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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Conto 12

Ola meus pequenos amiguinhos ^^

Chega a segunda parte do meu conto espero que todos continuem apreciando meu conto.

- Pai... – Não consigo falar e paro, ele então pega minha mão, ainda olhando os meus olhos e segura firma me passando confiança. – Eu vi você com uma mulher antes de nos virmos pra cá, porque não me contou que estava namorando? – Falo começando a chorar de novo.
Ele leva um susto com a noticia que eu dei a ele, que por um momento ele fica assustado e não consegue me responder, fica procurando uma resposta e diz.
- kitty porque não me contou quando me viu com ela eu poderia explicar a gente teria conversado naquela hora. – Ele continua firme, mas desvia o olhar. – Eu sei que quando você me viu com ela deve ter passado milhares de coisas em sua cabeça. Mas agora nos vamos conversar e tudo ficará bem. Você confia em mim? – Eu seguro firma a mão do pai.
- Eu confio, mas naquele momento que eu te vi com aquela mulher que eu nem sei o nome isso me deixou com medo que talvez eu não fosse mais sua princesinha. – seguro mais firme sua mão agora com as duas mãos. – E isso fez com que eu não conseguisse mais acreditar em nada, me desculpe se eu mudei com você, mas estou tão insegura que não acredito que você escondeu uma coisa tão importante. – Nesse momento ele me abraça bem forte.
- Minha bebezinha não importa com quem estou saindo porque você vem sempre em primeiro lugar pra mim. – Pai ainda me abraça tão forte que está quase me deixando sem ar. – Escute o que o papai está falando você sempre será minha filha, a pessoa mais importante da minha vida e não importa se eu tenha uma mulher ou não você e a única. – Nesse momento ele para de me abraçar e fica olhando fixo nos meus olhos, fico tão nervosa que para de chorar fico apenas olhando nos olhos dele sem saber o que pensar e em que acreditar. – Quero que você acredite em mim, só vou parar de te olhar quando eu sentir que você confia em mim. Eu sei que foi errado não ter contato que eu estava saindo com uma mulher, mas eu queria ter certeza de que iria dar certo.
Quando finalmente abaixei os olhos em desistência fico olhando para baixo para baixo assimilando tudo que o pai havia me dito, tentando pensar nas coisas sem ficar chateada e tentando me controlar para não começar a chorar de novo.
- Pai eu não sei, porque não vai cuidar da Renata que eu vou pensar no que você disse. – Ele pega na minha mão.

- Não, se eu sair do quarto você vai junto não vou desgrudar o olho de você em nenhum momento menina, toda vez que eu tiro os olho você some, assim papai fica muito preocupado. – Fico parada não quero encarar a Renata depois da cena que fiz estava com vergonha e ainda com ciúmes dela de ver como meu pai estava carinhoso com ela.





segunda-feira, 30 de junho de 2014

Conto 11

Ola desculpe a demora meus coleguinhas para postar é que estava sem muito animo mas agora acho que volto ao normal bjinhosssss a todos meus pequenos ^^


No dia seguinte quando eu acordei meu pai não estava na cama, fiquei meio assustada, procuro o pai por todos os lados e não encontro ele em lugar nenhum, é estranho porque ele nunca me deixa sozinha no quarto sempre me espera acordar ou me acorda para trocar minha fralda, e descermos para tomar café da manha. Saio da cama pego um shortinho que caiba com a fralda, vou para a porta do quarto e saio para procurar meu pai. Quando estou no corredor ouço a voz do pai e da Renata. Desço e vou seguindo a voz deles, quando eu chego à sala vejo eles brincando, fico parada observando a cena. Quando meu pai percebe que estou observando, para e olha pra mim e fala.
- Olha finalmente minha dorminhoca acordou, venha aqui minha lindinha que o papai vai verificar sua fraldinha. – Pai continua olhando para mim, porem continuo parada olhando pra ele, me sinto estranha e saio correndo para o quarto. – Filha espera o que aconteceu? – Pai sai correndo atrás e mim, quando entro no quarto fecho a porta e fico segurando para que ninguém entre, começa a sair lagrimas dos meus olhos.
Pai bate na porta, mas não quero deixar ele entrar, me sinto estranha com a cena que vi lá em baixo os dois se divertindo, pareciam bem felizes começo a chorar mais ainda, pai continua batendo na porta pedindo para que eu o deixe entrar.
- Filha abra a porta vamos conversar, por favor. – Pai fica batendo na porta do lado de fora. – Filha se você não me dizer o que você tem não tem como eu te ajudar minha filha.
- Pai, por favor, me deixa ficar sozinha não quero conversar com você nem com ninguém agora. – Falo com voz de choro.
- Filha, não vou embora, enquanto você não abrir esta porta e vier falar comigo, e você precisa trocar a fralda  antes que fique assada. – Pai fala e continua a bater na porta
- Então fique ai fora eu não vou abrir a porta agora quero ficar sozinha e não me importo se vou ficar assada não ligo. – Falo deitando na cama e chorando – Só me deixe em paz por um momento, é só o que eu peço.
Continuo deitada na cama chorando pensado na cena que eu vi, silencio do lado de fora e imagino que o pai foi embora, ainda com lagrimas nos olhos e ao mesmo tempo curiosa abro um pouco a porta e espio do lado de fora para ver se tinha alguém do lado de fora.
Quando abro a porta vejo o pai esperando e, de repente, ele emburra a porta para poder entrar na porta com o susto não deu tempo de fechar a porta impedindo ele de entrar. Em seguida pai fecha a porta e me leva ate a cama com cara de bravo e diz.
- Agora vamos conversar serio só nos dois. – Pai fala ainda com cara de bravo, mas parece estar com pena de mim por me ver chorar ainda. – Nós só vamos sair desde quarto depois que você me falar tudo o que esta se passando com você, e resolvermos tudo certinho.
Ele me leva até uma cadeira que tem perto da cama e senta na cadeira e me puxa para sentar na cama de frente para ele, fica olhando nos meus olhos e fica esperando algum comentário. Como não veio resposta de minha parte ele diz.

- Agora me conte o porque você esta assim, o que acontece com você que esta desobediente chorando e não quer nem ficar com  a sua prima, e quando me vê com ela fica assim e diz que não esta com ciúmes, então não sei o que esta havendo, eu quero saber e agora não vamos a lugar nenhum até nos resolvermos tudo por aqui. – Pai não tira os olhos dos meus. Então suspiro fundo e tento falar.






quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Conto parte 10

Olaaaaa meus pequeninos feliz dia das bruxasss a todos, bem desculpem a demora mas vou tentar postar pelo menos uma vez por semana e hoje vou postar mais uma parte do meu conto espero que vocês gostem e o conto esta chegando ao fim, mas quem sabe não há continuação no futuro
 bjinhosssss e que se divirtam muito neste dia  ^^

- Pai eu gostei muito são lindas, só que não sei se tenho coragem de usar na minha idade, a fralda foi porque eu precisava com meus acidentes, a chupeta se aparecer alguém à qualquer momento posso esconder em qualquer lugar. Mas a mamadeira e muito grande pra esconder, não quero que ninguém me veja com ela. – Falo olhando para a mamadeira.
- Tenho uma proposta, que tal enquanto estivermos na casa da tia, você tome a mamadeira a noite antes de dormir. Ninguém vai ver usando e se você gostar e achar que será legal quando voltarmos pra casa poderá usar a mamadeira quando quiser. Só mora nós dois lá. – Pai fala guardando a mamadeira de volta no saco de compras –  Enquanto isso vamos manter ela bem escondida na sua mala. – Continuo olhando para a mamadeira. – Ou vc quer experimentar agora mesmo nós já vamos dormir se quiser uma mamadeira de leite morno com chocolate. Eu prometo que nem tia nem a Reh vão ver tudo bem?
- Tá pai eu vou querer sim obrigada – Falo corando. – Vou ficar esperando deitada na cama tudo bem pai? – Pai abre um grande sorriso pra mim.
- Claro amor pode ficar deitadinha que assim que eu terminar eu trago e dou na sua boquinha. – Pai fala e sai do quarto com a mamadeira.
Enquanto isso eu fico no quarto olhando para o teto e pensando no dia de hoje, fiquei muito feliz por ter ido de fralda para o shopping, ao menos não tive que sair correndo do brinquedo para ir ao banheiro. Enquanto pensava nas coisas estava distraída e de repente o pai a chupeta da minha boca e levo um susto.
- Calma amor, é o papai levou um susto amorzinho. – Pai fala se sentando na cama.
- Nossa pai levei um susto. – Quando me recupero do susto sorriu para o pai. – Pai me mostra a mamadeira e começa a chacoalhar todo animado.
- A minha filhinha quer isto aqui quer bebê. – Fala me mostrando.
- Eu quero papai. – Fala olhando pra ele.
- Então vem aqui no colo do papai que o papai vai dar na sua boquinha. – vou ate perto do pai e ele faz um gesto para que eu coloque a cabeça no colo dele. – Muito bem, agora abra a boquinha. – Abro a boca e fecho os olhos, fazia muito tempo que não sentia esta sensação de tomar mamadeira e é muito boa. – Tá gostando? – Balaço a cabeça e tento sorrir sem tirar a mamadeira da minha boca.

Enquanto estou mamando o pai faz carinho na minha cabeça com a outra mão, está muito bom ficar ali no colo do pai e ele fazendo carinho, me sinto protegida e começa a me dar sono, então começo a abrir e fechar os olhos lutando pra não dormir. Depois de alguns minutos começo a cochilar ainda com a mamadeira na boca, sem me acordar e com muito carinho meu pai tira a mamadeira da minha boca e coloca a chupeta deita na cama ao meu lado.




sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Conto parte 9

Olaaaa meus parceirinhos, como prometido aqui vai uma parte do meu conto, espero que gostem e vou me esforçar pra postar mais ta bem só que estou sem ideias e experiencias para postar. mas assim que sair o desafio irei postar.


- Ainda não sei não mamãe, Kitty o que você vai jantar? – Renata me pergunta olhando as coisas que para comer, ate a Renata parar e ficar olhando animada. – Mamãe quero comer esse lanchinho pra ganhar essa bonequinha, por favor?
- Sim querida a gente compra pra você. E você Kitty também quer o lanchinho pra ganhar o brinquedinho. – Tia fala e eu coro.
- Ahhh não sei tia, ainda estou pensando, mas acho que vou pegar também e eu e a Reh podemos brincar juntas. – Coro mais ainda do que antes e o pai ri.
O pai e a tia escolhem as comidas deles e depois pediram nossos lanches, estava gostoso o lanche e as bonequinhas são bonitinhas. A Renata nem ligava das pessoas ficarem olhando para ela, enquanto ela brincava com a bonequinha dela.
Depois da janta nos tomamos sorvetes e fomos para casa, pois os nossos pais disseram que já estava tarde e na hora de ir dormir. Chegamos em casa a tia subiu junto com a Renata para o quarto dela, e o pai e eu subimos para o nosso quarto.
- Filha você gostou da sua bonequinha? porque parece que sua priminha adorou a bonequinha dela. – Pai fala enquanto pega minhas coisas pra me preparar pra dormir.
- Gostei sim, obrigada papai. – Pai viu que me corei e me abraça.
- Que bonitinha minha bebezinha esta com vergoinha. Agora deita ai que vou ver se está precisando de uma troca de fraldas, depois que já estiver pronta vou mostrar uma surpresinha que comprei pra você. – Pai me verifica e vê que estou muito molhada. – Nossa filha você esta muito molhadinha desde quando você esta com a fraldinha molhada? – Fala me olhando desconfiando.
- Bom pai eu estava com a fralda molhada antes de irmos jantar, mas não falei nada porque estava com vergonha de falar. – Falo de cabeça baixa.
- Ah minha menininha você pode falar quando precisar ser trocada o papai tá aqui pra isso, porque se ficar muito tempo molhadinha pode ficar assadinha e não quero minha bebezinha reclamando que esta com dodói. – Pai me pega no colo antes de me trocar e pega minha chupeta que estava em cima da cômoda e me mostra. – A minha nenenzinha quer a chupeta agora? Acho que a chupeta vai entrar voando na boquinha da minha neném. – Pai coloca a chupeta na minha boca e eu pego de uma vez. – Nossa isso que é vontade de chupar a chupeta. Agora vamos deitar essa bebezinha para trocar e irmos nanar que já esta tardinha.
Pai me deita com carinho encosta o dedo no meu nariz – Esse narizinho de quem é – e começa a brincar comigo, vai tirando as fitas da fralda – Temos que tirar a fraldinha da bebê que está bem molhada. E esta barriguinha também está molhadinha deixa eu ver – Faz cocegazinha e assopra. – Não, não esta molhada não e agora vamos limpar aqui. – Começa a limpar e pega uma fralda limpa. – Aqui esta uma fraldinha limpinha pra minha bebezinha ir nanar bem cheirosinha. – Coloca a fralda e fecha as fitas. – Prontinho minha neném já esta limpa e cheirosinha e agora vou pegar a surpresa e mostrar acho que a minha florzinha vai adorar.
Pai pega a sacola que trouxe do shopping e me mostra uma mamadeira toda cheia de desenhos de flores e nuvens rosa e depois mostrou uma fralda de pano toda bordada, achei tudo muito bonita, só que acho que o pai esta pensando que eu ainda sou bebê para usar essas coisas. Fico feliz e ao mesmo tempo fico sem graça e de cabeça baixa. Quando pai vê como estou, me olho nos olhos e fala.
- O que foi meu amor? Não gostou dos presentes que eu comprei pra vc? – Pai fala meio triste. – Se não quiser não precisa usar só achei que vc iria gostar de tomar uma mamadeira de leitinho com chocolate antes de nanar.


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Conto 8

Olaaaaa tudo bem pessoas desculpem por não ter postado mais, porem estou sem ideias mas aqui vai mais parte para vocês espero que gostem.

A tia tira a fralda dela e a manda tomar banho. Ela termina de tomar banho se enrola na toalha e a tia tira minha fralda e me manda tomar banho que ela iria colocar a fralda na Renata para depois irmos ao shopping. Terminei o banho e fui para o quarto, quando chego lá pai fica me esperando com uma fralda na cama e uma blusa e uma saia em cima da mala.
- Pai pra que esta fralda. – Falo assustada. – Não acredito que você acha q eu vou pro shopping de fralda eu não estou de castigo.
- Calma filha vamos conversar. – Pai fala sentando na cadeira. – A tia me pediu pra deixar você de fralda também pra que a Reh não se sinta mal no shopping, e eu concordei com ela disse que estaria tudo bem.
- Pai você não fala por mim, eu não vou usar fralda no shopping, esquece isso. – Falo brava com isso. – Se for pra mim usar isso eu prefiro ficar aqui na casa sozinha.
- Filha você não esta facilitando as coisas faça isso pra sua prima eu to te pedindo faz isso por mim seja uma boa menina.
- E como você quer que eu facilite com o que esta me pedindo – Começando a ficar nervosa com a insistência do pai. – Não vou fazer pai, eu não tenho culpa que a Reh esta de castigo e precise usar fralda, mas não vou usar também só pra ela se sentir melhor com isso.
- Você está sendo mal criada de novo da primeira vez eu deixei passar, mas agora não deixo passar. Está de castigo também, vai usar fralda no shopping sim eu estou mandando. – Pai fala levantando da cadeira e indo em minha direção.
- Pai isso não e justo comigo, você não tem esse direito de fazer isso. – Falo me afastando dele conforme ele vem chegando perto.
- Eu sou seu pai e você vai fazer o que mandar menina agora deita lá na cama, se você for uma boa menina e não reagir eu vou comprar um presente pra você no shopping.
Sem muita escolha eu deito na cama e deixo que ele coloque a fralda em mim. Começo a chorar de raiva pelo pai estar me obrigando a ir de fralda no shopping, ele vê que estou chorando e coloca a chupeta na minha boca, termina de colocar a fralda, senta ao meu lado e me pega no colo.
- Filha eu sei que você esta brava, mas por favor tente me entender, fiz isso pra que sua prima não ficasse muito envergonhada de ir de fralda lá, tento você do mesmo jeito que ela, ela se sentirá mais a vontade e tenho certeza que se fosse o contrario ela iria de fralda pra você se sentir melhor. Faça esse esforcinho pro papai, como eu disse se você se comportar bem vou te dar um presentinho. – Pai fica comigo no colo ate eu parar de chorar. Depois ele limpa meus olhos tirando as ultimas lagrimas. – Pronto agora que a minha princesinha esta mais calma vamos lá papai vai ajudar a bebezinha a colocar a roupa pra irmos passear.
Pai tira a chupeta da minha boca, me coloca na cama sentada e vai ate a mala e pega a roupa que estava separada, me ajuda a colocar a blusinha, e em seguida pega a saia e fala pra mim levantar os pés, eu levanto e ele coloca, pede pra mim levantar, eu levanto e ele levanta a saia. Me olho no espelho que tem no quarto e pai fala
- Viu meu amorzinho ninguém vai perceber que você esta de fralda, não é tão ruim assim não e? – Não falo nada. – Agora escolhe o sapatinho que você vai usar pode ser qualquer um. Se não quiser escolher papai escolhe pra você. – Continuo calada apenas pega uma sandália que eu achei e calço.
Desço e a tia Rosa e a Renata já estão preparadas, tia Rosa esta com uma bolsa preta grande nas mãos, acho que a bolsa tinha algumas fraldas pra Renata, pois não vi a bolsa rosa que o pai tinha levado de manha no parque. Pai desce em seguida segurando umas fraldas entregando pra tia Rosa.
- Rosa vou levar apenas algumas fraldas pra Kitty se ela precisar ser trocada você pode emprestar as coisas da Reh, assim a gente evita carregar muita coisa na mão.
- Tudo bem, com isso não se preocupe. Agora nos podemos ir ao shopping pra nossas meninas irem brincar no parquinho e depois comermos.
Renata estava muito envergonhada, acho que a tia Rosa tinha dito o que eles tinham conversando no quarto dela. A Renata nem olhava pro meu rosto. Então fomos os quatro para o shopping.
Quando chegamos lá pai me ajudou a sair do carro e a tia ajudou a Renata.
- Pronto minhas meninas chegamos ao shopping agora vocês podem ir brincar um pouco no parquinho. – Pai fala pegando na minha mão. – Eu e a tia vamos fazer umas compras antes de chamarmos vocês para comerem ta bem. Só que fiquem la no parquinho não quero que se percam de nos.
- Tudo bem tio, mas vocês vao demorar nas compras? – A Renata fala quando a tia pega a mao dela para leva-la para dentro do shopping.
- Não querida não vamos demorar não só vou comprar algumas coisas pra mim e pra Kitty, daqui alguns dias estamos de partida, tenho que preparar as coisas.
- Entao vamos deixar as meninas lá e vamos fazer comprinhas maninho, ai depois a gente leva elas pra paparem. – Tia fala já na entrada do shopping.
Continuo quieta, apenas sou guiada ate o parquinho do shopping, que tem vários brinquedos para todas as idades. O pai e a tia nos deixam lá no parque e vão fazer as compras. Ainda estava muito chateada com o pai e o que ele me obrigou a usar, sem perceber quando começo a prestar atenção em volta vejo a Renata me olhando com cara de culpada e lagrimas nos olhos. Fico com remorso e vou conversar com ela.
- Reh não chora não, tá tudo bem não e a melhor coisa do mundo pra se usar em um lugar como o shopping, mas se ninguém perceber está tudo bem. – Falo pegando ela pela mão e dando um sorrinho pra ela. – Eu sei que você quer brincar então vamos brincar um pouco antes que os nossos pais cheguem.
- Me desculpe por você ser obrigada a usar fralda aqui também, se eu soubesse não teria concordado com a mãe. Sinto muito. – Renata continua me olhando e sem querer sair do lugar.
- Reh tudo bem, venha brincar antes que eu desista e vá brincar sozinha, você estava tão animada. – Finjo que vou sozinha pra um brinquedo e a Renata me segue toda feliz.
- Me diga Reh onde você quer brincar? – Falo sorrindo pra ela.
- Ah não sei Reh você escolhe, pode ser qualquer brinquedo. Eu não ligo não, nunca fui muito de brincar.
- Então Kitty você vai brincar comigo durante muito comigo em todos os brinquedos.
Renata me pega pela mão e me leva para os brinquedos, confesso que me diverti bastante. Deu tempo de brincarmos em cinco brinquedos quando vimos os nossos pais esperando por nos no brinquedo que nos estávamos. A Renata se divertiu tanto ou mais que eu sempre que eu olhava pra ela, ela estava com um grande sorriso no rosto.

- Então minhas meninas agora que se divertiram bastante vamos comer e depois ir embora, porque já passou da horinha de nanar de vocês. – A tia fala nos chamando pra irmos pra praça de alimentação. – Já sabem o que vocês vão comer? 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Conto parte 7

Mais uma parte do meu conto espero que todos estejam gostando ^^


Enquanto isso a Renata e o pai continuavam rolando na grama, pai começa a fazer cocega novamente, os dois estavam se divertindo até que se deram conta olharam pros lados e não me viram.
- Reh você ta vendo a Kitty por aqui no quintal? – Pai fala olhando dos lados não me vê. – Você viu se ela foi pra algum lugar e nós não vimos. – Pai fica preocupado.
- Não tio eu não vi não, mas se ela tivesse saído pelo portão a gente ouviria o barulho do portão abrir, então acho que ela está se escondendo aqui no quintal ou dentro da casa. – Renata olha pros lados e não vê ninguém. – Tio vai ver dentro da casa que eu vou ver se ela tá escondida em algum lugar aqui no quintal. Se eu achar ela eu dou um grito e se você encontrar também.
- Tá bem, mas não é pra você sair daqui do quintal tudo bem? – Renata faz que sim com a cabeça. – Qualquer coisa é só chamar.
A Renata começa a procurar no quintal, enquanto o pai vai pra dentro da casa olha na sala, cozinha, banheiro e não vê ninguém, vai andando pelos quartos e nada. A última esperança dele era o quarto onde nos estávamos dormindo, que ficava no final do corredor. Quando o pai chegou ao quarto me viu sentada ao lado da cama escondendo o rosto nas pernas.
- Filha fiquei preocupada porque saiu sem avisar assim. – Pai fala chegando perto e sentando ao meu lado. – O que tá acontecendo amor, olha pra mim porque você tá assim. – Coloca o braço no meu ombro.
- Não tá acontecendo nada não pai. – Abaixo o rosto e volto a esconder nas pernas. – Me deixa aqui pode voltar a brincar com a Reh, só to cansada.
- Não vou embora daqui enquanto você não me dizer o que esta acontecendo? Você tá com ciúmes se estiver filha é só me dizer, você nunca agiu assim. – Pega meu rosto e me faz olhar nos seus olhos.
- Por favor me  deixa em paz pai eu to bem, so quero ficar sozinha um pouco. – Falo me livrando das mãos dele e virando o rosto. – Pai quando nos vamos embora daqui?
- Vamos ficar mais uns dois dias porque? Você quer ir embora mais cedo?
- Não pai era só pra saber porque você ainda não tinha dito quando iriamos ir embora. Pode ir lá fica com a Reh pai, você prometeu pra tia que iria tomar conta dela, ela deve estar preocupada. – Levanto e vou deitar na cama. – Eu estou cansada quero ficar aqui, vai chamar a Reh pra brincar.
- Filha você tá se comportando como uma criança – Pai levanta – Na verdade você não tá se comportando como criança e sim como uma bebezinha mesmo, porque criança ainda conversa e diz o que esta acontecendo, os bebês não eles só ficam bravos e reclamando.
- Ótimo então me deixa aqui resmungando e vai cuidar da sua sobrinha favorita. – Falo me virando de costas
- Esse é o problema a sua prima? – Pai fala começando a se irritar por eu ter dado as costas. – Vire pra mim sabe que é feio virar as costas quando alguém tá falando com você. – Neste momento a Renato ouve a conversa entra no quarto.
- Tio tá tudo bem aqui? – Renata fala com receio de atrapalhar a discussão.
- Sim Reh tá tudo bem sim, vamos voltar pra fora pra brincar acho q sua prima Kitty, se continuar com a má criação vai ficar de castigo também.
Pai sai do quarto com a Renata com cara de bravo e eu fico no quarto deitada de costas para a porta, em silencio pensando em tudo que aconteceu no dia de hoje. Tentando entender porque estava agindo assim toda vez que eu via o pai junto com a Renata. Relembrando as coisas começa a cair lagrimas dos meus olhos. Continuo pensando até que adormeço.
Passo uma hora mais ou menos e acordo assustada com o pai verificando minha fralda, ele parecia mais calmo agora, que tinha passado um tempo. Como acordei assustada levanto um pouco e me apoio nos meus braços. Olho para o pai que já estava de banho tomado e falo.
- Desculpe por ter falado com você daquele jeito, não sei o que aconteceu comigo. – Sento na cama e dou um abraço no pai. – Desculpe.
- Tudo bem, agora me diz porque você esta agindo assim? – Me abraça com força. – Vamos conversar tudo bem agora que nos dois estamos mais calmos.
- Mas pai você não deveria tá tomando conta da Reh? Onde ela está? – Solto do abraço e olho para o pai.
- Tudo bem filha a tia Rosa já chegou e esta tomando conta da Reh agora, e nos vamos conversar. Quero entender seu comportamento de hoje a tarde você nunca fez má criação assim. – Pai senta mais perto de mim e espera uma resposta.
- Eu não sei o que aconteceu só que vi você brincando com a Reh daquele jeito, e não sei comecei a me sentir com um pouco de ciúmes, eu acho. Mas eu realmente não sei se é ou não. Só me incomoda um pouco.
Pai me abraça, faz carinho em mim e fica assim por um tempo, me abraça mais forte quando sente que eu estou soluçando, se afasta de mim e olha para o meu rosto e limpa as lagrimas dos meus olhos.
- Filha não precisa ter ciúmes de mim com a Reh, você e minha princesinha. – Me coloca no colo e da um beijo na minha testa. – E sempre vai ser minha bebezinha linda. E não é porque eu estou brincando com a Reh que eu deixei você de lado, estávamos todos brincando meu amor. – Começo a chorar mais ainda. – Filha se você não me dizer o problema não tem como eu te ajudar.
- Não sei pai, mas nunca tive que dividir você com ninguém você sempre me deu muita atenção e ver você com a Reh daquele jeito. – Falo abraçando ele e encostando a cabeça no seu ombro. – Me fez sentir meio rejeitada.
Pai me abraça mais forte, vendo que estou chorando muito, faz carinho na minha cabeça e não fala nada ate eu me acalmar e parar de chorar. Ele me olha nos olhos e sorri pra mim.
- Porque você esta sorrindo pai? – Olho pra ele sem entender.
- A minha princesinha esta com ciuminho do papai. – Pai fala fazendo cocega na minha barriga. – Que tal fazermos assim nos íamos ao shopping certo, ainda da tempo e nos podemos falar pra tia Rosa ir junto e jantarmos lá. E você e a Reh podem brincar no parquinho do shopping.
- Por mim tudo bem. – Sorrio achando a ideia legal. – Será que a Reh vai gostar ela ainda esta de castigo, as vezes ela pode ficar com vergonha.
- Não se preocupe a Reh vai gostar, vai ser bom ela passar um tempo com a mãe dela também e vamos dar um tempo pra tia Rosa descansar sem se preocupar com comida. – Pai me coloca na cama e se levanta. – Vamos lá convidar elas antes que a tia comece a fazer a janta.
Levanto também e o pai me pega pela mão e nos vamos para o quarto da Reh onde a tia estava trocando a fralda da Renata, quando entramos as duas olham pra nos.
- A dorminhoca acordou então. – Tia fala pra mim quando me vê de mãos dadas entrando no quarto. Quando entramos a Renata fica um pouco vermelha de vergonha.
- Nos viemos aqui fazer um convite especial pra vocês, que tal irmos ao shopping jantar lá? Desde que chegamos ainda não saímos juntos o que vocês acham? – A Renata fica empolgada com a ideia.
- Pode ser uma boa faz tempo que não vamos ao shopping não é Reh? Nos vamos aceitar seu convite e vamos com vocês. – Tia fala terminando de trocar a Renata. – Ainda tá cedo pra irmos ao shopping. Meninas querem assistir desenhos daqui uma hora mais ou menos vocês tomam banho pra nos irmos ao shopping.
- Tá bem tia, Reh vamos lá assistir desenho então. – Sorriu chamando a Renata, ela sorri e volta e nos vamos para a sala.
- Marcelo vamos conversar um pouco, quero falar com você. – Tia fala se sentando na cama da Reh. – Meninas podem ir assistir desenho que eu e o meu maninho vamos conversar um pouco tá bem, quando chegar a hora de tomar banho nos chamamos vocês.
Nos fomos pra sala e ligamos a TV a tia e o pai ficaram no quarto da Renata conversando, sentamos no sofá e ficamos lá. Depois da conversa que tive com o pai fiquei mais calma, a Renata era legal eu só com um pouco de ciúmes dela. Ficamos conversando durante os intervalos dos desenhos.
- Kitty posso te perguntar uma coisa? – Renata fala sem graça.
- Claro Reh pode perguntar o que você quiser. – Sorriu pra ela.
- Hummmm... eu queria saber porque você estava discutindo com seu pai? O tio sempre te tratou com muito carinho, achei que vocês não brigassem – Renata fala meio sem graça com a pergunta que tinha feito.
- Na verdade nem eu sei direito o porque deu estar discutindo com ele, mas as vezes eu discuto com ele porque eu sou muito teimosa. – Rio. – Mas não se preocupe não foi por sua causa.
- Você tem certeza? – Ouvindo isso a Renata fala mais animada. – Que bom já estava me sentindo culpada pela discussão de vocês dois.
- Não se preocupe Reh.
Como eu e a Renata estávamos de fralda, fizemos xixi na fralda mesmo, porque depois íamos tomar banho mesmo, nos íamos ter que tirar a fralda pra isso. Passado um tempo a tia vem nos chamar pra irmos tomar banho, ela tinha me dito que meu pai estava se arrumando e por isso ela iria tirar a minha fralda. Fiquei sem graça com o que a tia falou.
- Tia tudo bem eu posso tirar minha fralda sozinha não preciso de ajuda não, é fácil tirar a fralda. – Falo ficando cada vez mais vermelha com a ideia da tia me trocar.
- Não seja boba Kitty, não tem problema nenhum, já tenho que tirar a fralda da minha menina, tirar a fralda de outra menina ainda mais sendo minha sobrinha não tem problema nenhum pra mim. E seu pai me pediu pra fazer isso enquanto ele faz algumas coisas lá no quarto. – Tia fala pegando a minha mão e a da Reh e nos levando para o banheiro. – Não vai ter problema de vocês duas tomarem banho juntas não é verdade, assim já tiro a fralda das duas.
- Tia se não se importa eu tenho vergonha eu gostaria de tomar banho sozinha eu espero a Reh tomar banho.
- Tudo bem se você acha melhor assim então tá bem, Reh venha aqui pra mãe tirar a sua fralda e você poder tomar banho. Como você tá de castigo a mamãe pegou um vestido pra você usar hoje pra ficar mais fácil de trocar você caso precise. – Renata cora com o comentário, porem não diz nada. 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Conto parte 6

Segue a parte 6 do conto ^^


Pai terminou de nos trocar e fomos ao quintal, pois a Renata queria brincar até a tia Rosa chegar e o pai tinha dito que nós iriamos brincar com ela. A Renata sempre gostou de brincar na areia então a tia Rosa construiu uma caixa de área pra ela quando ela era pequena, e como a tia pretendia ter mais filhos deixou o brinquedo como estava. Chegamos à caixa de areia e fiquei meio envergonhada por ter que brincar.
- Vai lá filha brincar com a Reh, depois de brincar vocês duas tomam um banho, quando a tia Rosa chegar vou falar pra ela que nos vamos ao shopping dar uma volta. – Pai me empurra pra dentro da caixa de areia, neste momento a Renata já esta pegando alguns brinquedos pra nos brincarmos na areia. – Bom meninas enquanto vocês brincam ai na areia eu vou ficar sentado na cadeira se precisarem de algo é só chamar vou ficar aqui pertinho observando vocês.
- Tio você também vai brincar, peguei vários brinquedos pra nos três, e você disse que “nós” íamos brincar não e verdade Kitty? – Falando isso a Renata da uma piscadinha.
- Verdade pai quando você estava me trocando disse que você tinha prometido pra Reh que iria brincar também. – Devolvo a piscada para a Renata. – Você vai brincar com a gente agora. – Pego o pai pelo braço.
- Mas filha papai tá cansado – Pai começa a inventar desculpas, continuo puxando ele pra dentro da caixa de areia. – Meninas brincam vocês eu não brinco faz muito tempo já devo estar enferrujado. Filha você sabe que papai não gosta de ficar sujo.
- Nada disso pai você disse que iria brincar então vamos brincar, e outra se sujar e fácil e só tomar banho depois, foi isso que você disse pra nos pai, não é verdade Reh? – Dou um sorriso pra Reh.
- Sim tio, o shopping não vai fechar cedo, a gente não demora tanto pra tomar banho. E promessa é promessa.
- Tudo bem vocês duas me convenceram fazer o que né se eu prometi vou ter que cumprir agora vamos brincar, mas nada de ficar me sujando ouviu vocês duas – Aponta o dedo pra nos.
- Pai você vai brincar na caixa de areia e não quer se sujar é meio difícil, quando a gente era pequena ficávamos com areia ate na cabeça. – Me sento no cantinho da caixa e faço sinal para que a Renata e o pai se sentem também.
O pai e a Renata se sentam ao meu lado e começamos a fazer um buraco na areia, quando eu chego perto da Renata e falo no ouvido dela bem baixinho para que o pai não escute.
- Reh o que você acha de nós molharmos o pai? – Rio baixinho. – Ele não vai esperar um ataque de água. – Apontando o dedo para os baldes. A Renata viu e começou a sorrir gostando da ideia. – Afinal o pai disse que não era pra nos sujarmos ele, não disse nada sobre molhar ele.
- Tio eu e a Kitty vamos pegar agua nos baldinhos pra fazermos um castelo de areia tá bem, pode ficar ai que daqui a pouco nos voltamos. – Nós saímos e fomos pegar agua. – Kitty será que se a gente fizer isso o tio vai ficar bravo com a gente.
- Não Reh é só uma brincadeira, a gente joga e depois a gente sai correndo que ele vai querer pegar a gente pra fazer cocega. Quando eu era pequena fazia isso com ele. – Terminamos de encher os baldes e estamos voltando o pai ainda está sentado da na caixa de areia ainda fazendo o buraco, vamos bem devagar e quando chegamos lá eu falo. – Um, dois, três jogar.
A gente joga a agua no pai com os baldes e eu faço sinal para a gente sair correndo. Neste momento todo molhado pai levanta e começa a correr atrás de nós.
- Voltem aqui meninas sapecas vou pegar vocês e fazer muita cocega, de quem foi a ideia de me molhar em mocinhas.
Saímos correndo cada uma para um lado, pai não sabia que lado ir, ficou olhando para os lados escolhendo quem ele iria seguir para fazer cocega.
- Quando eu pegar vocês vou dar um abraço molhado em vocês. – Pai viu que a Renata tinha parado, aproveitou esse momento de distração dela olhando para onde ia e foi atrás dela, ate que conseguiu pegar a Renata. – Peguei você menininha agora vou fazer tanta coceguinha em você, que você vai fazer xixi de tanto rir. – Pai começa a fazer cocega na Renata.
- Hahaha, para tio para, não to aguentando para, por favor. – Renata da gargalhadas.
- Não vou parar não, ninguém mandou você e sua priminha me molharem agora vocês vão pagar, vou fazer bastante cocega em você. – Pai começa a assopra na barriga da Renata. – Tá gostando Reh? Agora diz pro titio foi a Kitty que teve essa ideia não é? – Pai continua fazendo cocega. – Pronto agora vou pegar sua prima.
Pai se levanta e nesse momento a Renata levanta também da um pulo no pai e com o susto o pai cai sentando no chão. A Renata começa a fazer cocega, para fazer a Renata parar pai abraça e fica rolando com ela pela grama, os dois ficam rindo no chão. Quando eu vejo a cena fico sem graça e vou para dentro da casa. Me jogo no sofá e fico lá. Continuo ouvindo a risada dos dois, me incomodo um pouco e vou para o quarto.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Conto parte 5

Olá tudo bem com vocês desculpem a demora pra postar mas estou meio sem ideias para continuar. 


- Eu não estou com ciúmes não pai só achei estranha a cena é só isso. – Falo com tom de maneira meio seca. – Pai porque você acha q eu teria ciúmes da Reh?
- Então porque esta assim falando de maneira seca comigo você só faz isso quando esta chateada comigo, me diz filha porque você ta assim, se não e por causa da sua prima é por quê? – Pai começa a me fazer cafune.
- Não é nada não pai eu to bem e não to com ciúmes não tudo bem. Vamos pra casa acho que o almoço deve estar pronto e a tia Rosa deve tá esperando pela gente. – Falo tentando me livrar do colo do pai o mais rápido possível. Ate que consigo e entro na casa.
O almoço já estava pronto e ai tia estava nos esperando, fomos a mesa e almoçamos, conversamos um pouco e depois do almoço subi para o quarto a Renata tinha chamado o pai pra assistir filme com ela, então acabei subindo pro quarto, sem vontade de assistir ao filme. Quando o pai e a Renata foram pra sala espera o filme começar, pai notou que eu estava demorando no quarto e foi ver o que estava acontecendo.
- Filha ta tudo bem, você não desceu mais pra assistir o filme. – Pai me vê sentada na cama e vai lá sentar ao meu lado. – Vamos descer lá sua priminha esta nos esperando.
- pode ir pai vou ficar bem aqui não to a fim de assistir o filme. – Falo virando o rosto pro outro lado. – Eu vou ficar bem pai vai la assistir o filme com a Reh que ela deve ta esperando por você.
- Só vou la se você for. – Falando isso ele me pega no colo e me leva pra sala.
- Pai não quero assistir o filme quero ficar aqui no quarto. – Falo brava.  – Me solta.
- Eu vou soltar só quando a gente tiver lá na sala, vamos fazer o seguinte fica lá na sala assiste um pouco o filme se não gostar pode ir pro quarto que eu não vou impedir. – Pai fala me levando para a sala e colocando do outro lado da Renata e se sentando no meio de nos duas. – Agora vou abraçar as duas princesinhas da casa. Vamos assistir o filme?
- Vamos – Renata fala de forma eufórica e eu falo normal.
O filme começa e começamos a assistir o filme, o filme era um desenho da Disney, o filme estava legal, mas eu comecei a ficar sonolenta e comecei a cair com a cabeça no colo do pai. Quando o filme acabou e eu ainda não tinha acordado pai me levou pra cama e me colocou uma fralda. A Renata estava acordada então pai começou brincar com a Renata.
Passada uma hora eu acordo e percebo que estou de fralda, como não vi ninguém no quarto fui para a sala e não tem ninguém na sala também, fui a cozinha e lá estava o pai e a Renata, pai estava terminando de dar comida na boca da Renata. Ele olha pra porta e me vê lá.
- Olha a dorminhoca acordou. – Fala sorrindo. – Vem aqui pro papai ver se sua fraldinha tá molhada amorzinho. – Me chamando com a mão.
- Pai não precisa me verificar na frente da Reh.  – Falo me recusando. Pai então se levanta.
- Não seja boba filha eu já verifiquei a Reh também e ela precisa de uma troca de fraldas agora vou ver você. – Pai fala me pegando e verificando minha fralda. – Hum temos uma outra bebezinha que precisa ser trocada, depois do lanche eu vou trocar as duas bebezinhas agora amor vem aqui comer seu lanchinho. Quer que papai te de na boca também?
- não precisa se preocupar pai já sou grandinha pra comer sozinha. – Pego um prato com um sanduiche. – Viu pai eu sei comer sozinha.
Como estava meio sonolenta ainda sem querer o sanduiche cai da minha mão e suja toda minha roupa.
- Que isso filha, sujou toda sua camiseta, vem aqui pro papai limpar e dar o seu sanduiche na boca, pra não acontecer mais nenhum acidente. – Pai pega o prato me faz sentar no colo dele e começa a me dar o sanduiche na boca. Viu filha era mais fácil eu ter dado o seu lanchinho quando eu perguntei assim você não teria tido este acidente e manchado toda a sua camiseta, agora além e trocar sua fraldinha vou ter que trocar sua camisetinha. – Fala limpando minha boca. – Agora que as minhas bebezinhas já paparam vamos trocar as fraldinhas e a camiseta da minha bebezinha.
Olhando em volta não vejo a tia Rosa e pergunto.
- Onde a tia Rosa tá? – Falo olhando em volta.
- A mãe deu uma saída ela disse que tinha que resolver algumas coisas do trabalho, e disse pro tio ficar com a gente. – A Renata me diz e vai em direção à sala.
- Filha espera na sala com sua prima que eu vou pegar as coisas pra trocar você e a Reh. Não posso esquecer de pegar uma camiseta pra você trocar.
Vou pra sala e vejo a Reh sentada no chão, vou ate lá esperar o pai com a Reh, quando pai chega traz varias coisa pra troca, deixa as coisas no chão ao nosso lado, e prepara uma fralda no chão.
- Primeiro vou trocar a Reh, ela é só trocar a fralda, e depois eu troco a fralda e a camiseta da Kitty. Vem Reh deita aqui pro titio trocar sua fraldinha sujinha, ai depois à gente pode brincar, o que você acha bebezinha. – Pai tira a fralda da Reh e limpa ela, enquanto pai limpa fica brincando com a Reh falando como ela se fosse bebe. A Reh sorria toda animada parecendo gostar muito de todo o tratamento. Pai termina de colocar a fralda, ajuda a levantar a Reh e da um abraço nela falando que ela já podia ir. Quando ela levantou e sentou no sofá, pai olha pra mim. – Agora vou trocar a minha bebezinha venha aqui meu amor.
Eu me deito no tapete na frente do pai, fico com vergonha da Renata estar me vendo na hora da troca.
- Pai não preciso de outra fralda eu vou tirar e colocar uma roupa normal lá no quarto. – Falo meio sem graça.
- Filha tudo bem eu coloco outra fralda em você em um minuto, ai como eu prometi pra sua priminha nos vamos brincar, e você não vai querer sair no meio da brincadeira pra ir ao banheiro. Então deixa o papai colocar uma fralda em você. – Fala tirando as fitas da minha fralda. – Vamos trocar a fraldinha agora senão a bebezinha vai ficar assadinha. – Depois de tirar as fitas o pai abre a fralda. – Nossa, quanto xixi que essa bebezinha fez enquanto estava dormindo, ainda bem que papai lembrou de colocar a fraldinha na bebê. Agora vamos pegar os lenços pra limpar. – Pai pega os lencinhos umedecidos e começa a limpar, e começa a fazer coceguinhas na minha barriga e a assoprar. – Se me lembro bem minha princesinha tem muita cocega aqui, nessa barriguinha. – Fico rindo com a cocega. Pai começa a me limpar com os lenços. – Viu como é rapidinho anjinha já tá quase acabando, já limpei tudinho. Agora só falta colocar a fraldinha limpa e trocar essa camisetinha que tá toda sujinha minha bebezinha fez muita sujeira na hora do papa.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Conto parte 4

- Bom eu uso fralda desde pequena porque eu nunca consegui deixar de fazer xixi na cama. E hoje em dia eu gosto, não fico sem fralda. – A Renata fala sem jeito.
- Hum interessante, então você ficou com ciúmes mesmo quando me viu de fralda também?
- Ah um pouco.
A gente fica conversando mais alguns minutos ate que a gente escuta o pai gritando procurando por mim.
- Filha onde você tá? – A gente ouve ele gritando.
- Eu to aqui no quarto da Reh conversando com ela, vem aqui também pai. – Grito em resposta.
Pai aparece na porta e se surpreende ao nos ver conversando e rindo. Ele olha a cena chega perto de nos senta na cama e fala.
- O que as duas meninas estão conversando posso saber? – O pai senta no meio de nos duas e nos puxa pra perto dele uma de cada lado.
- Nada de mais não pai estamos conversando sobre as coisas.
- É muito bom ver que vocês duas estão se dando bem, não gosto de ver as minhas meninas brigando. – Fazendo cocega em nos.
- Sabe tio eu concordo com você e sabe no que mais a gente concorda? – Ela fala piscando pra mim. – Que nos ganhamos de você nas cocegas. – E começamos a fazer cocega no meu pai.
Ficamos brincando por algum tempo ate a tia Rosa chegar.
- Bom crianças eu tenho que arrumar a Renata que já tá na hora dela dormir, e eu acho que você também precisa se arrumar pra dormir Kitty. Então filha dá boa noite pro tio e pra Kitty. – Tia fala pegando as coisas pra trocar a Renata. A Renata e a tia dão boa noite.
- Boa noite tia boa noite Reh tenha bons sonhos. Ate amanha. – Eu saio em seguida o pai sai dando boa noite pra tia Rosa e pra Renata. – Pai vou escovar os dentes que eu ainda não escovei. – Sorriu de forma travessa.
- Tá filha te espero no quarto então. Mas não demore que está tarde e ainda preciso te arrumar você pra dormir.
Vou ao banheiro escovo os dentes e fico com vontade de fazer xixi, fico um pouco lá ate conseguir fazer xixi na fralda, feito isso volto pro quarto e como sempre pai já deixou tudo arrumado caso eu precise de uma troca de fralda antes de dormir. O pai me vê e fala.
- Filha vem aqui pra eu ver se você precisa de uma fralda nova. – me puxa pra perto dele me deixando em pé e colocando o dedo na minha fralda, percebendo que estou toda molhada. – Hum acho que a bebê precisa de uma fralda limpinha e cheirosinha. Vem deita na cama e cuidado pra não bater o joelho. – Pai olha pra cômoda e vê a chupeta, ele vai lá e pega. – Você quer anjinha? – Ele mostra pra mim, eu faço que sim com a cabeça. – Aqui amor abre a boquinha. – Abro e sorriu na hora de abrir, ele coloca e sorri pra mim. – Prontinho bebê agora vamos trocar essa fraldinha pra ir nanar.
Fico deitada na cama, pai começa a tirar o short e começa a fazer cocegazinha na minha barriga. – De quem é a barriguinha que tá amostra aqui, será que esta bebezinha sente cocega na barriguinha, eu acho que sim porque tem uma neném aqui que dá dando muita risada. – começa a tirar as fitas da fralda, termina e começa a mexer no meu nariz brincando com ele. – E esse narizinho é de quem? Que narizinho lindinho a minha bebê tem, e a chupeta tá gostosinha meu amor. – Faço que sim com a cabeça. – Então tá continua chupando a chupeta bebê. – Abre a fralda e esta molhada. – Quando xixi essa lindinha fez, agora vamos pegar os lencinho e limpar bem limpinho. – Dou um pulinho porque os lenços estão frios. – Tá geladinho meu amor, daqui a pouquinho eu acabo, agora passo a pomadinha e o talquinho. – Passa com todo o cuidado. – Pronto já tá acabando e só colocar outra fralda e fechar ela. – Essa neném é muito boazinha, que linda acho que ela merece um colinho antes de nanar, o que você acha gostou da ideia, quer colinho meu amor? – Fico animada e faço que sim com a cabeça querendo que ele me pegue logo. – Nossa que euforia pra que eu te pegue logo. Pronto, pronto. – Senta e me pega no colo.
Encosto a cabeça no peito e fico segurando a manga da camiseta, ele fica balançando e cantando musiquinhas de ninar. Começo a ficar sonolenta e a fechar os olhos, mas continuo segurando a camiseta. Com o carinho acabo dormindo no colo. Então sou colocada na cama e o pai deita ao meu lado me abraçando. Na manha seguinte acordo cedo antes do meu pai, e começo a acordar ele.
- Acorda, acorda pai. – Falo chacoalhando ele. – Bom dia.
- Bom dia filha, acordou cedo. Aconteceu alguma coisa pra que você tenha acordado cedo. – Ele me da um beijo na testa.
- Não pai não aconteceu nada não só acordei cedo mesmo. – Falo sorrindo. – E te acordei porque não queria ficar acordada sozinha na cama.
- Bom já que você me acordou filha vamos ver se você precisa ser trocada, vem aqui amor.
- Pai você vai ter que me pegar, você não me pega. – Corro pelo quarto.
- Filha cuidado lembra que você se machucou correndo ontem no parque, não corre não vem aqui – Sai atrás de mim. – Quando eu te pegar vou te encher de cocega bebezinha levada. – Papai me pega e começa a fazer cocega. – Agora eu vou te verificar – Papai me verifica e descobre q eu estou molhada e fala. – Acho que tem uma bebezinha aqui toda molhadinha que fez xixi à noitinha.
- Serio papai, mas eu nem senti que eu to molhada. – Falo com cara de assustada. – Papai me pega no colo e me abraça.
- Tudo bem amor é só trocar a sua fralda e pronto, não vai demorar. – Papai me deita na cama e tira a minha fralda. – Vamos tirar essa fralda molhada e depois vamos tomar café da bem.
Pai me trocou rápido e nos descemos pro café, quando chegamos à cozinha não encontramos nem a tia Rosa e nem a Renata. Pai acha estranho então começa a olhar em volta procurando um bilhete, pra ver se elas tinha ido ao mercado. Quando a Renata aparece vinda da sala, e ainda estava de fralda então o pai pergunta.
- Bom dia Reh, onde tá a sua mãe? – Olhando pra fralda, sem fazer nenhum comentário.
- Oi tio, minha mae foi ao mercado comprar algumas coisas que estava faltando e falou que o café ta na mesa é só vocês tomarem, que daqui a pouco ela ta ai. – Renata fala com cara de chateada, pai percebendo isso chega mais perto dela e da um abraço e pergunta.
- Aconteceu alguma coisa Reh? Tá parecendo triste. – Fiquei um pouco sem graça e fui pra sala. Lá fiquei sentada por um tempo. Até o pai chegar e me ver lá olhando pras paredes.
- Filha aconteceu alguma coisa? – Pai chega no sofá e senta do meu lado. – Você tá parecendo chateada? – Me abraça. – E porque você saiu da cozinha, por acaso você ficou com ciúmes amor?
- Não é nada não pai, só to aqui olhando pra parede e esperando pra tomar café. Vamos tomar o café que eu to com fome – Falo me soltando do abraço e dizendo. – Não to com ciúmes não ta pai, eu só quis vim pra sala mesmo.
- Sei então vamos comer já que você tá com fome. – Pai fala meio desconfiado, pegando minha mão, quando ele faz isso tiro ela e falo.
- Pai não sou criança não precisa segurar minha mão só pra irmos ate a cozinha e logo ali. – Falo parecendo um pouco grossa. Percebendo isso fico sem jeito. – Desculpe pai eu não sei o que aconteceu. – Fui andando pra cozinha.
Chegamos à cozinha, sentamos e fomos tomar o café eu, pai e a Renata. Quando estávamos terminando o café tia Rosa chega com as compras, vê que estávamos terminando o café olha pra Renata e fala.
- Reh você sabe que hoje esta de castigo e não pode tirar a fralda nem pra ir ao banheiro, me entendeu? – Tia Rosa olha nos olhos da Renata com cara de brava.
- Sim mãe eu entendi. – Renata fala de cabeça baixa.
- Hum tia Rosa porque a Reh tá de castigo? – Pergunto meio sem graça e sem saber se tinha feito à coisa certa em perguntar. Nessa hora pai me fala.
- Filha isso não e coisa pra se perguntar tá bem? Isso é coisa entre sua tia e sua prima, não nos interessa estamos conversados? – Pai fala com voz seria.
- Sim pai, me desculpe por ser curiosa tia e Reh. – falo sem graça com a bronca do pai.
- Isso amor boa menina. – Pai me da um beijo na cabeça. A tia Rosa vira pra mim e fala.
- Não tem problema da Kitty saber, a Reh tá de castigo porque ela ficou debochando de você por ter q usar fralda. – Tia fala olhando pra Renata que ainda estava de cabeça baixa. – Então o que vocês vão fazer hoje?
- Eu vou levar a Kitty pra dar uma volta e se você não se importar queria levar a Reh também. – Pai fala pra tia Rosa e olha pra Renata.
- Tudo bem pode levar, mas vai ter que levar a mala de fraldas dela, e ela em hipótese alguma pode tirar a fralda. Até amanha de manha, ai ela se livra do castigo.
- Tudo bem eu levo a mala de fraldas e as coisas que precisa pra trocar a Reh, é só me dizer onde estão as coisas que eu arrumo e depois vamos passear ta bem minhas duas bebezinhas. – A Renata sorri pro pai e eu coro de vergonha. Pai vê e me da um abraço. – Não precisa ficar assim com vergonha não filhinha aqui só ta a tia Rosa eu e a Reh. – Coro mais ainda. – Cadê a bebezinha do papai ti bunitinha ta toda vermelhinha de vergonha parece uma criancinha. – aberta minhas bochechas.
- Pai para, vai lá arrumar a bolsa de fraldas da Reh pra nos irmos então. – Falo muito sem graça.
Pai e tia Rosa vão para o quarto enquanto eu e a Reh esperamos na sala. Quando tia Rosa e o pai descem, vejo uma mala rosa com desenhos infantis da minnie que parece estar cheia de coisas. Quando a Renata vê a bolsa fica com vergonha, mas o olhos dela estavam brilhando com a cena. Chegando à sala o pai segura a minha mão e a da Reh.
- Prontinho bebezinhas a malinha da Reh já ta pronta e com fraldas extras no caso de uma outra bebezinha precisar de alguma coisa. – Pai olha pra mim. – Reh peguei umas roupas pra você caso você tenha acidentizinhos e peguei umas roubas pra você também filha, caso você também tenha acidentizinhos e você não tá de fraldas como a sua prima. Então o risco de acidentes e maior, agora que esta tudo certinho vamos sair pra nos divertir. Rosa na hora do almoço nos estaremos de volta ta bem?
- Pai não vou ter acidentes ta bem? – Falo corando.
- Sim tudo bem eu espero vocês pro almoço, e bom passeio. Reh se comporte ta bem porque senão você já sabe vai ficar mais um dia de castigo e quando fica de castigo dois dias seguidos você fica sentada e olhando pra parede por 1 hora.
Saímos e fomos ao carro pai nos colocou no banco de trás dizendo que uma iria fazer companhia pra outra.
- Então minhas bebezinhas aonde nos vamos? – Pai fala entrando no carro. – Vamos decidir antes de irmos pra não sairmos sem rumo. – Nesta hora a Renata grita do meu lado toda animada.
- Tio nos podemos ir ao parque? Por favor se tiver tudo bem pra você e pra Kitty.
- Por mim tudo bem Reh se você quer tanto ir nos vamos sim – Falo sorrindo pra Reh.
- Então estamos combinados próxima parada parquinho pra que minhas bebezinhas brinquem juntas. – Pai fala animado com a ideia de nos ver brincando.
Chegamos ao parque, como estava cedo ainda não tinha nenhuma criança brincando. Fiquei aliviada assim não teria tanta vergonha em brincar se a Renata quisesse brincar. Saímos do carro e a Renata me pegou pela mão e saiu correndo em direção aos brinquedos. Ela correu em direção a gangorra.
- Meninas não corram vocês podem cair – Pai falava e ia atrás de nos pra tomar conta. Chegou perto e falou pra nos de maneira que só nos ouvíssemos mesmo não tendo ninguém no parque. – Reh quando você tiver precisando de uma troca de fralda é so falar pro titio que eu levo você no carro e te troco lá ta bem. – A Reh só balançou a cabeça fazendo sinal afirmativo. – E filha se você quiser ir ao banheiro e só me avisar que eu levo você tá bem. – Não respondo apenas coro de vergonha. – Bom vou entender isso como um sim, agora podem brincar e qualquer coisa e só me chamar. – Pai saiu e foi sentar em um banco do parque mesmo.
A Renata sentou de um lado da gangorra e falou pra eu sentar do outro lado para que a gente pudesse brincar, fiz o que ela me pediu e começamos a brincar, ficamos uns 10 minutos brincando até a Renata se cansar e falar que queria parar ela então desceu da gangorra e foi ate onde o pai estava sentado.
- Tio cansei de brincar na gangorra. – Senta ao lado do meu pai e espera eu chegar ate o banco, estava andando devagar pra não cair.
- Então do que vocês querem brincar? Ainda tá cedo pra ir pra casa. – Pai fala dando espaço pra mim sentar do outro lado dele.
- Tio você pode balançar a gente no balanço? – Renata fala se levantando e pulando de vontade de ir no balanço.
- Claro fofinha vamos lá, que eu empurro você e a Kitty. – Pai fala levantando também e a Renata corre pros balanços. – Vem filha eu te ajudo a levantar.
Pai me leva ate os balanços a Reh já esta sentada em um balanço esperando a gente, nos chegamos eu me sento e o pai começa a nos empurrar por alguns minutos até que a Renata para do nada e começa a corar. O pai vai até ela e pergunta.
- Aconteceu alguma coisa Reh? Você parou do nada? – Pai chega perto dela, ela fica mais vermelha ainda. Nessa hora o pai descobre o que estava errado. – Ele chega bem perto e fala no ouvido dela alguma coisa, e a Renata fez que sim com a cabeça. – Venha comigo Reh vamos no carro tá bem. – A Reh fez que sim com a cabeça.
O pai e a Reh saíram e foram para o carro e me deixaram sozinha no balanço, fui até o banco esperei uns minutos, quando pai e a Renata estavam voltando, a Renata estava segurando a mão do pai e vinha sorrindo e parecia muito alegre. Quando chegaram perto do banco o pai e a Reh sentaram, pai chegou perto.
- Porque vocês dois voltaram de mãos dadas? – Falo olhando pra arvore do parque.
- Ah não era nada não meu amor a Reh pediu que eu desse a mao pra ela, e eu dei peguei a mao dela e trouxe pra ca, e só. – Pai fala fazendo carinho em mim, eu desviou do carinho. – Mas filha você tá se sentindo bem parece chateada com alguma coisa. – Pai fala se encostando em mim.
- Eu to bem pai não se preocupe tá bem. – Falo me desencostando dele.
- Se você diz isso então vamos brincar a sua prima quer continuar a brincar no balanço vamos lá. – Pai fala me puxando, eu continuo sentada sem reação. – Se você não quer ir tudo bem fique aqui quando quiser ir é só ir lá e sentar no balanço que eu te empurro.
Pai vai de mãos dadas para o balanço junto com a Renata. Lá ela senta no balanço e ele fica empurrando ela, os dois parecem estar se divertindo. Me estranha vendo aquilo então paro de olhar e começo a examinar meu machucado no joelho, já estava bem melhor só estava roxo por causa da batida no chão. Estava começando a chegar crianças no parquinho fiquei aliviada de estar apenas sentada lá no banco.
Quando o parque ficou cheio de crianças o pai parou de brincar com a Renata e falou que já estava na hora de ir pra casa que já estava quase na hora do almoço, então fomos para o carro, a Renata parecia estar muito feliz por ter brincado no parquinho.
- Você se divertiu hoje Reh brincando no parquinho? – Pai fala abrindo a porta do carro pra nos entramos no banco de traz.
- Sim me diverti muito brincando hoje obrigada tio – Renata fala e entra no carro em seguida eu entro também. – Só uma pena que a Kitty não quis mais brincar. – Olha pra mim.
- É que meu joelho tava me incomodando um pouco – Falo seca. – Então preferi não ir balançar mais. – Falo olhando pra rua.
- Se seu joelho tava te incomodando meu amorzinho era só ter falado pro papai, ai papai cuidava do seu joelhinho. – Pai fala olhando pra traz. – Você ficou muito tempo sem ir ao banheiro filha não esta apertada?
- Não tou não pai pode ficar tranquilo ainda não estou com vontade de ir ao banheiro. Ate porque estamos quase chegando na casa.
- tudo bem amor já estamos chegando mesmo e depois quero conversar com você.
Chegamos a casa da tia Rosa pai saiu do carro e abriu a porta do carro pra nos ajudar a sair, a Renata saiu primeiro entrou na casa e foi correndo contar pra tia como ela tinha se divertido no parque. Quando meu pai estava me ajudando a descer do carro ele me segura pela mão e fala.
- Filha precisamos conversar sobre o que aconteceu hoje no parque. – Pai fala me pegando pela mão e me levando para as cadeiras. – Kitty você ficou com ciúmes da sua prima hoje quando me viu trazendo ela de mãos dadas? Depois que você viu a cena que ficou estranha. – Pai senta e me coloca no colo dele e se recosta comigo no colo, me segurando firme pra não escorregar e nem tentar sair do seu colo.