terça-feira, 16 de abril de 2013

MEU PRIMEIRO ENCONTRO INFANTILISTA – PARTE 1

Olaaaaa pessoas aqui vai a 1 parte de uma experiencia do daddy Keyser acho q todos vão achar interessante.



*Todos os nomes foram alterados.

(Fevereiro de 2004)

Uma das vantagens de ser professor de cursinho de informática é que se pode trocar as aulas com outro professor, sempre que há um bom motivo. E hoje não podia existir motivo melhor: Terei meu primeiro encontro infantilista!

Ao chegar ao endereço, peço ao porteiro para falar com o apartamento dela. Ela tinha 25 anos, 2 a mais que eu, e embora dentro do infantilismo ela fosse uma bebezinha dependente do “papai”, em sua vida cotidiana, era muito segura de si . Achava incrível como ela não tinha o menor pudor de me receber sozinha em casa, à luz do dia, enquanto os pais não estavam.

- Oi.
- Mirella? Sou eu.
- “Eu” quem?
- Advinha...
- hahahahaha...
- Vai me dizer que marcou com mais de um “papai” justamente hoje de manhã?
- não, não, pode entrar, hahahha...

A risada dela era revigorante! E isso só aumentava minha ansiedade. Ao sair do elevador, já vi o nº do seu apartamento. Com a porta já estava entreaberta, apenas empurrei e a vi de short, camiseta e um lindo sorriso no rosto.

Ela tinha cabelos escuros, lisos e longos. Estava um pouco acima do peso, mas nada exagerado, só o suficiente pra deixá-la mais avantajada. Sua pele, de tão branca, ficava rosada com o sol. As bochechas gordinhas, estavam sempre rosadas, o que lhe deu o apelido de Miss Piggy nos tempos de colégio e a deixava realmente com rostinho de menina. Cumprimentou-me com 3 beijos no rosto.

- Tudo bem, Milly?
- Tudo, e você?
- Bem melhor agora!
- Hum, sei... hahaha...
- Você não para de rir, né? Nervosa?
- Nããão, queísso, hahaha...
- Normal...

Mirella Rossi*. Ela não negava a descendência italiana. Filha de um casal de arquitetos, ela brincava dizendo que seus tataravôs projetaram a Torre de Pisa. Enquanto eu admirava sua beleza, eu pensava que, se não fosse o infantilismo, nunca teríamos um encontro. Quem é de fora do Rio não saberia, mas ela sim sabia a distância, geográfica e econômica, entre Bangu e Copacabana, onde ela morava. Sem contar o fato de ela estar noiva de um gerente da uma concessionária de carros.

Conversamos um pouco sobre como estávamos a 8 meses batendo papo e brincando virtualmente, sobre o tempo que levei pra chegar lá... após quebrar o gelo, começamos a falar no motivo de eu estar lá: infantilismo. Ela havia comprado tudo que queria. Chegou a fazer desenhos e colocar adesivos nas fraldas, para que não parecessem geriátricas.

- Já pensou que com seios desse tamanho, você ta muito mais pra “mommy” do que pra Baby?
- hahahaha... Aaah... maix eu xou neném, num quéio vilá mamãe inda naum...

Pelo MSN, o “baby-talking” dela apenas me fazia sorrir. Ao escutar ao vivo, vendo ela fazer biquinho e se encolher, o resultado era bem diferente. Aquilo realmente me excitava. Falar sobre os seus seios também a deixaram mais solta, como eu previ.

- Rs... Milly, posso tomar um banho? Depois a gente começa?
- Podi xim, papai, o banhelo é logo ali.

Ela não parava com o “Baby talking”. Foi difícil me levantar e ir ao banheiro sem ela ver o meu nível de “animação”. Enquanto eu tomava banho, pensava que aquele encontro tinha tudo pra ser bem melhor do que eu esperava.

- Milly? – perguntei, logo ao sair do banheiro.
- Aqui, papai, to dento do meu quartinho...

Chegando em seu quarto, era impossível não notar que ela era uma adult baby: Haviam bonecas e bichinhos de pelúcia por todos os lados. Ela me esperava sentada na cama, de pernas dobradas, abraçada a um ursinho e chupeta na boca. Ao me ver, começou a rir, pra variar.

Ela não brincava em serviço. Ou melhor, brincava, mas não perdia tempo. Pela postura retraída, percebi que ela, apesar de estar tomando a iniciativa, ainda continha traços de timidez. Percebi que estava na hora de eu também tomar a iniciativa. Não podia ficar retraído pelos fatores externos. Ela já era a “Baby” e agora eu seria o “Daddy”.
        
- Depois de tanto “brincar” no MSN, já sabemos bem o que fazer né? – perguntei.
- Nossa, acho que a gente já podia dar aula sobre isso! – ela respondeu sorrindo.

Ao vê-la, sozinha comigo em seu quarto com uma chupeta na boca, eu pensava que deveria ter sido mais claro sobre nossa sessão infantilista; Não falamos sobre sexo. Ia rolar ou íamos ficar só no babysitting? É complicado não ter conteúdo sexual, uma vez que ela estará nua e eu tocarei suas partes íntimas. Eu já tinha ficado “animado” só de ouvi-la falando como bebê, como seria quando estivéssemos totalmente imersos em nossa fantasia?

- Onde estão suas coisas de bebê?
- Aqui. – ela me amostra uma bolsa atrás da cama com tudo que era preciso.
- Preparada?
- Sim... um pouco ansiosa...
- Vou sair e esperar 5 minutos. Quando eu entrar pela porta, começamos, ok?
- ta bom. – ela fala e tira a chupeta.

Enfim, era melhor deixar rolar. Eu não iria forçar ela a nada, mas também não ia fugir se ela quisesse mais carinho do que aquele que eu dava a ela virtualmente. Resolvi me concentrar para fazer daquela sessão a melhor possível. Respiro fundo e esqueço tudo o mais que envolve eu estar ali, além do infantilismo.



sábado, 13 de abril de 2013

Conto da Princesinha Anne


CHEGA DE REINAR, PRINCESA! - Conto da Princesa Anne



Eu anseava por algo, mas não sabia o que era... Todos temos nossos vagos da alma, certo? Eu não sabia o que fazer com o meu...

Sim, eu havia sido um pouco mimada na infância e adolescência, não sabia o significado da palavra não... E se bico não funcionasse com certeza uma ameaça de me cortar, ou tomar remédios demais funcionariam. Assim eu ganhava aquela sandalinha cara... Aquela roupinha mais cara ainda... e por aí vai...

Isso não mudou quando eu o conheci.

Diógenes e eu estávamos namorando havia um ano. E eu a mesma... Bem, em cinco anos de amizade ele pôde me conhecer, então que não me pedisse para mudar!

- Eu nasci pestinha e vou morrer assim, amorzão! Não tem jeito!

Eu dizia enquanto pegava sua camisa e escondia no freezer. Ele me olhava e não dizia nada. Mas quando me olhava com cara de bravo... Seus olhos faiscavam , e ficavam ainda mais belos... Depois apenas suspirava. Nada dizia, sem reação. E eu me irritava! Não tinha idéia do que queria, mas por que ele não reagia?!

Num outro dia eu dizia:

- Eu quero te morder! Você é meu chocolate!

E o mordia, mas não era de leve, era pra marcar. Ele não esboçava uma reação sequer. Eu esperneava! Droga!

Certa vez ele me deu uma bronquinha... Aquilo me deixou inconformada (e com uma sensação deliciosamente indescritível...).

- Amor, você não pode falar assim comigo! Por que está falando assim comigo? Eu vou ficar aqui no cantinho!

E virei para o canto.

Adivinhem o que aconteceu? Terminou a bronca e eu pedi colinho... E então ele disse:

- Ok, mas você vai ficar quietinha no colinho?
- Hummm, não! Eu sou louca! Rs Eu disse.
- Eu preciso da Super girlfriends nanny! Ele respondeu.
- Você é terrível, amor!
- Sou mesmo, Roberto fez aquela música pra mim, sabia? Rsrs

O único motivo pelo qual ele às vezes se decepcionava comigo era o fato de eu correr risco às vezes para ajudar as pessoas. Tipo, subir morro para ajudar os menos favorecidos e quase levar tiro por querer defender pessoas e por aí vai. Ele dizia:

- É perigoso amor! E as pessoas não reconhecem o que se faz por elas, quase nunca.

Mas eu sou das ciências humanas. Ele é da área empresarial... é fogo! Vivemos um pouco da música que amamos que diz que somos contrários, mas nos ‘completamos completamente’.

O tempo passava e eu cutucando, dando tapinhas, mordendo, fazendo birras de sentar no chão e ficar dizendo “Eu quero agora!”. E ele nada. Só me “punia” com uns amassos super fortes, nos quais me deixava completamente sem fôlego. Nem eu entendo como eu não tinha medo de um rapaz tão grande e forte... Mas não tinha. Só queria provocar. Super girlfriends nanny nunca existiu mesmo...

- Eu quero!
- Está aqui, amor. Pronto.
- Não quero mais!
- Tudo bem, totosinha, eu levo embora.
- Não! Deixa aqui, agora eu quero!
- Vou fazer um curso de psicologia pra te entender, garota!
- Não entende, me beija? Me amassa que é melhor! Te amo mozão lindo!

Foi assim durante um ano. E eu amava, e odiava. Odiava ser contrariada, odiava não ser contrariada. E amava muito o Diógenes, cada dia mais. Meu namorado romântico e paciente...

- Amor, me leva na faculdade, e fica lá, e depois me busca que eu estou deprimida hoje!
- Sim, meu bem, claro. Passo aí e te pego.
- Te amo lindo.

Ele então me buscou em casa e fomos para mais uma aula.

Na ida eu dei um tapinha na perna dele enquanto ele dirigia.

Reação: Nenhuma.

- Amor, eu quero uma coisa!
- O que você quer amor?
- Eu não sei!

Nada.

Na volta, eu disse:

- Mozão, tô com fome.

Ele não disse nada, só virou o carro e foi em direção de uma lanchonete.

- Eu tô passando mal, não vou conseguir chegar viva!!!

Quando chegamos na porta...

- Eu quero comida lá de casa...

Ele começou a ficar um pouquinho nervoso.

Interessante.

Voltando pra casa eu disse:

- Por que você não faz o que eu quero nunca?
- O quê? Eu te trato maravilhosamente bem, te faço todos os gostos, menina!
- Não faz! Você é ruim!

Dizendo isso dei um tapinha na perna dele.

- Não faça isso outra vez.

Uau, ele respondeu! Pensei, e fiz de novo.

- Eu vou parar esse carro - Ele disse num tom muito sereno.

Eu observei a estrada, estava vazia. E eu nasci pestinha, né?

- Então pare agora! Eu disse e mexi no braço dele. O volante virou, o carro quase rodou.

Eu gritei. Ele não, apenas tentou controlar o carro, e conseguiu.

Eu chorava. E estava assustada.

- Amor, está tudo bem contigo? Ele perguntou ainda calmo.
- Sniff, tá sim. Aiii quase morremos! Que susto me deu! E que dor no coração!
- Eu não quero saber de dor nesse coração, tá bem?
- Sim. E me acalmei um pouco.

Ele virou o carro e me levou em outra direção.

- Amor, onde estamos indo?
- No parque, querida.
- Jura? Viva!

Ele parou na porta do nosso motel preferido. Estava sério.

Entramos. Ao chegar no quarto. Nenhum beijinho. Nenhum abraço.

- O que viemos fazer aqui?
- Viemos conversar, princesa.
- Conversar sobre o que?
- Sente-se. AGORA!
- Ai mô, não fala assim comigo!

Ele me pegou pelo braço e me colocou sentada em sua frente. Me olhou nos olhos e disse:

- Amor, eu preciso falar. Você definitivamente passou dos limites! Quase nos matou! Você enlouqueceu de vez?! Olha, meu bem, as coisas têm limite, sabia? Eu sinto muito que seus pais não tenham ensinado isso pra princesinha que deixou os cabelos deles brancos, mas eu não vou me casar com uma moça tão mimada assim! CHEGA DE REINAR, princesa! Se eles não te ensinaram eu ensino!

Eu muito assustada disse:

- Mas amor, eu sou louca! Você sabe disso!

Era a minha forma de tentar escapar de tudo, alegar loucura funciona nos tribunais, certo?

- Ah é? Ficou louca de repente? Ah não... Eu sei que você usa essa desculpa para não levar bronca... Mas o caso aqui não é bronca, amor. Eu estive pesquisando e vi como curavam seu tipo de loucura antigamente... Você é minha bebezinha, certo? Ahhh, está amolecendo, pensei. Ficando terno e carinhoso.
- Sou sim, mô, você ama sua bebezinha, certo?
- Amo sim. Senta aqui.

E me puxou pra sentar em seu colo. Me olhou nos olhos e perguntou:
- O que é que eu faço com você, Amor?

Eu olhei pra ele e fiz cara de “tadinha de mim”

Ele me olhou com cara de bravo. Cara de “tadinha de você mesmo, menina!”

- O que as meninas mimadas merecem? Hã? O que as malcriadas merecem?

Quando eu ia dizer beijinho...

Ele rapidamente me virou de bruços no seu colo.

- O que é isso, amor? Vai fazer o que?

Sim, eu desconhecia completamente a posição “ vai levar palmadas”, meus pais nunca tinham me batido.

- Eu vou te ensinar a me respeitar como marido, amor.

SMACK.

- Amor, quê isso? Ai! A primeira palmada pegou em cheio meu bumbum.

SMACK

- Eu estou te mostrando o que é dor. Só isso. E vou te fazer sentir o que eu sentia quando me mordia, me batia, me irritava e por aí vai. Será uma conversa interessante, amor.
- Aiiiiiiiiiii, me solta, me solta, me solta!!!! Isso dói! Aaaii, eu malho esse bumbum na academia direto pra ele ficar lindo pra você e você me faz isso! Tá doendo!
- Eu vou te mostrar o que é dor! SMACK SMACK. Uma palmada de cada lado do bumbum.
- Socorroooooooo!
- Vamos conversar? Aliás, você só vai repetir. E se não cumprir o que disser, está tendo uma demonstração do que vai acontecer de agora em diante. - SMACK SMACK - Vamos repetir então:

- Eu SMACK nunca mais SMACK vou dizer SMACK que sou SMACK louca. SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK.

Eu já chorava. Ele me ouvira chorar e ria.

- Está calor aí, princesa? Rsrs Onde está minha moça terrível agora?

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

Eu chorava mais. Ele ria de mim. Mas não era só isso. De repente, parou.

E eu:

- Ai sniff sniff... Acabou?
- Não, você vai levantar e baixar as calças agora.
- Não!!! Não!!
- EU DISSE AGORA!

Levantei e baixei as calças. Vi no espelho que meu bumbum já estava vermelho. E vi nos olhos dele que não acabaria tão cedo... Me puxou de novo pro colo. Comecei a pedir desculpas.

- Amor?
- Sim, amor. SMACK
- Aaaaaaaaiiiiii, me desculpa!

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

- Desculpar por quê?

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

- Aaaiiiiiii!!! Porque eu fui malcriada!
- Estou ouvindo. Mas você, meu bem, foi malcriada e mimada por um ano, e me aporrinhou durante todo esse tempo. Merece mais palmadas do que está levando com certeza!

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

Meu bumbum pegava fogo!!!

- Ai mô, eu vou desmaiar! Vou desmaiar! Tá doendo demais!!
- Ótimo! Isso nos leva a outra coisinha que você vai repetir! Agora! Eu SMACK não SMACK serei mais SMACK tão dramática SMACK.

- Nossa amor, seu bumbum está super vermelho. Como fogo, sabe? Agora pode dizer que é quente! Rs

E eu: Buáááááááááááááááááááááááááá....

Não saía mais nada da minha boca a não ser choro e gemidos!

E ele:

- hahahahaha Cadê a princesa que salva os outros? Não pode salvar seu bumbum, princesa?

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

- É isso SMACK que acontece SMACK com meninas SMACK mimadas SMACK e malcriadas SMACK. Chega, ouviu? SMACK Chega de tanta malcriação SMACK não vai mais fazer pirraça SMACK nem espernear SMACK nem responder os pais na minha frente SMACK. Chega SMACK chega SMACK chega SMACK chega SMACK.
- Buáááááááááááááááááááááááááá.... chega, desculpa eu nunca mais faço nada disso! Desculpa eu reconheço, eu reconheço que não tenho sido boazinha...
- Desculpas aceitas SMACK. Agora eu quero que pense no seguinte. TODAS AS VEZES QUE VOCÊ SE COMPORTAR MAL VAI APANHAR ASSIM! ENTENDEU?

SMACK SMACK SMACK SMACK

Eu só chorava...

- Acho que entendeu sim. Essas últimas seis são para você se lembrar enquanto não consegue sentar direito por uma semana!

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

Eu chorava tanto, e meu traseiro queimava a ponto de não perceber que ele tinha parado de bater. Eu só gemia pedindo desculpas ininteligíveis...

- Agora vai ficar de castigo no cantinho. Lembra da pirraça que fez quando te dei aquela bronquinha? “Vou ficar aqui no cantinho!” Menina manhosa! Aquele dia eu me segurei pra não encher esse bumbum de palmadas! Agora, não me seguro mais! Vá ficar naquele cantinho ali.

Eu simplesmente obedeci. Fiquei em pé no cantinho, soluçando por 10 minutos enquanto ele olhava e dizia:

- Oh dó. Tadinha da bebezinha... Viu o que acontece com as loucas? E com as malcriadas? Vá pensando em tudo que fez! E eu vou pensando que seu bumbum está irresistível vermelhinho assim... humm

Depois de dez minutos ele veio, e começou a fazer carinho no meu bumbum... Em outras partes da minha anatomia, para onde o calor do bumbum se irradiava... E eu estava tão relaxada, tão calminha, tão molhada... Como nunca! Demos uns amassos, mas não punitivos... Esses pareciam recompensa... Uau!

No carro ele me olhou, me beijou e disse:

- Eu te amo, totosa.
- Eu também te amo, mozão! Sniff Te amo mais que nunca.

E então eu senti falta de uma coisa...

O VAZIO. Ele simplesmente não estava mais ali. Eu era feliz.


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Conto parte 6

Segue a parte 6 do conto ^^


Pai terminou de nos trocar e fomos ao quintal, pois a Renata queria brincar até a tia Rosa chegar e o pai tinha dito que nós iriamos brincar com ela. A Renata sempre gostou de brincar na areia então a tia Rosa construiu uma caixa de área pra ela quando ela era pequena, e como a tia pretendia ter mais filhos deixou o brinquedo como estava. Chegamos à caixa de areia e fiquei meio envergonhada por ter que brincar.
- Vai lá filha brincar com a Reh, depois de brincar vocês duas tomam um banho, quando a tia Rosa chegar vou falar pra ela que nos vamos ao shopping dar uma volta. – Pai me empurra pra dentro da caixa de areia, neste momento a Renata já esta pegando alguns brinquedos pra nos brincarmos na areia. – Bom meninas enquanto vocês brincam ai na areia eu vou ficar sentado na cadeira se precisarem de algo é só chamar vou ficar aqui pertinho observando vocês.
- Tio você também vai brincar, peguei vários brinquedos pra nos três, e você disse que “nós” íamos brincar não e verdade Kitty? – Falando isso a Renata da uma piscadinha.
- Verdade pai quando você estava me trocando disse que você tinha prometido pra Reh que iria brincar também. – Devolvo a piscada para a Renata. – Você vai brincar com a gente agora. – Pego o pai pelo braço.
- Mas filha papai tá cansado – Pai começa a inventar desculpas, continuo puxando ele pra dentro da caixa de areia. – Meninas brincam vocês eu não brinco faz muito tempo já devo estar enferrujado. Filha você sabe que papai não gosta de ficar sujo.
- Nada disso pai você disse que iria brincar então vamos brincar, e outra se sujar e fácil e só tomar banho depois, foi isso que você disse pra nos pai, não é verdade Reh? – Dou um sorriso pra Reh.
- Sim tio, o shopping não vai fechar cedo, a gente não demora tanto pra tomar banho. E promessa é promessa.
- Tudo bem vocês duas me convenceram fazer o que né se eu prometi vou ter que cumprir agora vamos brincar, mas nada de ficar me sujando ouviu vocês duas – Aponta o dedo pra nos.
- Pai você vai brincar na caixa de areia e não quer se sujar é meio difícil, quando a gente era pequena ficávamos com areia ate na cabeça. – Me sento no cantinho da caixa e faço sinal para que a Renata e o pai se sentem também.
O pai e a Renata se sentam ao meu lado e começamos a fazer um buraco na areia, quando eu chego perto da Renata e falo no ouvido dela bem baixinho para que o pai não escute.
- Reh o que você acha de nós molharmos o pai? – Rio baixinho. – Ele não vai esperar um ataque de água. – Apontando o dedo para os baldes. A Renata viu e começou a sorrir gostando da ideia. – Afinal o pai disse que não era pra nos sujarmos ele, não disse nada sobre molhar ele.
- Tio eu e a Kitty vamos pegar agua nos baldinhos pra fazermos um castelo de areia tá bem, pode ficar ai que daqui a pouco nos voltamos. – Nós saímos e fomos pegar agua. – Kitty será que se a gente fizer isso o tio vai ficar bravo com a gente.
- Não Reh é só uma brincadeira, a gente joga e depois a gente sai correndo que ele vai querer pegar a gente pra fazer cocega. Quando eu era pequena fazia isso com ele. – Terminamos de encher os baldes e estamos voltando o pai ainda está sentado da na caixa de areia ainda fazendo o buraco, vamos bem devagar e quando chegamos lá eu falo. – Um, dois, três jogar.
A gente joga a agua no pai com os baldes e eu faço sinal para a gente sair correndo. Neste momento todo molhado pai levanta e começa a correr atrás de nós.
- Voltem aqui meninas sapecas vou pegar vocês e fazer muita cocega, de quem foi a ideia de me molhar em mocinhas.
Saímos correndo cada uma para um lado, pai não sabia que lado ir, ficou olhando para os lados escolhendo quem ele iria seguir para fazer cocega.
- Quando eu pegar vocês vou dar um abraço molhado em vocês. – Pai viu que a Renata tinha parado, aproveitou esse momento de distração dela olhando para onde ia e foi atrás dela, ate que conseguiu pegar a Renata. – Peguei você menininha agora vou fazer tanta coceguinha em você, que você vai fazer xixi de tanto rir. – Pai começa a fazer cocega na Renata.
- Hahaha, para tio para, não to aguentando para, por favor. – Renata da gargalhadas.
- Não vou parar não, ninguém mandou você e sua priminha me molharem agora vocês vão pagar, vou fazer bastante cocega em você. – Pai começa a assopra na barriga da Renata. – Tá gostando Reh? Agora diz pro titio foi a Kitty que teve essa ideia não é? – Pai continua fazendo cocega. – Pronto agora vou pegar sua prima.
Pai se levanta e nesse momento a Renata levanta também da um pulo no pai e com o susto o pai cai sentando no chão. A Renata começa a fazer cocega, para fazer a Renata parar pai abraça e fica rolando com ela pela grama, os dois ficam rindo no chão. Quando eu vejo a cena fico sem graça e vou para dentro da casa. Me jogo no sofá e fico lá. Continuo ouvindo a risada dos dois, me incomodo um pouco e vou para o quarto.

terça-feira, 9 de abril de 2013

DIFERENÇAS


Ola aqui vai o post do Daddy Keyser!!!!!


Imagina um grupo de pessoas que sofrem preconceito e discriminação. Pode ser qualquer um, gays, judeus, negros... agora imagina que esse mesmo grupo discrimine seus membros, do tipo “só aceitamos judeus de sangue puro, se seus pais e avós também não forem judeus, não pode entrar aqui!”. Pareceu meio hipócrita, né? O problema é que ainda existe muito desse tipo de preconceito entre nós, infantilistas.

Toda vez que um infantilista resolve mostrar a cara a tapa, aparecem 100 comentários chamando de todos os nomes depreciativos possíveis. E você lê aquilo e fica triste, irritado e com medo de falar que é infantilista e ver todo arsenal de preconceito e imbecilidade virado pra você. Teve gente que pensou em desistir do infantilismo (?) por causa do CQC sacaneando a matéria da Ana Maria Braga.

Então, como é que você se sente mal e quer passar isso adiante?

Nossa comunidade tem que ser inclusiva, tem que crescer e pra isso, é legal aprender a respeitar e aceitar as diferenças. O infantilismo é um sub-grupo do BDSM. Daí é normal ver uma galera que curte apenas chupetas, mamadeiras, fraldas, etc, aliás tem até quem nem goste de fralda, só goste de apetrechos de bebê e o universo infantil em si. Mas tem outra galera que é mesmo mais hardcore, curte spanking, bondage, enema, scat, o que for...

Não to dizendo que amanhã vai aparecer uma mommy querendo te amarrar, vendar, dar uma surra de chicote de 7 pontas, urinar na sua barriga e você tem que achar aquilo a 8ª maravilha do mundo. E nem que vai aparecer um bebê querendo que você não dê nem uma puxada na orelha porque dói muito e nem troque suas fraldas porque ele tem vergonha e você tem que erguer as mãos aos céus para agradecer.

Mas dizer que alguém é ou não é infantilista por causa disso e achar que isso é desculpa pra excluir uma pessoa de um grupo, é refazer um comportamento imbecil e preconceituoso que acredito não caber aqui. Só porque a pessoa não serve pra um relacionamento íntimo, não quer dizer que também não possa ser do seu grupo.

Eu sou heterossexual, daddy e também curto só um pouquinho de BDSM. O que não me impede de ter amigos homossexuais que sonham ser embalados em plástico. Como me relaciono com eles? Como uma pessoa normal. Conversamos sobre a vida, novidades de cada um, trocamos experiências, rimos...

E sabe, quem tá perdendo mais com isso é você, que não curte isso ou aquilo e se recusa a ter pessoas de gostos diferentes no seu grupo de amigos. Porque acredito que eu não to perdendo nada em não ser amigo de uma pessoa preconceituosa. Mas você perde muito em não ser amigo de uma pessoa legal, mas com gosto diferente.

Quem sabe não é exatamente esta pessoa, diferente de você, que um dia vai te apresentar àquela pessoa que é igualzinha a você?

Abraços,

Keyser.


domingo, 7 de abril de 2013

ABDL ART

Olaaaaaa td bem com vcs?

   Bom o assunto que eu vou tratar aqui no blog é muito legal e lindo vou divulgar a arte de um excelente artista, muito talentoso ele faz arte com letras e fotos de um maneira muito legal. virei sua fã ^^. Pra quem não o conhece ele se chama Jean, assim como é excelente na arte como pessoa também, pessoa admirável que conheci faz pouco tempo, mas que acho muito legal.
   Vou postar algumas imagens que ele fez. O legal é que ele espera juntar todos do mundo ABDL com a arte que ele faz, porque todos falamos a linguagem da arte, seja ela qual for. Comentem se acharam legal meu objetivo é que todos que acessam este blog conheça a arte dele, eu pessoalmente adoro o que o Jean faz.
   Aqui vai algumas artes dele se quiserem fiquem a vontade para dar sua opinião.











sexta-feira, 5 de abril de 2013

Preconceito

Olaaaa pessoas que leem o blog

   Hoje vou falar de um assunto não muito legal que acontece no nosso meio infantilista, algumas pessoas tem um certo pre-conceito, medo e até mesmo receio de pessoas que são do mundo infantilista e que também pratique o BDSM. Isso é muito ruim porque além de desunir uma comunidade, que se parar pra pensar pelo tamanho do Brasil é considerado pequena, ainda tem infantilistas que não conversam com outros infantilistas porque curtem algo mais pesado.
   Quando eu entrei há uns anos atrás e fiz meu orkut um dos meus primeiros amigos foi o baby Shark, naquela época nunca tinha ouvido falar sobre o BDSM, praticante de BDSM e mesmo assim um dos bbs mais fofos que eu conheci ^^. Nessa mesma época eu adicionei um daddy e vi no perfil dele, que ele é praticante de BDSM a mais de 10 anos e acho que ele e bem conceituado no meio, ele é Dom. Na época fiquei com medo de conversar com ele e apenas o add, achei que ele fosse uma pessoa rude, grossa, etc, apenas por ele ser praticante. Foi um grande erro meu nem tinha conversado com ele e estava tendo um pré-conceito muito errado.
   Um ano e pouco depois de add ele no orkut e nunca ter conversado com ele, por ironia nos encontramos no msn do grupo infantilista, foi só nessa época que comecei a conversar com ele e acabei descobrindo que ele era o mesmo daddy do orkut. Me senti muito envergonhada de nunca ter conversado com ele, ele é uma pessoa incrível muito educado, afetuoso e carinhoso quando estamos conversando. Uma  vez estávamos conversando no chat e contei pra ele que eu tinha medo de conversar com ele, por ele ser Dom, foi então que ele me explicou o que acontece no BDSM. Ao final da conversa disse pra ele que foi por ignorância minha e  medo que a gente nunca tinha conversado antes.
   Lição bem aprendida ao menos pra mim, nunca mais eu tive medo de conversar com praticantes de BDSM. Em todos os lugares vão existir pessoas bem intencionadas ou não mesmo no infantilismo vamos achar isso, já conheci varias pessoas do meio infantilistas que só queria me ver pela cam usando coisas de bebê ou fazendo coisas que não vou citar no blog. Pessoas mal intencionadas existem em todo lugar e para saber se a pessoa é ou não converse com ela e tire suas conclusões e não é só porque ela gosta ou pratica isso ou aquilo você vai conseguir determinar isto.


terça-feira, 2 de abril de 2013

FANTASIA E REALIDADE

Olá aqui vai o 2º post do Daddy Keyser espero que gostem ^^


(numa rede social qualquer...)

“Olá! Preciso que me ajudem, por favor! É sério, juro por tudo que é mais sagrado nessa vida! Vim aqui rapidamente pra pedir ajuda pois tenho 14 anos e minha mãe me obriga a usar fraldas todos os dias. Ela diz que eu ainda sou bebê e preciso de fraldas. Nem adianta eu discutir, pois quando vou abrir a boca, ela já me deita na cama, segura as minhas pernas, tira minhas calças e passa hipoglós, talco com bastante cuidado e em seguida fecha as fraldas. Sou obrigado a ir pro colégio assim aonde todos riem de mim. Isso sem contar as vezes que ela resolve me trocar na frente de estranhos. Não agüento mais isso, o que eu faço? Me ajudem, por favor!!!”

Vou falar com você que escreveu o “pedido de socorro”: Eu tentei imaginar isso sendo real. Sério mesmo. Olha o que percebi:

Sendo trocado na frente de estranho e indo de fraldas pro colégio, incrível que você só conseguiu pedir ajuda pela internet. Ao vivo ninguém te escutou? Ok, você tava com vergonha e ta a anos e anos indo de fralda pro colégio sem reclamar, apenas com as pessoas rindo e você quieto. Nenhum professor ou membro da diretoria do colégio chamou você ou sua mãe nesses anos todos? Sua mãe não tem família ou amigos pra dizer que ela é insana em te colocar de fraldas sem você precisar? Ah, você precisa... ok, mas aí, ela achou melhor te submeter a toda essa humilhação do que procurar discretamente um médico?

E também... ou você é uma pessoa subnutrida, digno de estar num programa de ajuda humanitária da África,  ou sua mãe é lutadora do UFC, já que ela consegue te dominar fisicamente tão bem, que você fica deitadinho na cama sem poder fugir enquanto ela segura seus dois tornozelos com uma só mão (que, aliás, deve ser uma mão gigantesca, para conseguir essa proeza)  enquanto troca suas fraldas, que saem sempre secas e ela, apesar de ser lutadora do UFC e estar em perfeitas faculdades mentais, prefere te deixar de fraldas.

Preciso continuar?

Isso tudo fica lindo entre 4 paredes. Sua descrição de como ela troca suas fraldas “com carinho” até me deu umas idéias pro fim de semana, mas enfim, fingir que é real só faz as outras pessoas acharem que infantilistas são retardados e os infantilistas não quererem se relacionar com você porque...  bem, você é um retardado! Ou seja, não tem vantagem alguma pra você.

Mas isso não precisa ficar assim. Que tal tentar outra coisa? A idéia pode parecer louca pra você, mas não descarte de início: Que tal se você se apresentar dizendo sua idade real, a cidade aonde mora e, seus gostos pessoais e que você é infantilista? Assim, você vai conhecer pessoas que te levarão a sério, vai ter um grupo de amigos que curte a mesma coisa que você, vai parar de manchar nossa reputação e, se alguém questionar, você pode explicar o que é infantilismo sem parecer idiota.

Sem contar que,com isso, cada vez mais gente vai entender e se assumir infantilista, afinal, só o fato de você não agir como uma pessoa imbecil já melhora nossa imagem.

Então, você vai começar a interagir, amostrar a pessoa bacana que você deve ser debaixo dessa máscara de débil mental e logo, logo, aparecerá alguém disposto a embarcar na sua. Imagina que delícia alguém de verdade, entre 4 paredes, realizando suas fantasias e tendo as dela realizadas? E entre vocês, é só alegria. Você pode fingir o que quiser, sem regras, sem parecer retardado e sendo muito feliz.

Ou você pode manter a opção de continuar se “realizando” (se é que me faço entender...) unicamente escrevendo relatos imaginários sobre como a anos você vem sendo enfraldado e forçado a andar assim na rua por uma mãe lutadora do UFC com mãos gigantescas sem que ninguém, em todo esse tempo, tenha conseguido tirar uma foto sequer para enviar para o conselho tutelar ou para a produção do Fantástico.

Eu prefiro ser feliz.

Abraços,

keyser