Mostrando postagens com marcador Keyser Semanal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Keyser Semanal. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de junho de 2013

QUASE INFANTILISTAS

Como de costume um posto do meu querido amigo Keyser, e como sempre esta ótimo ^^

Certa vez numa antiga empresa que trabalhei, teve um concurso de fantasias aonde quem fosse trabalhar com a melhor fantasia ganharia um prêmio em dinheiro. Não me interessou muito, mas no dia, a única fantasia que me chamou a atenção foi de uma loirinha que tava com um vestidinho azul cheio de babadinhos, segurando um pirulito colorido gigante (igual aqueles do Chaves), chupeta e, óbvio, com uma fralda enorme aparecendo de propósito, pois ela andava saltitando pra lá e pra cá. Durante o dia eu percebi que ele estava  falando com as pessoas com o clássico baby-talking. Pra quem não curte infantilismo, foram coisas que passaram desapercebidas. Mas pra mim, foi encontrar uma pessoa tão infantilista como eu, mesmo que talvez ainda não soubesse.

Provavelmente a maioria já ouviu falar do “Gay-dar”, uma espécie de “Radar Gay” aonde os homossexuais conseguem descobrir se alguém é gay assumido ou enrustido baseado em seus trejeitos, forma de falar, etc.  Pra quem já é infantilista a algum tempo, também desenvolve um tipo de “Ra-Diaper”, pois não é difícil descobrir que tem pessoas que também são infantilistas de carteirinha, mesmo que não sejam tão escrachadas, quanto à coleguinha que eu encontrei lá no trabalho. Mas a gente percebe um baby-talking usado mais vezes do que o normal, falar muito sobre quando era bebê, dizer coisas bobinhas, como que quer colinho, quer que alguém ponha pra dormir no berço, etc... como eu disse, pra quem curte, dá pra perceber. Mas, como diria o Tio Ben ao Homem –Aranha: “Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades!”. Agora que sei que meu amigo é infantilista, como eu devo agir?

Bom, aqui nós temos uma série de dilemas, aliás, EU tenho, e confesso que não tenho respostas pra todos. Pra começar, a parte de fazer a pessoa “sair da gaveta de fraldas” é mole. Sério. Difícil é fazer alguém que definitivamente não é infantilista ter um relacionamento infantilista com você, mas isso é papo pra outro post. Mas fazer alguém que já todos os sinais se assumir infantilista nunca foi uma dificuldade pra mim. Ok, isso só me aconteceu umas 4 vezes, mas em todas foi o mesmo roteiro: se aproximar, brincar de maneira que não deprecie a pessoa, mandar imagens infantilistas ... sério, nem vou me estender muito nisso.

O que me incomoda é me olhar no espelho e me perguntar porque eu faço isso. Citando o caso que citei lá encima, imagina que chego na menina, me aproximo, faço ela se assumir... e depois? Entrego ela à própria sorte? Deixo ela perceber que só fiz isso pra ter algumas sessões infantilistas? Deixo ela passar sozinha pela famosa fase de se sentir complexada? Admito pra mim mesmo que não tava preocupado com ela e sim só em ter mais alguém pra brincar? Pois é... pra alguns pode ser que não, mas pra mim sempre foi complicado ser “guru” de alguém, não só de spanking e infantilismo, como de qualquer outra coisa. Mas, pedindo licença à raposa do Pequeno Príncipe, eu posso dizer que Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. No nosso caso, por aquilo que enfraldas.

Mas também não posso esquecer que todo “quase infantilista” tem as mesmas neuras de alguns bebês novatos. Se achar ridículo, medo de nunca ser feliz, procurar informações no Google e no Yahoo Respostas e achar um monte de tarados ou retardados perguntando “você tá de fralda?”. E sabe, eu vejo essas criaturas, mal-comparando, como aqueles jovens que, por falta de amor e atenção dos pais, acabam se envolvendo com más amizades, experimentam uma pedrinha aqui e quando vai ver, tão vendendo a TV pra comprar pedra e bebendo perfume. No nosso caso, por falta de alguém pra explicar que ser infantilista não é ser retardado, fazem uma pergunta imbecil aqui, um perfil fake ali e acaba inventando que está preso numa masmorra por uma bruxa que o trata como bebê e quer ajuda. Nesse caso, é quase uma questão de saúde pública, a gente orientar alguém com sinais de infantilismo. Fico imaginando um rapaz no celular escrevendo um relato de como ele é uma menininha de 12 anos cuja mãe enfralda ele, e eu chegando por trás e dando com uma régua na mão dele e dizendo “ Não bebê! Não pode ser retardado! É Feio!”.

Enfim, ainda temos muito que evoluir até nossa comunidade crescer em tamanho e qualidade de seus membros. E nada disso vai acontecer se não dermos atenção aos nossos “bebês”.

Abraços,

Keyser






quarta-feira, 5 de junho de 2013

INFANTILIZAÇÃO

Oieee quero pedir desculpas pra todos por não ter postado na terça como sempre, em especial ao autor do post o Daddy Keyser que como sempre mandou antecipadamente. Esta semana esta sendo meio corrida então peço desculpas mesmos a todos. 
Aqui vai mais um ótimo posto do meu companheiro de blog semana ^^

Quem teve a oportunidade de assistir aos desenhos clássicos do Tom & Jerry, deve ter assistido um episódio aonde uma menininha vestia o Tom de bebê, com luvinhas, sapatinhos, chapeuzinho e fralda, além de dar mamadeira na boca dele e fazê-lo sentar numa cadeirinha infantil. Tom fazia cara de irritado e Jerry se divertia sacaneando o Tom, imitando um bebê. Mas nos momentos em que estava sozinho, o Tom até que se divertia sozinho imitando mesmo um bebê, se acomodando no berço, mamando sua mamadeirinha e até brincando com o chocalho do berço. Resumindo, ele foi forçado a agir como um bebê, mas, no fundo e sem ninguém assistindo, ele até que curtia isso. Pois é, Tom, seu segredo foi revelado! Você curte infantilização forçada!

Eu conheço algumas pessoas que se situaram como infantilistas após assistirem não só esse, como outros desenhos do gênero. O do Pato Donald no museu das invenções modernas também é um clássico.

Lembro de uma infantilista que eu conheci que nas nossas conversas de MSN, ela não admitia ser infantilista. Quer dizer, ela me dizia sentir inveja da irmã, que usava fraldas e tinha todo o carinho dos pais, e que de vez em quando mamava na mamadeira, mas mesmo assim não admitia ser infantilista. Na ocasião ela não sabia que eu era um Daddy e eu ficava lá provocando ela horas na conversa, chamando ela de bebê, que ela podia ficar tranquila que um dia eu compraria fraldas pra ela e etc. Ela sempre reagia dizendo que não era bebê, que aquilo não tinha nada a ver, até quando eu ia ficar sacaneando ela, etc... aí eu comecei a enviar imagens infantilistas pra ela dizendo que achei no google (mentira, tava tudo na memória do meu computador). Ou seja, depois de tanta pressão, obviamente que ela admitiu que era infantilista e que adorava as coisas que eu dizia pra ela, mesmo dizendo que não.

No último post eu falei sobre alguns fetiches, mas teve alguns que eu deixei de fora propositalmente porque queria falar não só uma notinha rápida, mas sim algo mais específico. Infantilização forçada é um clássico dos adult-babies, justamente porque é algo bem mais próximo de se fantasiar do que voltar a ser bebê via máquina do tempo ou poção mágica. Claro que pra mim não tem muita diferença no que se refere a fantasiar. Costumo entrar de cabeça e poção mágica e ser infantilizado à força são igualmente inviáveis pra mim fora da fantasia e do fetiche.

Mas voltando à infantilização, è nessa hora que o infantilismo volta às suas raízes sadomasoquistas. Por mais que não haja explicitamente dor envolvida no processo, é só você analisar e ver que isso é uma dominação forçada. O submisso está semi-nu, é obrigado a fazer coisas que não quer, é punido se desobedecer... Ou seja, boa parte dos elementos BDSM. O Roteiro geralmente não varia muito. Ou é um jovem rebelde que é enviado para os cuidados de um parente ou instituição que acredita que tratá-lo como bebê para reeducar a partir do zero será a solução. Ou ainda é só um jovem comum que vem molhando a cama e seus pais acreditam que voltar as fraldas é a melhor maneira de resolver o problema e, já que já está de fraldas, nada melhor de voltar aos bons tempos em que o filhinho era um bebê e também lhe dar chupeta, mamadeira...

Ou seja, é bem diferente daqueles infantilistas que fantasiam ter 2 anos de idade e aceitam de bom grado todo o tratamento infantil que lhes é dado. E claro, como os infantilizados se divertem! Por mais que sejam rebeldes, briguem, discutam, implorem para não serem infantilizados, estão lá, felizes da vida com o que está acontecendo!

Falando um pouco de mim, eu adoro uma bebezinha linda, fofinha, etc, mas não dá pra negar que uma bebezinha levada e malcriada tem todo um charme especial...  Até porque, é difícil inserir spanking com uma baby-girl que aceita tudo e não reage à nada. Eu não dispensaria, mas se tivesse que escolher... hm...

E o que seria do infantilismo sem esses nenéns que são rebeldes, malcriados, desobedientes, fazem cara feia quando os chamamos de ‘bebezinhos’, se recusam a usar fraldas e fazem de tudo para não serem tratados como bebês quando estão sendo observados, mas que na hora de dormir, se agarram os bichinhos de pelúcia e não dispensam uma chupeta?

E isso também inclui o Tom!

Abraços,

Keyser







terça-feira, 28 de maio de 2013

FETICHES

Como vão todos?????
Quero agradecer ao Daddy Keyser por fazer os posts semanais sem ele meu blog ficaria parado, os posts que ele faz são ótimos e todos gostam do estilo de escrita dele. Obrigadaaaaaa!!!!!!!!

Uma vez, uma infantilista que eu conhecia quis fazer um RolePlay comigo. Eu aceitei e, como bom Daddy, lhe perguntei do que ela gostava, pra que fosse legal pra nós dois.  Meio tímida, ela disse que gostaria que eu fingisse que era a avó dela, que estava muito irritada com seu peso, e a levaria à farmácia para lhe pesar. Lá, eu iria reclamar com o farmacêutico do peso de minha netinha, e, após ela se pesar e eu reclamar do peso dela, eu iria forçá-la a ficar nua para saber seu peso exato. Então eu, a vovó, Iria apalpar suas gordurinhas na frente de todos e dizer que ela parecia uma leitoa sendo preparada para o Natal. Diante dos olhinhos pidões e esperançosos dela, só me restou pegar a dentadura, a bengala e mandar ver.

Uma coisa que adoro no infantilismo é isso, essa imensa variedade de fetiches e fantasias que se pode agregar. Como dizia o poeta, “nevermind the blocks!”. Os fetiches mais comuns são:

Lactofilia, que é galera que curte mamar no peito ou ser mamado. No meu caso eu acho maneira, mas só observo. Ia ser complicado pedir pra uma filhinha minha me mamar.

CrossDressing, que é quem curte usar roupas do gênero oposto. Eu ainda não conheci uma baby-girl que curta usar roupas de baby-boy, mas já conheci 500 bebezinhos que querem usar roupinha de menina. A maioria, na verdade, queria ser forçado a isso.

Bondage, gostar de ser amarrado, vendado ou ter os movimentos impedidos. Não posso deixar de citar um grande amigo meu que adora ser embalado em plástico.

Spanking, que é o meu favorito, que consiste em dar ou receber palmadas ou chineladas no bumbum. Não vou me explicar muito porque senão vou ficar até amanhã.

Exibicionismo, geralmente é quem quer fazer sexo em público, mas no nosso caso é quem quer aparecer em trajes infantilistas em público, ou agir como bebê. Confesso que adoraria passear ao ar livre com uma bebezinha só de fralda e chupeta e dar mamadeira pra ela com todo mundo vendo. Mas ainda não to a fim de aparecer na TV.

Furry é algo meio curioso pra mim. É o fetiche da galera que gosta de ver desenhos ou vídeos com animais humanóides em situações infantilistas e/ou sexuais. Não deixa de ser legal ver uma ursinha sendo infatilizada, mas é algo que ao vivo não vai rolar então nunca me liguei muito nisso.

Uns fetiches que eu não sei o nome:

Fetiches por enemas e afins Pra quem não sabe enema é uma forma de lavagem intestinal aonde se enfia uma mangueirinha no ânus, injeta-se água morna e depois, bem, á água sai. Meio sujinha, é verdade. Enfim, muitos infantilistas curtem não só isso, como também supositórios e termômetros retais.

Fetiche no perigo de ser revelado: Inicialmente eu ia classificar isso como exibicionismo, mas é diferente, pois essa galera gosta de usar fralda embaixo da roupa, chupar chupeta em ruas desertas, mas o que excita é o medo de ser flagrado. Meio perigoso, mas não deixa de ter sua graça. Eu já corri na rua de noite com uma menina de fraldas e chupeta. Bons tempos...

E tem muito mais por aí. Cada um com sua fantasia, seu fetiche, sua tara, se houver respeito, vale qualquer coisa que nos façam felizes.

Mesmo que às vezes isso signifique se vestir de vovó.

Abraços,

keyser







terça-feira, 21 de maio de 2013

LIMITES


Oi amiguinhos espero que vcs estejam curtindo bastante....
Mais um excelente post do Daddy keyser!!!!!!!!!!!

Sua mãe, que nunca acessa a internet,  pede que você a ensine como encontrar e assistir o capítulo de ontem da novela e você aceita, mesmo sabendo que serão 2 horas de desespero e dor. Sua melhor amiga te liga às 11 e meia da noite pra chorar que ela brigou pela 5ª vez com o namorado e você já se imagina indo pro trabalho/faculdade como um dos zumbis de The Walking Dead, mas não desliga o telefone. Seu namorado(a) te chama pra ir a uma exposição sobre pinturas feitas por animais e mesmo você sabendo da chance de ser capa do jornal como a pessoa que põe fogo na exposição, você vai. E faz tudo isso porque você é uma pessoa bacana, eles também já fizeram muitas coisas por você e é normal se sacrificar um pouquinho por quem gostamos. Mas repare que eu disse “um pouquinho”. Por que certos infantilistas parecem não ter limites para agradar seus pares?

Existem relacionamentos que são extremamente perversos para uma das duas pessoas envolvidas. São relacionamentos em que uma das duas pessoas não gosta realmente da outra e, por sua vez, a outra pessoa tem uma baixa auto-estima e acredita que deve suportar tudo, seja por um sentimento estranho de gratidão, de apego ou medo da solidão. E entre os infantilistas chega a ser pior. 

Eu digo pior porque, vamos encarar os fatos:  É complicado achar alguém pra se relacionar no nosso meio. Se a gente analisar quantas pessoas que não curtem infantilismo existem para cada 1 infantilista, dá quanto? 1 pra 100? 1 pra 1000? Bem, seja qual for, é muito! Então temos 3 opções: Esperar a pessoa perfeita; Ficar com não-infantilista e tentar “converter” esta pessoa; Ficar com um infantilista que não curte o mesmo que você!

Todas as opções são arriscadas. Você pode esperar demais, ficar com não-infantilista que ao fim do relacionamento vai  expor você ou viver meio frustrado tendo um infantilista a seu lado que não te satisfaz. É galera, nossa vida é dura! Mas existe um final feliz em todas as opções também. Você pode achar a pessoa perfeita, pode “converter” uma pessoa ao infantilismo (existem muitos casos confirmados!) e pode aprender coisas novas com outro infantilista. 

Mas independente disso, existe diferença entre se sacrificar um pouquinho, abrir mão de uma coisa ou outra, e se submeter a um relacionamento abusivo. Vou ser mais claro: Se você não curte spanking, tudo bem aceitar uma palmadinha de leve, mas se vierem com um chicote pra cima de você, caia fora. Se você não curte bondage, tudo bem aceitar uma venda nos olhos mas se quiserem te embrulhar em plástico, caia fora.

E tem situações piores: Se você é heterossexual, não mude sua orientação por medo de ficar só. Se você não curte, não tenha relacionamento íntimo com quem é adepto do SCAT, Enemas, Hardcore... Acho uma boa experimentar coisas novas, mas se não é sua praia, não se submeta só pra agradar seu parceiro. A felicidade dos outros não é mais importante que a sua. Ponha limites. Diga “não”. Não aceite viver um relacionamento em que só um come banquete e o outro come as migalhas. Você não precisa e nem merece isso! É melhor passar 3 anos escolhendo bem do que 5 anos num relacionamento ruim.

 Volta a dizer que tudo bem se sacrificar um pouquinho. Mas tudo tem limite.

Abraços,

keyser


terça-feira, 14 de maio de 2013

MEU PRIMEIRO ENCONTRO INFANTILISTA – PARTE FINAL

Olá amiguinhos hoje vai mais um post do amiguinho Daddy Keyser. Espero que vocês gostem da parte 3 da experiencias do Daddy.


* Todos os nomes foram alterados

Incrível como o que fazíamos poderia ser encarado de várias formas. Ao mesmo tempo em que ela era extremamente graciosa mamando ou engatinhando pela sala com sua chupeta na boca e cabelo com presilhas, aquilo também despertava todo meu erotismo.

- Que bonita, mamou tudo! – Exclamei quando ela terminou de mamar.
- Tava totoso, papai!
- Bem, depois de mamar e brincar tanto, deve estar com a fraldinha cheia, né?
- Num xei papai...
- Melhor trocar. Não quero minha bebê toda assadinha.

Agora sim, seria realmente uma troca de fraldas. Dessa vez teria que ser melhor.

- Vem, neném, upa... – A peguei no colo, pus na cama e coloquei a chupeta em sua boca novamente. Tive que usar toda minha força para ser delicado com minha neném. Dessa vez, eu usaria talco e lenços umedecidos, coisa que eu não havia usado antes. Pra quebrar o silêncio, comecei a cantar o FrèreJacques, mas com letra diferente.

- Meu anjinho, meu anjinho... quem és tu? Quem és tu?... É a Mirellinha, é a Mirellinha! Meu bebê... Meu bebê... – Eu cantava enquanto retirava a fralda dela. Ela então começou a engatinhar pra fora da cama. Adorava ser a bebê levada.

- Milly, volta! – lhe dei uma palmadinha no bumbum e coloquei de volta na cama.  – Fica quietinha pra papai te trocar.

Além do “ai” quando lhe dei a palmada, ela não protestou muito. Coloquei a fralda usada no chão, em seguida segurei seus tornozelos para levantar suas pernas. Bem mais difícil do que é nos contos. Pra não quebrar o clima, a virei um pouquinho de lado e ela também ajudou. Com a fralda aberta embaixo do bumbum, comecei a limpá-la com os lenços umedecidos e em seguida salpiquei talco por toda a área. Incrível como, àquela altura, já estivéssemos tão íntimos que já não havia nenhuma timidez entre nós.

Continuamos nesse joguinho por mais algum tempo. A esta altura, acreditava que nossa brincadeira não sairia daquilo. Mas estava muito feliz porque cada momento tinha sido maravilhoso. Ainda houve mais uma mamadeira, mais algumas broncas e por fim, um prato de farinha láctea. Ela comia e se sujava propositalmente.

- Gostou, anjinho?
- Gotei muito, papai!
- Que bom, se sujou mais do que comeu, rs...
- É papai, bebê pexisa de banhinho.

Como sempre, ela ditando como ia ser a brincadeira. Nem pude fingir que aquilo me surpreendeu. No banheiro não havia banheira, como seria então? Depois de 5 segundos de silêncio, voltei a manter a postura.

- Ta bom, Milly. Deixa eu pegar umas roupinhas pra você e sua toalha...
- Tá, papai!
- Deixa eu ver sua bolsinha... – Ela já havia planejado isso: tinha uma toalha ali.
- Posso levá meu patinho? – Ela fala já o pegando.
- Vem com papai... – Pego ela pela mão em direção ao banheiro.
- Não, papai, meu banhelo é ali! – Ela aponta para o quarto dos pais. Era uma suíte e o banheiro deles, sim, tinha uma banheira. Eu não ligava de estar fazendo aquilo com uma garota comprometida, mas entrar no quarto dos pais dela me incomodava.

Comecei a encher a banheira, enquanto ela ficava de pé observando. Em seguida me viro pra ela, que me retribui com um sorriso atrás da chupeta.

- Levanta os bracinhos... – Peço com gentileza. Ela obedece sem questionar. Eu tento ser discreto mas não consigo não olhar para os seios dela. Volto a pensar na piadinha de “mommy” que eu disse a ela. Em seguida me abaixo pra retirar os adesivos da fralda. Ela permanece imóvel, apenas observando. Assim que a deixo totalmente nua, a olho nos olhos, que volta a sorrir pra mim.

-Vem, Milly... – Com carinho, levo ela até a banheira. Eu havia esquecido de tirar as presilhas e a chupeta, o que a deixava com o mesmo ar infantil, ainda que fosse uma mulher adulta e nua. O banho seguia tranqüilo, lavei seus Cabelos, rosto, braços, costas, barriga, pernas, bumbum, mas evitei tocar seus mamilos e genitais. Não queria nada forçado.

- Chega de banho! – Setenciei.
- Aaaahh, papai... – Ela reclamava enquanto eu ria e tirava a tampa da banheira.
- Aqui, sua toalhinha! – Eu a levantei, cobri e enrolei com a toalha.

Fomos para o quarto dela. A sentei na cama para pegar roupas e fraldas. Enquanto eu mexia em sua bolsa, novamente ela me puxou para me beijar. Dessa vez eu não me surpreendi e pude retribuir os beijos com mais facilidade. Dessa vez não ficamos só nos beijinhos. Foi intenso. Eu já estava me segurando por bastante tempo. Imagino que ela deva ter sentido a mesma coisa. Ela deve ter imaginado que valia a pena se arriscar como ela tinha se arriscado ao ficar comigo.

- Muito melhor do que eu esperava, Milly! – Eu falava a seu lado na cama.
- Pra mim também... – Ela respondia com carinho nos olhos.
- Por mim, ficaria aqui pra sempre! – Tentei ser gentil.
- Mas não pode! Hahahahha... daqui a pouco Alexandre* ta ligando pra vir aqui!

Eu achei legal o fato de ela o chamar de “Alexandre” e não por “meu noivo”. Mais do que manter as aparências, ela também quis ser gentil comigo.

- Quando que você volta? – A pergunta dela era quase uma inquisição.
- Só a gente marcar... você entra hoje no MSN?
- Entro! Aí a gente marca então!

Ainda conversamos um pouco, mas evitamos entrar em muitos detalhes. Pelo que eu a conhecia, ela só exporia seus sentimentos no MSN. A despedida só veio em meia-hora.

- Já que você vai ficar sozinha, vai ficar de fralda? – Brinquei com ela.
- Não, vou esperar meu papai voltar pra me colocar! – ela devolveu.

Mais dois beijos e nos despedimos. Enquanto a imagem dela povoava meus pensamentos enquanto eu voltava pra casa, eu ainda não sabia, mas ainda teríamos encontros como esse por mais um ano e meio, aproximadamente. Sempre com carinho, sempre com respeito e mais que nunca com a certeza que era ótimo ser infantilista.

Abraços,

Keyser.






terça-feira, 7 de maio de 2013

AUTOPRESERVAÇÃO


Olá amiguinhos aqui vai mais um post de um grande amigo meu o Daddy Keyser


O dicionário caracteriza autopreservação como “proteção contra a destruição ou lesão de si mesmo; tendência natural ou instintiva para agir em função de preservar a própria existência”.

 
Durante algum tempo eu tive meus conflitos internos em relação a isso. Com medo que descubram os sites que você visita, as coisas que você compra, os lugares aonde você guarda. Ter que planejar semanas pra ficar sozinho em casa... Viver quase que uma vida dupla, uma vida escondida. Acho que a maioria já passou ou está passando por isso. Não sei a vocês, mas isso me rendeu muitas dores de cabeça.

A primeira grande confusão que eu tinha era porque eu tinha que me esconder se o que eu faço não é errado? Sempre aprendi que quem não deve não teme, só quem faz as coisas escondidas é quem é criminoso , etc... Então não ser criminoso, não dever e ainda assim ter que me esconder não entrava na minha cabeça.

Lá estava eu, com perfis que não diziam meu nome real e nem minhas fotos reais. Substituí por fotos e nomes de personagens. Era como viver eternamente jogando um RPG, mas com consequências maiores. Imaginava a humilhação, a perseguição, tudo que envolveria se alguém me descobrisse. Já tinha a resposta na cabeça, eu iria dizer que tava navegando na net e sem querer achei aquele site e peguei as fotos pra amostrar aos meus amigos. Mas eu sabia que aquilo não ia resolver. Parecia que eu humilhava a mim mesmo. Não me assumia. Tinha vergonha de algo que eu não deveria ter vergonha. Eu podia me esconder do mundo, mas não de mim mesmo. Me sentia um hipócrita, fingindo ser alguém por fora e outro alguém por dentro.

Até que um dia eu tava com uma namorada vendo um site de fantasias sensuais e vi ali fantasias femininas de policiais, tigresas, enfermeiras, colegiais, doméstica e... vaca!?! É sério, tinha uma modelo com fantasia de vaca, com direito a sino no pescoço. E era um site famoso. Aí eu imaginei como devia ser, a mulher andando de quatro pelo quarto, com o sino balançando e chega um cara de botas e balde na mão, ar de sacana e diz “Mimosa, tá na hora de te ordenhar!” e ela dava uma olhada sexy pra ele, fazia um biquinho sensual e respondia “muuuuu...”.

Aí eu pensei “chega, né?”. Todo mundo tem suas fantasias, seus fetiches e vivem bem com eles. Só porque o meu era diferente eu tinha que viver em autopenitência? E mais: ninguém fala seus desejos mais íntimos, porque eu tinha que expor os meus? Quem garante que minha professora não curte se vestir de Rambo? Que meu chefe não curte fingir que é a Lady Gaga? Que minha vizinha quer fingir que é uma judia nas mãos dos nazistas?

Na prática, eu continuei com meus perfis de nomes e fotos de personagens, mas por dentro a mudança foi grande. Eu percebi que havia diferença entre me autopreservar, ou seja, não ficar espalhando pra Deus e o mundo o que eu faço na minha intimidade e ter vergonha do que eu faço na minha intimidade. Eu não tinha mais vergonha, e sabia que não era hipócrita. Eu não fingia ser nada. Apenas um cara comum mas com desejos diferentes que não dizem respeito a ninguém que eu não queira compartilhar.

Admiro as pessoas que expõem que são infantilistas em perfis de domínio de família, amigos, trabalho, faculdade etc. Mostra que você além de não ter vergonha, tem orgulho e faz questão que as outras pessoas saibam. É como um grito de independência. Mas, pra mim, é tão desnecessário quanto eu saber que minha chefe gosta que a chamem de eguinha pocotó na hora da transa. No dia que eu ver uma vantagem em dizer aos 4 ventos que sou infantilista, podem acreditar que irei fazer. Mas enquanto meus amigos continuarem os mesmos, os sites que visito continuarem os mesmos e eu puder evitar encheção de saco, vou ficar na minha.

Mas não porque eu tenha vergonha. E sim porque escolhi me preservar.

Abraços,

Keyser


terça-feira, 30 de abril de 2013

MEU PRIMEIRO ENCONTRO INFANTILISTA – PARTE 2

Olaaaa pessoas aqui vai a 2ª parte do encontro do Daddy Keyser


* Todos os nomes foram alterados

Nossa fantasia era bem simples: ela era uma adolescente que ainda molhava a cama e por isso seria infantilizada. Após 5 minutos, volto ao quarto.

- Mirella*! Mirella! Acorde! – a sacudo levemente na cama.
- Hm, que foi, pai? – ela fingia que acabava de acordar.
- Já são 10 horas da manhã. Você precisa acordar para tomar seu café-da-manhã!
- Hm... – ela se espreguiçava como uma gatinha – Ta bem, já to indo.
- Vem, vamos logo! – A apresso.
- Não, pai, vai indo, depois eu desço! – Ela fingia aflição.
- Por quê? O que está escondendo do seu pai, hein, menina?
- Nada, nada... apenas vá embora, já disse!

Aquilo foi libertador. Ela se soltou fingindo ser a menina levada e eu também, fingindo ser o pai brabo. Parecia que na verdade eu sempre me fantasiei de professor de cursinho e agora estava sendo eu mesmo. Não éramos atores, mas aquela fantasia era natural para nós, por isso quanto melhor a atuação dela, melhor a minha, e vice-versa.

Não demorou muito, e após eu descobrir que minha “filhinha” estava molhando a cama, e me respondendo com muita falta de respeito, ela precisava de uma lição.

Eu deveria estar receoso sobre como agir com ela. Deveria ter cuidado em não falar alto demais. Deveria ter cuidado em não segurar ela com muita força. Deveria ter cuidado em não dar tapas muito fortes em sua perna. Pois é. Deveria. Mas não tive. Naquele momento, de entrega total, deixei-me levar completamente.

Assim como em toda relação BDSM, havia uma palavra secreta, que no nosso caso era Roma, nova menção à Itália. Ela nunca falou Roma, o que me fez acreditar que ela também estava curtindo. No fundo, eu sabia que ela não falaria. Ela era muito mais ligada ao BDSM do que eu. Acho até que meus tapinhas eram baunilhas demais pra ela.

Após muita pirraça da parte dela e broncas da minha, era a hora da pôr as fraldas. Eu não podia e nem ia hesitar. Precisava manter o clima.

- O que o senhor vai fazer com isso? – Ela apontava para as fraldas que peguei
- Se você vai se comportar como um bebê, também vai ser tratada assim!
- Não, não sou bebê, não preciso disso! – Ela respondia e tentava fugir.
- Volta aqui! Tu vai me respeitar! – Eu a puxava e jogava na cama.

Era delicioso nosso jogo. Nessa hora, tive a colaboração dela. Apesar de ela fingir se debater, claramente, ela relaxou o corpo. Pensei que ela fecharia os olhos, mas ela ficou de olhos bem abertos enquanto eu retirava seu short e sua calcinha. Também parou de falar. Percebi que eu também já não falava nada e estava com a garganta seca. Aquela situação nos deixou em êxtase, quase hipnótico. Eu jamais havia colocado fraldas em uma adult baby e ela jamais tinha sido infantilizada.

Demorei ao máximo, e finalmente terminei de colocar a fralda nela. Ela era uma mulher linda, apesar do sobre-peso. De fraldas, era um sonho realizado. Fiquei ainda alguns segundos sem falar, nada, apenas a observando. Tentei continuar com a brincadeira: - Pronto, mocinha, isso vai lhe ensinar a se comportar!

Quebrando totalmente o clima, ela deu uma risada, me puxou e deu um beijo. Apesar de ter me pego de surpresa, não deixei de corresponder. Era interessante o quanto era natural pra mim estar beijando uma menina usando fraldas. Após o beijo, me sentia muito mais relaxado.

- Rs, isso não tava no roteiro, né? – Falei rindo pra ela.
- Hm, mais ou menos... – Ela também ria pra mim, maliciosa.
- Desde quando você queria me beijar?
- Desde quando você entrou pela porta! – Ela dizia como se fosse óbvio.

Após mais alguns beijos, estávamos completamente relaxados e já nos sentíamos íntimos. Resolvemos conversar melhor sobre tudo.

- Mirella, está difícil brincar com você. Com essa voz de anjo, rostinho de menina e jeitinho de neném, você conseguiu me cativar de todas as maneiras possíveis! – Falei isso pra deixar claro que eu tava gostando muito do nosso encontro.

- Nossa, hahahaha ... – ela ria de nervoso.
- Acho que eu tenho que ser direto com você, até pra isso funcionar direito.
- Tudo bem, eu gosto de sinceridade.
- Como nossa brincadeira de “menina levada” já foi pro espaço, o que quer fazer?
- Não sei... – foi a primeira vez que a vi realmente com vergonha.

Combinamos então de fazer algo mais light, agora que ela estava mais relaxada. Havia muitas coisas a fazer. Primeiro ajudei ela a colocar algumas presilhas no cabelo, para realçar o ar infantil. Ela me explicou como gostava da mamadeira e voltou a colocar chupeta na boca. Nessa nova parte, não haveria infantilização forçada. Ela já começaria sendo minha bebê.

- Papai, dá minha dedêla.
- Ta aqui, anjinho. – dei nas mãos dela a mamadeira.
- Não, papai, me dá no colinho! – seu pedido era quase uma ordem.
- Ta bem, ta bem... vem com papai... – A coloquei deitada em meu colo.
- Êêêê... – Ela comemorava, enquanto se aconchegava em mim.

Percebi que por mais que tentasse, era ela quem estava no comando ali. Eu podia ter a ilusão de controle, mas ela determinou todo o curso da brincadeira. Mas era de se esperar, afinal geralmente as famílias giram ao redor dos bebês até que eles cresçam. Se algum dia eu tive alguma dúvida sobre ser infantilista, tinha sumido naquele dia.



terça-feira, 23 de abril de 2013

SEXUALIDADE

Oláaaaaaa aqui vai mais um post do Daddy Keyser ^^


Confesso que um post sobre o tema acima vai trazer muito mais dúvidas do que respostas. Primeiramente porque eu admito que, assim como a grande parte da população, eu não tenho total domínio sobre este assunto. Mas acredito que, pelo menos entre nós, sexualidade não deveria ser algo tão tabu como eu vejo que é hoje.

A maioria dos infantilista se espanta com quem não têm visões iguais e prefere nem falar sobre isso, pra não perder a amizade. Really? Abandonar uma amizade porque o outro tem desejos diferentes do seus? De boa, se alguém deixasse de ser meu ‘amigo’ por isso, acho que eu não ia perder nada. Mas voltando ao assunto:

Quando eu descobri que era infantilista e comecei a interagir com outros bebês, eu passei por um choque, no que se refere a esta questão. Porque eu, nascido e criado na escola BDSM, nunca tive uma parceira spankee que ao final de uma sessão não quisesse sexo, assim como eu. Era bem claro, ao convidar pra uma sessão, quase que obrigatoriamente depois ia rolar uma transa. Até porque a menina ficava nua comigo durante umas 3 horas em média, comigo tocando seu corpo.

Aliás, essa é a minha grande dificuldade em entender:  Como Adult Babies, que não vêem o infantilismo com nem um pouquinho de conteúdo sexual,  ficam sem roupa na frente de outras pessoas que vão, literalmente, fazer carinho em suas partes íntimas sem sentir nem um pouquinho de tesão? Por tempos eu achava que era hipocrisia, mas hoje, de mente mais aberta, eu vejo que realmente tem gosto pra tudo.

Eu não sou assim. Pra mim as coisas são extremamente simples: Gosto de mulheres bonitas,  fico excitado ao ver mulheres bonitas nuas , mais excitado ainda ao tocar mulheres bonitas nuas e se essa mulher bonita nua estiver usando apetrechos infantilistas, chego ao meu nível máximo de excitação.

Conversando com amigos e amigas que não são como eu eles me explicaram o que rola: Infantilismo também é uma forma de viver. Nem tudo gira em torno de sexo e eles gostam de tudo que envolve, até dos mínimos detalhes como morder um brinquedo, ter seus cabelinhos penteados, ter alguém dando papinha... coisas que realmente não têm qualquer conotação sexual. E a troca das fraldas é só mais um acontecimento na rotina do bebê. Uma vez imergidos na fantasia, esquecem completamente de assuntos ‘adultos’, incluindo o sexo. O mesmo dito aos daddies e mommies que também não veem o infantilismo como fetiche sexual.

Não vejo o infantilismo apenas como estilo de vida. Eu tenho minhas fantasias também de fazer coisas sem nenhum conteúdo sexual, mas não nego que também tenho excitação sexual no infantilismo. Hoje eu estou casado, mas quando eu era solteiro  isso era uma vantagem, porque podia me relacionar com a grande maioria das infantilistas, com quem queria só que eu penteasse o cabelo e com  quem queria algo mais picante após a troca de fraldas.

Não veja isso como empecilho na hora de procurar um relacionamento. Porque aqueles que veem o infantilismo como fetiche sexual também são capazes de fantasiar com você sem te desrespeitar. E quem gosta de algo mais picante depois, tem que ter ciência que os bebês não são bebês o tempo todo. E quando são adultos, fazem coisas bem adultas.

Mas por favor, vamos falar mais sobre isso. E manter a amizade.

Abraços,

Keyser.


terça-feira, 16 de abril de 2013

MEU PRIMEIRO ENCONTRO INFANTILISTA – PARTE 1

Olaaaaa pessoas aqui vai a 1 parte de uma experiencia do daddy Keyser acho q todos vão achar interessante.



*Todos os nomes foram alterados.

(Fevereiro de 2004)

Uma das vantagens de ser professor de cursinho de informática é que se pode trocar as aulas com outro professor, sempre que há um bom motivo. E hoje não podia existir motivo melhor: Terei meu primeiro encontro infantilista!

Ao chegar ao endereço, peço ao porteiro para falar com o apartamento dela. Ela tinha 25 anos, 2 a mais que eu, e embora dentro do infantilismo ela fosse uma bebezinha dependente do “papai”, em sua vida cotidiana, era muito segura de si . Achava incrível como ela não tinha o menor pudor de me receber sozinha em casa, à luz do dia, enquanto os pais não estavam.

- Oi.
- Mirella? Sou eu.
- “Eu” quem?
- Advinha...
- hahahahaha...
- Vai me dizer que marcou com mais de um “papai” justamente hoje de manhã?
- não, não, pode entrar, hahahha...

A risada dela era revigorante! E isso só aumentava minha ansiedade. Ao sair do elevador, já vi o nº do seu apartamento. Com a porta já estava entreaberta, apenas empurrei e a vi de short, camiseta e um lindo sorriso no rosto.

Ela tinha cabelos escuros, lisos e longos. Estava um pouco acima do peso, mas nada exagerado, só o suficiente pra deixá-la mais avantajada. Sua pele, de tão branca, ficava rosada com o sol. As bochechas gordinhas, estavam sempre rosadas, o que lhe deu o apelido de Miss Piggy nos tempos de colégio e a deixava realmente com rostinho de menina. Cumprimentou-me com 3 beijos no rosto.

- Tudo bem, Milly?
- Tudo, e você?
- Bem melhor agora!
- Hum, sei... hahaha...
- Você não para de rir, né? Nervosa?
- Nããão, queísso, hahaha...
- Normal...

Mirella Rossi*. Ela não negava a descendência italiana. Filha de um casal de arquitetos, ela brincava dizendo que seus tataravôs projetaram a Torre de Pisa. Enquanto eu admirava sua beleza, eu pensava que, se não fosse o infantilismo, nunca teríamos um encontro. Quem é de fora do Rio não saberia, mas ela sim sabia a distância, geográfica e econômica, entre Bangu e Copacabana, onde ela morava. Sem contar o fato de ela estar noiva de um gerente da uma concessionária de carros.

Conversamos um pouco sobre como estávamos a 8 meses batendo papo e brincando virtualmente, sobre o tempo que levei pra chegar lá... após quebrar o gelo, começamos a falar no motivo de eu estar lá: infantilismo. Ela havia comprado tudo que queria. Chegou a fazer desenhos e colocar adesivos nas fraldas, para que não parecessem geriátricas.

- Já pensou que com seios desse tamanho, você ta muito mais pra “mommy” do que pra Baby?
- hahahaha... Aaah... maix eu xou neném, num quéio vilá mamãe inda naum...

Pelo MSN, o “baby-talking” dela apenas me fazia sorrir. Ao escutar ao vivo, vendo ela fazer biquinho e se encolher, o resultado era bem diferente. Aquilo realmente me excitava. Falar sobre os seus seios também a deixaram mais solta, como eu previ.

- Rs... Milly, posso tomar um banho? Depois a gente começa?
- Podi xim, papai, o banhelo é logo ali.

Ela não parava com o “Baby talking”. Foi difícil me levantar e ir ao banheiro sem ela ver o meu nível de “animação”. Enquanto eu tomava banho, pensava que aquele encontro tinha tudo pra ser bem melhor do que eu esperava.

- Milly? – perguntei, logo ao sair do banheiro.
- Aqui, papai, to dento do meu quartinho...

Chegando em seu quarto, era impossível não notar que ela era uma adult baby: Haviam bonecas e bichinhos de pelúcia por todos os lados. Ela me esperava sentada na cama, de pernas dobradas, abraçada a um ursinho e chupeta na boca. Ao me ver, começou a rir, pra variar.

Ela não brincava em serviço. Ou melhor, brincava, mas não perdia tempo. Pela postura retraída, percebi que ela, apesar de estar tomando a iniciativa, ainda continha traços de timidez. Percebi que estava na hora de eu também tomar a iniciativa. Não podia ficar retraído pelos fatores externos. Ela já era a “Baby” e agora eu seria o “Daddy”.
        
- Depois de tanto “brincar” no MSN, já sabemos bem o que fazer né? – perguntei.
- Nossa, acho que a gente já podia dar aula sobre isso! – ela respondeu sorrindo.

Ao vê-la, sozinha comigo em seu quarto com uma chupeta na boca, eu pensava que deveria ter sido mais claro sobre nossa sessão infantilista; Não falamos sobre sexo. Ia rolar ou íamos ficar só no babysitting? É complicado não ter conteúdo sexual, uma vez que ela estará nua e eu tocarei suas partes íntimas. Eu já tinha ficado “animado” só de ouvi-la falando como bebê, como seria quando estivéssemos totalmente imersos em nossa fantasia?

- Onde estão suas coisas de bebê?
- Aqui. – ela me amostra uma bolsa atrás da cama com tudo que era preciso.
- Preparada?
- Sim... um pouco ansiosa...
- Vou sair e esperar 5 minutos. Quando eu entrar pela porta, começamos, ok?
- ta bom. – ela fala e tira a chupeta.

Enfim, era melhor deixar rolar. Eu não iria forçar ela a nada, mas também não ia fugir se ela quisesse mais carinho do que aquele que eu dava a ela virtualmente. Resolvi me concentrar para fazer daquela sessão a melhor possível. Respiro fundo e esqueço tudo o mais que envolve eu estar ali, além do infantilismo.