segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Olaaaa e feliz ano novo a todos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Esses dias não estou tento muitas ideias para postar, mas andei pensando e acho legal tentar esclarecer duvidas. Se alguém quiser esclarecer duvidas sobre o infantilismo ou algo relacionado pode mandar no meu e mail babyzinha_d1@hotmail.com ou como comentário aqui no blog mesmo e fazer perguntas, vou tentar responder suas perguntas. Caso não queiram se identificar podem mandar as perguntas como anonimo, pois como eu disse este blog e para todos compartilharem suas experiencias e se for possível responder as perguntas se eu souber como responder.
Sei que as pessoas que estão entrando no nosso mundo tem varias perguntas e duvidas e não tem ninguém pra conversar e falar sobre essas coisas, nos que estamos a algum tempo neste universo infantilista podemos esclarecer algumas.

Para comemorar o ano novo algumas fotinhas de ano novo...





quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

conversas sem noção

Ola pequenos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Antes de postar queria dar os meus parabéns ao amigo keyser meu que ta ficando mais velhinho hj PARABÉNS.

Aproveitando o post do keyser sobre lucidez, vou falar de outra conversa meio sem noção, são aquelas pessoas que se fingem de infantilistas e começam a criar historias que não tem nexo nenhum e pior totalmente fora da realidade, nada contra as pessoas inventarem se elas se sentem bem assim, mas poderiam pelo menos inventar uma vida que elas não entrassem tanto em contradição, mantivesse a historia, mesmo que seja absurda, ou simplesmente fale a verdade. Inventando essas historias e entrando em contradição a toda hora dá até a impressão que a pessoa acha que somos bobos pra não perceber esses detalhes. . As vezes isso pode irritar, normalmente essas pessoas não querem saber de falar de outras coisas, só querem saber de falar sobre suas próprias historias, ou seja, acaba não tento assunto e ainda irritando os outros que estão falando com eles.
Outra conversa que eu odeio são aquelas pessoas que acham que o infantilismo só tem gente que quer se mostrar de fralda, ou que só está atras de sexo, e pior ainda ficam mandando a gente fazer coisas como ligar a web cam e mandar fazer coisas improprias. Quando as pessoas começam com isso já corto logo e não converso mais, eu não tenho paciência com essas pessoas e acabo mandando essas pessoas ir catar coquinho pra não mandar ela pra outro lugar.


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL!!!!

Olaaaaa natalino para todos ^^



Espero que todos estejam felizes neste natal...

FELIZ NATAL A TODOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Fiquem com algumas fotinhas fofas do natal











sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Lucidez


Ola turminha!!!!!!!!
Este post é do meu amigo Keyser. Mais uma vez obrigada pela sua participação.
(Num bate-papo qualquer...)

Menino_fralda:   - oi

Keyser_RJ:       - Olá, boa noite! Tudo bem com vc?

Menino_fralda:   - vc ta de fralda?

Keyser_RJ:       - Na verdade eu sou infantilista mas não sou AB/DL, eu só cuido de baby girls. Eu sou Daddy.

Menino_fralda:   - Liga a cam

Keyser_RJ:       - Acho que vou passar a oferta, brother...

Menino_fralda:   - liga eu to de fralda e de piu-piu durinho

Keyser_RJ:       - Cara, eu converso com infantilistas homens, mas eu só me relaciono com mulheres. Então, sabe...

Menino_fralda:   - a ta

Keyser_RJ:       - Mas enfim, oq vc conta de bom?

Menino_fralda:   - vc ta de fralda?


Pois é. Acho que a maioria já passou por isso ao tentar interagir com outro infantilista em chats ou adcionando no Messenger, Skype, Facebook, etc...

Mas eu fico pensando, como é a vida social de um cidadão desses? Quer dizer, vamos visualizar, ele chega no colégio ou trabalho e pergunta pra recepcionista “qual a cor da sua calcinha?”, isso antes do bom dia. Aí não satisfeito ele encontra a professora ou chefe e pergunta, com os olhos arregalados e babando “Você ta menstruada?” e depois, pra finalizar em grande estilo, ele se senta na mesa e depois de algum tempo encarando o colega ao lado, ele diz “eu to com o Lulu duro, hihihihi...”.

Ok, é um exagero, mas é só pra demonstrar que eu não consigo entender o que se passa na cabeça de certas pessoas.

Entre 2008 e início de 2012 eu andei afastado do infantilismo. Quer dizer, olhava um site aqui, um blog acolá mas nada de interagir. Justamente porque pode ter sido impressão minha, mas em 2007/2008 o infantilismo no Brasil tava vivendo uma fase muito escrota, com todo infantilista novo que eu encontrava sendo igual à criatura aí de cima ou ainda sendo a personificação daquelas coisas que a gente cansa de ver no Yahoo Respostas: “Tenho 16 anos e minha mãe me obriga a usar fraldas e me leva pro colégio no carrinho de bebê e troca as minhas fraldas no pátio, na frente de todos. O que eu faço?”

Acho lindo essas historinhas num conto ou numa sessão de ageplay, mas querer realmente fazer amizade com base nesse perfil, é muita falta de noção da realidade.

A boa notícia é que após uma grande amiga infantilista me convencer a criar outro perfil, vi nossa comunidade bem mais lúcida hoje do que em 2007. Eu, que tinha o perfil Radamanthys (era personagem de cavaleiros do zodíaco) voltei como Keyser (personagem do filme Os suspeitos).

Mas só que nossa comunidade infantilista está passando por mudanças, pois o facebook ajuda e muito na interação um com o outro e vimos este ano um programa em rede nacional tratar do tema (o famoso programa da Ana Maria Braga) além de um personagem de novela ter traços de infantilismo. Pro bem ou pro mal, isso atrai muitos olhares pra nós e muitas pessoas que eram infantilistas e não sabiam acabam procurando informação na internet e querendo ou não somos nós, que já conhecemos e passamos por todas as fases, que podemos ajudar.

Mas é complicado ajudar ou argumentar quando temos um monte de seres como o exemplo lá de cima se auto-denominando infantilistas

Como eu disse, eu não sou hipócrita: Pela internet eu já paquerei, conversei com web cam, fiz sexo virtual, marquei encontro, comecei relacionamentos duradouros ou não... Mas tudo com um contexto, conversa, sedução, etc. Nós não somos apenas infantilistas, somos pessoas que gostam de música, esportes, artes, cinema, comédia, nos relacionamos...

Todo ser humano, por definição, é capaz de relacionar-se com seus semelhantes de maneira sadia, cordial e com lucidez. Então, vai um recado pra quem ta descobrindo o infantilismo agora: Não tenha medo de aceitar-se como um de nós com medo de estar admitindo algum tipo de distúrbio mental. Infantilistas são pessoas lúcidas e normais que, entre outras coisas, gostam de viver ambientes infantis em momentos específicos do seu dia.

O cidadão lá de cima, que não consegue manter uma conversa lógica e cordial com seu semelhante, não é infantilista. Porque pra ser infantilista, tem que primeiro ser humano.

E isso ele não é.


Abraços,

Keyser


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Aceitação

Ola blogueiros

Obrigadinha aos que estão acompanhando o blog e aos que estão mandando suas experiencias.
Estava pensando em alguns assuntos para ser falado, acho q esse e um assunto que todos os infantilistas passam, se tiver algum que nunca passou me desculpe, mas todos que eu conversei passaram ou passam por isso. Quem nunca sentiu um certo sentimento de que esta fazendo algo de errado ou acha que ser infantilista não é normal. Passei por isso e hoje vivo bem comigo mesmo.
Vou contar algumas coisas que aconteceram, desde o começo. A 2 anos e 6 meses aproximadamente fiz meu orkut infantilista, foi quando resolvi sai do anonimato e entrar em contato com outros infantilistas. Orkut criado comecei a entrar em comunidades e adicionar pessoas infantilistas, só que logo que entrei fiquei um ano sem interagir com as pessoas do orkut, depois conheci meu primeiro amigo, então comecei a me relacionar com as pessoas infantilistas.
Sempre que estava meio deprimida pensava em desistir do infantilismo, mas sabia que se desistisse um dia acabaria voltando, isso me dava motivo pra não desistir. lembro de uma frase de um amigo do baby Shark, quando eu falei pra ele que tava pensando em desistir ele me disse "Você pode até desistir agora mas vai virar uma velhinha que usa fralda e mama na mamadeira", achei engraçado e me fez pensar rsrs, mas o que ele disse tem sentindo, já tive esta experiencia a alguns anos tentei desistir fiquei um tempo sem pensar nessas coisas, mas não consegui, depois disso resolvi parar de tentar, já tinha em mente que não ia conseguir mesmo, porém ainda quando ficava deprimida pensava em desistir.
A ultima vez que fiquei desse jeito alguma coisa aconteceu, já não queria desistir e comecei a pensar que bem ou mal fazia parte de mim e de quem eu era, e comecei a me questionar não queria mudar quem eu sou. Já tinha descartado isso mesmo, então me restava aceitar de vez ou sempre que eu estivesse triste ter uma recaída  Nessa hora acho eu descobri algo sobre mim e meu infantilismo, eu aprendi que eu não ligo para o que os outros pensam de mim como infantilista, porque o que importa pra mim é me sentir muito bem comigo mesma e ser feliz do jeito que eu sou. Lembro que nesse dia conversei com o Shark e eu entendi o que ele sente, ele gosta e não liga para o que os outros pensam dele, e o mais legal ele se diverte com tudo que ele faz.
Pra quem esta pensando em desistir ou nessas coisas, aconselho a pensar bem, colocar na balança os pros e contras, conversar sempre ajuda e tenha uma coisa em mente não é uma coisa que vai te deixar tão facilmente, e vamos combinar e legal ser assim, outra frase do Shark "As pessoas normais são chatas é por isso que eu gosto de ser diferente, e por isso que a gente se da bem." rrsrs essa também é engraçada, e mais uma vez eu concordo gosto de ser diferente. é muito bommmmm...


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Compra e onde guardar...

Olaaaaaa!!!!!

Vou falar de outro tópico que talvez ajude alguns infantilistas que moram com os pais, ou em republicas. Onde guardar suas coisas para que ninguém encontre. Pra quem não dividi o quarto é mais simples procure um lugar onde não chame atenção e que tenha certeza que as pessoas não vão mexer muito, então é só esconder de uma maneira que você ache que esta bem coberto para eventuais bisbilhoteiros. Feito isto, não chame muita atenção para aquele local tente ser discreto sem abrir muito na frente dos outros se possível tente guardar em uma gaveta que tenha chave e guarde a chave em um lugar seguro.
No meu caso não tenho essas coisas então eu levo pra todo lugar coloco dentro da minha mochila, pois como divido o quarto minha irma fica mexendo em tudo, como a mochila e só minha e não tem nada que ela queira considerei um bom lugar para esconder minhas coisas. Porem sempre precisa ficar esperto com essas coisas, afinal as vezes por uma eventualidade alguém quer alguma coisa, então mesmo sendo sua tente esconder ao máximo pra que ninguém veja caso queira pegar algo na sua mochila.
Na minha opinião comprar é bem mais fácil que guardar, só tomar cuidado para não encontrar ninguém conhecido, pra perguntar porque esta comprando isso, ai já viu fica sem resposta, bom isso complica um pouco. No meu caso eu saio com meu namorado então a gente combinou se encontrar alguém que ele conhece a gente falava que é pra alguém da minha família e se fosse alguém que eu conhecia era o contrario. Mas mesmo assim eu fico muito nervosa na hora de comprar essas coisas, então o Vagner fala pra mim levar e pagar, ele diz que eu tenho que perder a vergonha dessas coisas, afinal e pra mim mesmo e ninguém vai ficar sabendo que é pra mim.
Quem quiser dar dicas de onde guardar ou se comportam na hora de comprar fiquem a vontade, adoraria mais dicas.

Historia do Keyser


Olá novamente a todos os leitores do ‘historias infantilistas’.

Recentemente escrevi um post, a pedido e em conjunto com a Baby Kitty a respeito de troca de fraldas. Ela queria ter no blog o ponto de vista de um Daddy. Bem, parece que ela gostou da idéia, rs.
Novamente ela me pediu pra escrever algo para divulgar e saber como um cuidador (Daddy / Mommy / Baby-sitter) vê as coisas. O problema é que na 1ª vez, ela me deu um tema e pediu que eu falasse sobre. Agora ela deixou em aberto para eu escrever o que quisesse. Resolvi então falar sobre algo que não vejo muito por aí. Um post ‘como virei infantilista’ do ponto de vista de um cuidador.
Longe de mim dizer que todos são assim ou criar uma regra, mas aí vai minha experiência pessoal de como virei um Daddy infantilista.
Assim como a grande maioria dos infantilistas, eu o sou desde pequeno, mas não sabia. Minha primeira lembrança infantilista era de brincar de papai, mamãe e filhinha (com 4 anos mais ou menos) com duas amiguinhas. Não sabia porquê, mas eu lembro que gostava demais de brincar disso. Cuidava, dava mamadeira de brinquedo, trocava fraldas feitas de lençóis por cima da roupa.
Aos 7 anos me mudei mas mantive essa vontade de voltar a brincar disso. Somente aos 9 anos, um vizinha da mesma idade me chamou pra brincar de casinha com ela, porque os outros meninos não queriam. Meu primeiro impulso foi dizer ‘não’ mas, antes disso, ela me falou que a irmã dela seria nossa filhinha e que usaria biscoitos pra simular nossa comida. Deixei que ela pensasse que aceitei apenas pelos biscoitos, mas o fato é que ser papai novamente me agradou. Já nessa idade eu percebia que isso era diferente. Óbvio que eu sugeri que a irmãzinha seria um bebê e ela pegou a mamadeira de uma boneca de uma toalha e pude novamente satisfazer essa vontade daquela brincadeira mesmo sem saber porque me satisfazia tanto
O tempo passou e essa vizinha se cansou das brincadeiras. Lá pelos meus 13 anos estudei em um colégio aonde a professora, para brincar e meio que castigar os alunos que demoravam a voltar pra aula depois do recreio, vinha até a entrada do pátio e imitava uma mãe falando com bebês, do tipo ‘Vem mamãe neném! Vem colo da mamãe, vem?” isso com aquelas vozes infantilizadas e chamando os alunos pelo nome. Aos 13 anos, vocês podem imaginar o quanto os alunos dela ficavam envergonhados quando ela os chamava assim na frente do resto do colégio. Aquilo me deu uma idéia e comecei a fazer o mesmo com amigas e vizinhas. Às vezes em publico, quando estávamos com nossa galera, às vezes a sós. Elas achavam que era só brincadeira minha e riam, mas sem jamais desconfiar do quanto aquilo me satisfazia. Aliás, é algo que faço até hoje, rs. Percebi que eu gostava de tudo que lembrasse cuidar de uma menina/bebê da minha idade.
Lembro de filmes e desenhos animados com cenas que passariam despercebidos a outros mas que ficavam na minha memória. Geralmente eram aqueles desenhos aonde as pessoas eram transformados em bebês e quando voltavam ao normal ainda estavam usando fraldas e chupeta ou chupando o dedo. Comecei a fantasiar isso acontecendo com as garotas que eu conhecia.
E assim segui minha vida, sempre brincando de tratar namoradas como bebês mas jamais pedindo que usassem fraldas porque imaginava que elas me chamariam de louco. O máximo que consegui foi fazer que uma chupasse a chupeta da irmã menor.
Só fui ter acesso à internet no ano 2000, aos 19 anos. Do tempo em que nos conectávamos à meia-noite e varávamos a madrugada no ICQ e no ‘batepapo.com.br’. Mas  só em 2002, aos 21 anos, descobri um site de ‘spanking’, que é o fetiche de quem gosta de levar ou dar palmadas no bumbum. Aquilo literalmente mudou minha vida. Encontrei bons amigos e amigas. Uma das fantasias clássicas do spanking é a filha desobediente e o papai. Bem, não era um bebê, mas era o mais próximo. Comecei a interagir com pessoas de várias tribos do BDSM e indo para sites parecidos, até que descobri sites de infantilismo.
Finalmente entendi o que eu sentia todo esse tempo. Foi amor à primeira vista. Eu via as imagens, via os relatos, os anúncios... estava tudo lá. Meninas que relatavam seus desejos de usar fralda e querer alguém pra cuidar delas. Foi incrível o quanto aquilo foi natural e se encaixou tão bem no que eu sentia.
Não demorou muito e tinha um e-mail só pra contatos infantilistas. Passei a chamar minhas amigas infantilistas de ‘filhinhas’. E aconteceu de eu me envolver com uma infantilista. Ela já tinha todo o material de um bebê e até locais aonde poderíamos ficar a sós. Foi uma época muito proveitosa pra mim e pra ela. Não vou entrar em detalhes, mas existia um ponto nesse relacionamento que a gente sabia que não ia durar. Durou quase 2 anos. Mais tarde voltei a me relacionar com outra infantilista, mas pela personalidade dela, também não durou muito.
Mas aquilo não me desanimou. Ter me descoberto só trouxe coisas boas à minha vida.
Hoje vivo bem comigo mesmo e com o infantilismo. Adoro meus amigos e minhas ‘filhinhas’ e torço pela felicidade e crescimento da nossa comunidade.
E é isso. Espero que tenha sido esclarecedor. Obrigado a todos pela leitura.
Abraços
Keyser