. – Faço que sim com a cabeça.
Achei estranho a Renata não descer depois da conversa com meu pai e achei melhor ir ver se ela estava bem, fui ate o quarto dela e abri a porta.
- Reh vim ver se você esta bem? – Na hora que eu abri a porta ela estava em pé na estante pegando uma fralda. Na hora que ela me viu ela para o que está fazendo. – Você também usa fralda, e porque você ficou zoando esse tempo todo?  - Falo olhando assustado pra ela.
- O que você tá fazendo no meu quarto sai daqui agora. – Ela fala apontando pra mim.
- Eu só quis ver se você estava bem porque depois da conversa você não desceu mais, fiquei preocupada com você e vim ver como estava. Mas acho que você esta ocupada com algumas coisas.
- Bom eu estou bem, você não tá brava comigo deu ficar te zoando? – Ela fala mudando o tom de voz.
- No começo eu fiquei muito brava, mas agora não ligo mais não, ate porque eu acho que você só estava fazendo essas coisas porque tava com ciúmes do jeito que meu pai me trata. – Falo sentando na cama. – Posso sentar aqui?
- Pode sim, por favor, me diga seu pai mandou você vim aqui? – Ela fala se sentando ao meu lado.
- Não ele me mandou ir no banheiro escovar os dentes pra ver se depois eu preciso de uma troca antes de dormir. – Nos rimos. – Então daqui a pouco ele vai gritar me procurando.
- É melhor você ir então lá escovar os dentes, não quero que seu pai fique bravo com você.
- Tudo bem ele vai gostar da gente tá se conversando. Se ele me chamar eu falo pra ele vim aqui participar da conversa. Mas me diz porque você usa fralda? Você também molha a cama?

Conto parte 2


- Bom dia amor, vamos tirar essa fraldinha pelo vista está muito molhadinha.
- Hum. – Fico assustada. – Nossa tinha ate me esquecido que estava de fralda. Pai e só tirar não precisa falar assim não sou mais uma bebezinha.
Pai tira a fralda e vai levar para o banheiro e ser jogada no lixo, quando estávamos quase chegando lá no banheiro a Renata aparece e vê a fralda na mão dele.
- Ué tio o que você tá segurando ai? Por acaso isso é uma fralda? – Fala apontando para a mão dele, e rapidamente coloca a mão pra trás e tenta disfarçar.
- Não e não e uma toalha que eu vou usar no banheiro. – Vai para o banheiro.
- Vamos pra cozinha Reh e tomar o café. – Puxo a Renata pelo braço e levo pra cozinha.
- Eu acho que vocês estão tentando me enganar e aquilo era uma fralda.
- Não era não agora vamos comer.
- Eu acho que a filhinha do papai usa fraldinha pra dormir, afinal ela ainda e bebezinha. – Me encarando antes de chegar à cozinha.
- Aconteceu alguma coisa que vocês duas estão aqui e não tomando café.
- Não aconteceu nada não. – Falo desanimada. – Vamos comer então.
- Bom dia pra todos os dorminhocos acordaram tarde o café já tá pronto a um tempinho. – Tia fala mostrando a mesa. – Vamos comer.
- Filha aconteceu alguma coisa você tava tão animada quando acordou e agora esta com uma carinha de tristinha. – Enquanto a gente toma o café.
- Não é nada não pai, depois a gente conversa.
O café foi tranquilo, pois enquanto o pai ou a tia Rosa esta com a gente a Renata não fala nenhuma gracinha. Mais tarde chego perto de onde o pai estava sentado.
- Pai podemos conversar? – Falo ainda desanimada.
- Sim amor porque essa carinha de desanimo não esta gostando daqui? – Pai fala olhando pra mim.
- Pai a Renata desconfia que eu uso fralda e fica me provocando me chamando de filhinha do papai desde que a gente chegou ontem. Não quero mais ficar aqui não podemos ir embora?
- Anjinha nos acabamos de chegar ainda não podemos ir embora, tudo bem? E eu vou prestar atenção e ver se e verdade isso da sua prima estar te incomodando, se for verdade eu e ela vamos ter uma conversinha. – O pai aponta pra mim sentar mais perto dele, quando eu chego perto ele me pega e me coloca no colo dele. – Se você queria sentar no meu colo era só falar filhinha. – Falando isso ele começa a me fazer cocega.
- Para pai você sabe que eu tenho cocega hahahaha. – Tento fazer ele para de fazer cocega.
Neste momento a Renata chega e olha pela porta.
- Eu sabia que ela é mesma a filhinha do papai, só não pensei que fosse a nenenzinha do papai. – Ela ri de forma irônica. – Eu tenho quase certeza que você usa fralda pra dormir já que você é bebê.
- Renata para de falar assim da sua prima que coisa feia. – Pai fala com autoridade. – Eu que peguei ela assim, ela nem sabia que eu ia fazer isso.
- Tudo bem tio vou deixar você tomando conta da bebezinha – Renata sai do quarto.
- Pai agora podemos ir embora a Renata não gosta de mim, não quero que sem querer ela me veja de fralda. – Falo chateada com a cena.
- Já disse que nos vamos embora em alguns dias amor, não se preocupe sua prima não vai ser má com você. – Me puxa pra um abraço confortador. – Vem senta de novo no colinho do papai. – Apontando pro colo.
- Não tá tudo bem pai não quero mais motivos pra Renata pegar no meu pé. – A noite chega vou tomar banho e me preparar pra dormir.
- Já tomou banho filha, deita ai na cama e espera o papai que to pegando as coisas pra te preparar pra dormir. – Sento e espero o pai chegar com as coisas pra me trocar. – Pronto agora vamos trocar a bebê pra que ela não tenha acidentinhos. – Pai sorri.
- Hum? – Falo.
- Não falei nada, só falei que vou te trocar. – Pai pega a fralda – Ah filha tinha me esquecido amanha vou precisar comprar algumas coisas pra você. – Começa a colocar a fralda. – O que você acha de ir junto pra escolher?
- E o que seria pai?
- Bom precisamos de talco e pomadinha pra que você não fique assadinha e se você quiser algo mais é só escolher o que você quiser. Prontinho. – Faz carinho no meu rosto.
- Pai se não se importar de ir comprar sozinho, é menos humilhante as pessoas não saberem pra quem é. – Nessa hora a Renata entra.
- Haha eu sabia que aquilo não era uma toalha de rosto, e depois ainda dizem que você é mais velha que eu não sei aonde: - Renata fala com ironia. – A bebezinha precisa que o papai coloque fraldinha pra que ela não molhe a caminha. Tadinha da bebezinha ainda não sabe usar o banheiro.
- Chega Renata já esta na hora de você ir dormir, vai pro seu quarto – Pai fala quando me vê chorando de vergonha.
- Tá tio já vou mesmo, vai que você me coloca pra tomar conta da sua bebezinha. Boa noite bebezinha e não esqueça do seu ursinho, não quero ouvir choros durante a noite. – Renata sai e o pai fecha a porta.
- Pronto, pronto não chora já passou sua prima não vai mais falar nada. Agora vamos deita na cama e vamos dormir anjinha. – Eu deito e em seguida pai deita ao meu lado.
- Pai pode me fazer carinho, por favor? – Falo indo pro seu lado e deitando no peito e escondendo o rosto.
- Claro amor, assim? – Pai me abraça e começa a fazer carinho nas minhas costas. – Tá bom o carinho bebê?
- Sim, obrigada papai, hum quero dizer pai. – Conforme ia me acalmando ia ficando com mais sono, devagar começo a colocar o dedo na boca e chupar. – Boa noite papai.
- Boa noite minha bebezinha – Pai fica me olhando chupar o dedo até ele pegar no sono.
Na manha seguinte pai acorda e fica me olhando até eu acordar para me trocar. Quando acordo percebo que estava chupando o dedo e tiro o dedo rápido e tento disfarçar. Pai não fala nada.
- Bom dia dorminhoca, agora que acordou vamos tirar essa fraldinha para que uma certa mocinha não fique de bumbum vermelhinho e nem assadinho. – Enquanto fala coloca o dedo no meu nariz.
- Bom dia pai, sim vamos tirar sim, - Quando lembro do que aconteceu fico triste.
- O que foi anjinha?
- Não e nada não pai, é só que a Renata vai pegar no meu pé. Hoje você vai ao mercado comprar as coisas pra minha troca pai?
- Sim amorzinho eu vou sim e você quer ir junto comigo vai que você quer algo a mais da sessão infantil? – Pai ri. – Brincadeira amor.
- Muito engraçado pai haha, mas pode ir sozinho mesmo e compre o que achar melhor pra mim não ficar assada.
- E por falar em não ficar assada venha aqui pra mim tirar a fralda e você não ficar assada, não queremos uma mocinha assadinha.
O pai tira a fralda e vamos tomar café, e para meu desgosto a Renata está na mesa nos esperando.
- Bom dia tio e bebê estava esperando vocês pra tomar café a minha mãe falou que precisava dar uma saída e que era pra mim ficar aqui e fazer companhia a vocês. – Renata fala com cara de quem esta querendo aprontar alguma coisa. – AH antes que eu me esqueça eu fiz algo especial para o bebê da casa. – Renata pega um pratinho todo rosa com desenhos infantis. – Eu fiz mingau pra você bebezinha e o seu papai vai te ajudar a dar comidinha na sua boquinha pra que você não se suje.
- Renata, por favor, não faz isso não me faça me sentir pior do que eu já estou. – Fico mais chateada.
- Renata para de ser má com sua prima, ou vai querer que eu conte pra ela o que sua mãe me contou. – Fala em tom de ameaça.
- Não tio tudo bem eu deixo a sua bebezinha em paz. – Renata fica com medo da ameaça. – É só não falar nada.
- Pai do que você esta falando? – Fico sem entender.
- Não é nada não filha, não se preocupe. Vamos tomar café, que depois eu tenho que ir ao supermercado.
- Tio a mãe falou pra você esperar até que ela volte tá bem? Caso você fosse dar uma volta. – Renata fala agora normal.
- Tudo bem Renata eu espero ela sim. Agora vamos tomar café senão ele vai esfriar. – Tomamos café. – Então o que vamos fazer enquanto esperamos a sua mãe?
- Que tal assistirmos TV? – Renata fala com cara meio de malicia. – Vamos assistir desenho acho que minha prima vai gostar de assistir.
- Por mim tudo bem.
Ficamos algum tempo assistindo desenhos até que a tia Rosa volta pra casa.
- Pronto cheguei agora se você quiser sair pode sair – Fala para o pai.
- Sim eu vou sair, mas Kitty falou que vai ficar aqui com você e a Reh. Rosa tudo bem pra você?
- Sim tudo bem ela não da nenhum trabalho não. Acho até que elas vão continuar assistindo desenho, afinal e o que a Reh mais gosta de assistir.
- Você gosta de assistir desenho Reh? – Falo espantada.
- Mãe não precisa espalhar essas coisas pra ninguém. – Renata fala sem graça.
- Ué porque Reh é verdade mesmo, não sei porque você fica assim tão envergonhada. Bom agora vou fazer o almoço pra vocês. – Tia sai da sala.
- Bom filha vou lá, mas tem certeza que vocês não querem ir?
- Não pai obrigada eu não quero ir não.
- Não quero também não tio vou ficar aqui com a Kitty. A gente vai assistir desenhos. – A Renata me abraça com um pouco de falsidade.
- Tá bem então, e filha se comporta tá bem, não quero reclamações da sua tia. – Aponta o dedo pra mim.
- Vai você só ao mercado não vai viajar, eu me comporto. – Rio e faço carinho de anjinha. – Viu pai meu rosto de santinha.
- Sei conheço você filha, e sei o quão santinha você pode ser. Aviso dado se comporte tá bem. Bom ate daqui a pouco. Tchau.
Ficamos assistindo TV e toda vez que tinha alguma coisa infantil nos desenhos Renata jogava indiretas pra mim. Ficou assim até que o pai voltou do supermercado. Quando ele estava junto a Renata se comportava, porem quando estávamos só nos duas ela começava com a provocação.
- Pai vamos pro quarto quero ver o que você comprou. – Puxo o braço dele e levo pro quarto.
- Nossa filha que pressa é essa. – Entramos no quarto e começo a falar.
- Pai não e pressa e só que eu não aguento mais a Renata, toda vez que só esta eu e ela, ela começa com as provocações. – Sento na cama.
- Bom filha eu vou ver se é verdade e se for verdade, bom a gente vai ter uma conversa. – Pai senta do meu lado e começa a falar. – Filha eu comprei mais coisas do que te falei você quer ver?
- Sim, claro porque você acha que eu não quereria ver pai? – Vou ate a sacola. – Bom aqui tem só a pomada, talco e lenços umedecidos e você falou que ia comprar, não estou vendo mais nada aqui pai?
- Bom e que não esta aí esta num saquinho que eu guardei dentro da minha mala. – Pai vai andando até a mala, pega um saquinho e tira uma embalagem de dentro do saquinho. – Bom eu comprei uma chupeta pra você filha.
- Como? Por... porque você fez isso pai? – Fico sem ação.
- É que a noite passada eu fiquei observando você dormir estava tão fofinha igual a uma criança, e devagarzinho começou a colocar o dedo na boca e a chupar o dedo. – Sorriu. – Achei que você iria gostar de ter uma chupeta ao invés de ficar chupando o dedo, seria até mais higiênico. – Pai senta na cama e faz sinal pra mim sentar também. – Filha senta aqui no meu colo você sempre gostou de sentar lembra?
- Bem pai é que eu não sou mais uma criança, e chupar chupeta na minha idade e muito estranho.
- Filha vamos conversar serio, você não quer mesmo por não querer ou simplesmente acha que isso não e certo só porque você esta meio grandinha? – Pai me puxa pro seu colo. – Eu lembro que você parou de usar chupeta não por querer, mas porque todas as suas amiguinhas não usava mais e você de um dia pra outro parou de usar. Não sente mesmo falta?
- Hum eu não sei pai, às vezes eu sinto muita saudade, ainda mais a noite quando eu estou meio chateada com algo, igual ontem à noite. – O encaro. – Mas sinceramente pai acha que não tem problema deu usar a noite.
- Claro que não amorzinho eu comprei porque eu acho que iria te fazer feliz, vamos fazer o seguinte, à noite você experimenta e se gostar continua usando senão gostar bom foi um bom presentinho pra você pelo menos você se impressionou. – Nos dois rimos.
- Pai eu vou descer tá bem, você vem também? – Levanto e vou pra porta.
- Pode ir amor vou arrumar algumas coisas aqui e daqui a pouco desço. – Pai começa a arrumar as coisas na mala.
- Tudo bem pai te espero na sala então.
Vou pra sala e lá a Renata estava sentada no sofá e como não viu meu pai vindo lá atrás, começou com as provocações.

Experiência de papai: dando palmadas no bumbum.




Senhoras e senhores, papais e mamães, bebês e afins, hoje contarei um pouco da experiência de dar palmadinhas no bumbum da minha bebê, mas antes uma introduçãozinha falando sobre as palmadas e castigos.

Há sempre aquela repulsão por parte de alguns, quando falamos em dar palmadas no bumbum ou até mesmo outros tipos de castigo em uma criança, até mesmo em um bebê. Os castigos que damos para crianças e bebês, são usados para corrigir uma falha que eles cometeram ou algo que nós mandamos fazer e eles não cumpriram. A famosa desobediência ou teimosia por parte deles acaba nos enfurecendo diversas vezes, pois como somos tirados da nossa posição de "lider da casa", "aquele que dita regras" nos sentimos obrigados a dar uma punição a eles, talvez severa de mais em determinadas ocasiões. As punições ou castigos que damos a eles podem variar, de pai para pai, ou, de mãe para mãe e por isso algumas funcionam, outras não.
As punições mais comuns que conhecemos, são os famosos castigos que damos a nossos filhos ou alguma vez já levamos por parte de nossos pais ou responsáveis como ficar sem assistir tv, ficar sem jogar video game, ficar sem tomar refrigerante, ficar trancado no quarto pra pensar no que fez, entre outros castigos. Também podemos citar as famosas chineladas na perna ou no bumbum, cintadas, sopapos no ouvido, puxões de orelha, apanhar de cipó e as palmadas no bumbum ou nas pernas.
Contando um pouco de minha experiência, hoje tenho uma idade avançada, mas já fui criança um dia e já passei pela maioria destes castigos e/ou punições. Quando era bebê logo aos meus seis meses de vida já levava palmadas no bumbum da minha mamãe, como sempre taxo minha mamãe de nervosa e as vezes ruim por me dar determinados castigos, ela sempre me batia com chinelo ou até mesmo me dava puxões de orelha que ficavam doendo pelo resto do dia inteiro, mas de uma coisa eu posso me orgulhar nunca apanhei de cinta - risos - talvez por isso eu tenha entendido que não devo fazer coisas erradas e nem desobedecer minha mamãe,  hoje em dia não, mas sei que se fosse em outras épocas levaria uma boa de uma surra.
A minha experiência com palmadas não para por aqui não, no auge dos meus 19 anos conheci uma bela menina, toda meiguinha, fofinha, digamos bebê - risos - e a quatro anos estou junto com esta que é minha namorada.
A mais ou menos 3 anos descobri que ela era infantilista, o que me fez entender que eu também era por gostar de determinadas coisas e por também participar do mundo infantilista dela, desde então sempre brincamos e nos tratamos por papai e bebê ou filhinha, mas mesmo assim nunca deixamos de fazer coisas de namorados e "gente adulta". Certa vez estavamos brincando e disse a ela que estava na hora dela nanar - até porque trabalho a noite e preciso dormir a tarde - para que ela não ficasse acordada sem o papai, pra vigiar suas ações e me surpreendi com uma birra, vinda dela me dizendo "não to soninho papai" (sic), mas mesmo assim insisti que precisava nanar pra descançar e a mesma continuou dizendo "bebê não 'qué' nana, bebê 'qué' ficar acordada" (sic) e veio o choro nos olhos dela, demonstrando que não queria fazer aquilo, percebendo sua desobediência resolvi tentar acalmar sua manha com uma bela de umas palmadas no bumbum, no começo bati de leve com medo de que pudesse machucá-la com isso, na hora vi que não resolvi, pois ela começou a fazer mais manha, insinuando choro e na mesma hora disse a ela que parasse de chorar, que os tapas eram apenas por causa da desobediência o papai. Ela continuou com frequência a fazer manha e a desobedecer o papai, com isso fui aumentando as doses de tapas e a força dos tapas pra ver se ela parava, mas isso foi em vão, cada vez que eu dava tapas ela fazia mais e mais manha. Certo dia percebi que a chupeta foi uma boa solução pra manha do sono, quando ela vem com manha que não quer nanar eu coloco a chupeta em sua boca e ai ela fica calminha, recosta sua cabeça em meu peito e nana como uma anjinha.
Ela é muito teimosa e desobediente, não faz nada que eu peço, se está doente não toma remédio, no frio não se cobre e ainda dorme de ventilador ligado e só de camiseta e short, não toma banho cedo, não nana cedo e tudo isso vai acumulando, até que não aguento e como papai pego ela no colo de bundinha pra cima e mando umas ótmas de umas palmadas até que o bumbum dela fique vermelhinho - eu adoro fazer isso - e até que ela entenda que não pode ficar desobedecendo o papai dela que é autoridade máxima e que por "obviedade" tem o poder de dar bronca, palamadas e castigos. Quando eu bato nela ela vem e me diz "papai mal, fica dando palmada em mim" ou "pala papai eu não meleço", ou ainda fica fazendo gracinha pra apanhar dizendo "lelo lelo papai não me pega, vou fazer tudo que eu quelo e papai não vai me pegar", e eu sempre digo a ela "deixa bebê depois eu te pego de jeito e te dou o castigo que você merece".
Pra finalizar ela diz pra mim que sou "spanker" por gostar de dar palmadas nela, principalmente quando ela me desobedece, mas segundo ela eu bato nela sem motivos, mas não é não, tenho todos os motivos pra bater no bumbum dela, primeiro é a desobediência e segundo ainda fica debochando de mim falando que eu não tenho voz ativa pra comandar ela e fazer ela me obedecer.
Bom esta foi um pouco da minha experiência até uma outra vez quem sabe.
Att, Papai.