terça-feira, 17 de junho de 2014

Mamães e papais virtuais

Olaaaa amiguinhos, estou meio distante do meu blog, mas aos poucos vou tentar voltar e principalmente terminar minha historia que comecei aqui ^^

  Um bebê tem vontade de ser amado e cuidado, por outro lado os cuidadores tem o instinto de cuidar dos bebês. Sempre existe os dois lados alguns tem vontade de ser cuidado e outros tem o desejo de cuidar nada melhor do  que juntar o útil ao agradável. Digamos que muitas pessoas dizem que eu tive sorte em encontrar alguém que gostasse de cuidar e eu gosto de ser cuidada. Porém a maioria dos infantilistas não tem a mesma sorte, mas podemos brincar mesmo a distancia pode não ser a mesma coisa, entretanto já é um começo para sentir como seria.

  O sonho da maioria ou de todos os infantilistas é ter alguém para cuidar, seja uma mamãe, papai ou até mesmo uma babá. Quem é bebê não tem apenas vontade, mas também tem curiosidade de tentar experimentar todas as emoções de ser um bebê real, um cuidador quer proteger cuidar e amar seu bebê. No real seria muito bom ter essa experiencia, mas por muitos fatores não é possível. Então pode-se optar por outros meios uma brincadeira virtual seria algo a se pensar para pelo menos satisfazer um pouco da curiosidade e a vontade.

  Vou contar uma experiencia minha hoje eu tenho um papai real, mas as vezes eu brinco virtualmente com as pessoas, então eu tenho um papai e uma mamãe virtual e brinco com eles, as vezes levo bronca, no normal são muito cuidadosos e carinhosos, apesar de estarmos longe um do outro é legal sentir que alguém está cuidado mesmo de longe. Gosto de brincar não importa se estão longe ou perto gosto dessa sensação, nao sei o que vocês pensam a respeito. Comentem sobre suas experiencias se tiverem e o que acham de brincaram pelo menos virtualmente, se quiserem também comentarem suas experiencias no real será muito bem vindo ^^.





segunda-feira, 14 de abril de 2014

Olaaaaa bem aqui vai a ultima parte da historia do meu amigo Keyser espero que vocês gostem do final 
deste conto ^^

Semana que vem vou postar mais uma parte do meu conto para todos que pediram ^^

Mas
ele havia ido longe demais pra terminar dessa maneira, indo dormir com uma
calça plástica cobrindo seu bumbum dolorido. 
 -
Já sei. Eu vou colocar a fralda, e vou até minha mãe dizendo que quero ir no
banheiro de novo. No máximo ela vai dizer pra eu não comer mais tantos doces. –
Ele raciocinava, enquanto se contorcia de dor para segurar a vontade.
 Mas
a teoria sempre é mais fácil. Naquele momento, se abaixar, abrir as pernas,
andar, eram coisas simples, mas que pareciam dificílimas. Entretanto, com
grande esforço, Luan seguiu em frente. Tirou sua cuequinha, escondeu os
absorventes junto com o lençol molhado embaixo da cama e pegou a calça
plástica.
 -
Ai... só mais um pouco... – Seu intestino continuava a reclamar e ele não sabia
mais o quanto tempo iria agüentar. Mas seguia em seu plano. Calçou a calça
plástica e agora o passo final: os Botões. Em situações normais, colocar os
botões já era algo difícil, na situação em que se encontrava então... Mas Luan
não fraquejava.
 -
Ai... o primeiro foi... Só faltam 5... – Eram 3 botões de cada lado. E o
esforço pra cada um era imenso.
 -
O segundo... – ele contava e se contorcia.
 -
t-três... – ele já sentia que dificilmente chegaria ao último.
 Nesse
ponto, Luan se depara com outra situação:
 -
Luan? Filho? Você ta acordado? – chamava sua mãe.
 Luan
tremia mais ainda. Agora uma nova dificuldade. Se sua mãe chegasse e o visse
nakela situação seriam muitas perguntas com respostas pouco convincentes. Tudo
que ele não precisava era de mais pressão. Pressão que se materializava ao
ouvir sua mãe calçando os malfadados chinelos no quarto. – Por que ela não anda
descalça? – Ele se perguntava.
 Mas
Luan não tinha outra opção a não ser continuar. – quatro! – Era o quarto botão.
Só faltavam mais dois para que estivesse salvo. Mas ao mesmo tempo ouvia sua
mãe andando em seu quarto.
 O
quinto botão não fechava. Talvez pelo nervosismo, talvez porque ele sabia que
se apertasse com muita força ele acabaria fazendo algo além de xixi na calça
plástica. Mas fato é que ele não conseguia fechar aquele botão.
 -
Luan, você ta acordado né? Estou te ouvindo andando pelo quarto. – A voz de sua
mãe era cada vez mais próxima.
 Finalmente
fechava o 5º botão. Mas o tempo não dava espaço para que ele comemorasse. Já
ouvia os passos de sua mãe no corredor perto de seu quarto. Mas era agora ou
nunca, ele pensava, e pôs toda sua força naquele último botão. Tanta força que
sentiu acontecer. Já não tinha mais controle e começou a sentir sua calça
plástica encher exatamente no mesmo momento que fechava-se o último botão.
 O
que geralmente seria uma sensação de alívio, virou desespero silencioso. Sua
calça plástica estava fechada, mas a mesma estava cadê vez mais cheia. Ele
havia exagerado em sua comemoração antecipada. E bem nesse momento, com sua
fralda ainda a se encher, ele ouve a porta de seu quarto abrindo e sua mãe
adentrando.
 -
O que houve Luan? O que está acontecendo? – Sua mãe perguntava, espantada em
ver seu filho curvado, de pé e com expressão enigmática.

É que eu... eu... – ele não sabia realmente o que dizer.-
Você fez cocô na fralda? – Era uma pergunta que soava como resposta.
 Luan
não respondeu. Só confirmou com a cabeça. Na verdade ele não havia feito, ainda
estava fazendo. 
 -
Mas você não sentiu que tava com vontade? Você tava dormindo? – Novamente as
perguntas dela soavam como respostas.
 Dali
em diante, Luan deixou de estar no controle e apesar de ser uma criança
precoce, voltou a ser só uma criança. Sua mãe já havia entendido que o filho
também tinha problemas para ir ao banheiro para aliviar o intestino e não só a
bexiga. Não houve mais imprevistos a partir dali. Sua mãe o levou ao banheiro
para lhe dar um banho. Por incrível que pareça, aquela calça plástica teve
salvação. Bastou jogar parte do conteúdo no vaso sanitário, outra parte foi
lavada com a mangueira nos fundos da casa. Com algum esforço, ela ainda pôde
ser reaproveitada.
 No
banho, Luan pensava – Tudo por água abaixo – Outro exemplo de como a ironia fez
parte dakela noite antes mesmo dele saber o que isso significava. – Será que
não vou nunca parar de usar fraldas? – Era uma das muitas perguntas que ele se
fazia.
 Ao
sair do banho foi enrolado na toalha para o quarto da mãe aceitar seu destino.
Colocaria outra calça plástica e iria dormir pra acabar com akela noite
fatídica. Tentava se consolar: - Bem, eu ainda posso pensar em outro plano pra
parar de usar fralda... – Dizia consigo mesmo.
 -
Sabe o que é mais engraçado Luan? – perguntava a mãe enquanto terminava de
secá-lo.
-
O que? – ele perguntava sem muito interesse.
-
Eu tava pensando em parar de te colocar fralda. Tava pensando que se colocasse
um absorvente na sua cueca, de repente já seria o suficiente. – Ela explicava.
 -
Faz isso!! – Ele falou de pronto num misto de alegria e espanto. Era incrível o
que ela tinha acabado de dizer. Novamente a ironia se manifestava.
 -
Nada disso! Agora com você fazendo até o nº 2 dormindo, não posso correr o
risco. Só limpar você e a fralda já foi esse trabalhão, imagina se fossem a
cama, os lençóis... Aliás, a partir de agora tenho até que fazer as fraldas com
botões mais fortes pra não vazar nada e não molhar ou sujar nada. – respondia
ela enquanto colocava Luan de bruços em seu colo para novamente passar talco.
 Diante
da resposta de sua mãe, Luan só queria, mais ainda, que a noite acabasse. –
Pelo menos, ela não descobriu nada e eu não vou apanhar... – Novamente ele
tentava se consolar, com a certeza de quem escapou das palmadas.
 -
Outra coisa, Luan: Eu tava no seu quarto enquanto você tava tomando banho e
achei um lençol mijado embaixo da cama e 2 absorventes meus. Você pode me
explicar o motivo disso? – Ela questionava.
 Nesse
momento Luan já não tinha tanta certeza assim...





terça-feira, 8 de abril de 2014

Olaaaaaa bem acho q agora vou postar com mais frequência agora que estou usando meu note de novo ^^ E prometo continuar meu conto estou tendo novas ideias para ele e desculpe se esta meio parado aqui mas eu vou animar aqui ainda tenho que colocar em pratica e já tenho uma cobaia rsrsrsrs

Continuação da Historia do Keyser ^^


-

Boa tarde, a senhora vai deixar seu bebê aqui? – Perguntava uma sorridente
monitora.-
Vou sim, vou deixar ele aqui enquanto faço umas comprinhas. – Respondia.-
Vem, com a titia, bebê... – Dizia a monitoria enquanto pegava Luan no colo.-
Tchau meu bebê. Se comporte hein? – se despedia sua mãe. Luan
queria protestar, mas não conseguia cuspir a chupeta. Enquanto e afastava de
sua mãe, ouvia a monitora dizer: -
Então, vamos trocar essa fraldinha pesada? – continuava falando e sorrindo. Mesmo
em pânico, ele continuava sem falar e chupando a chupeta, enquanto ela o
deitava no trocador. Ele queria se levantar e fugir, mas só conseguia balançar
os braços e as pernas. Enquanto isso a monitora pegava pomada e uma nova
fralda: -
Cadê o bebê lindo da tia?? Cadê o bebê lindo?? . Dizia enquanto começava a
puxar os adesivos de sua fralda. Luan
cada vez mais apavorado de vergonha de ser visto sem roupa por uma estranha,
mas sem conseguir falar ou sair. Quando vê o sorriso da atendente que diz: -
Vamos tirar essa fraldinha agora!  E
quando ela puxa a fralda, sorri pra Luan e diz: “ De quem é esse piu-piuzinho??
Bilu-bilu-bilu... “Nesse
momento, Luan acorda, tremendo de medo. Após perceber que foi um pesadelo ele
constatava: Amanhã seria o dia. Tudo
ocorria como sempre. Sua mãe lhe pôs a calça plástica, ele foi ao banheiro, mas
desta vez, os abotoou sem tanta força. Afinal na noite anterior ela já não
havia conferido e deu tudo certo. Ele já havia pego 2 absorventes e escondido
no quarto e o plano dava certo. -
Já foi, meu filho? – perguntava a mãe no quarto.-
Já mãe. – respondeu.-
ta bom então. Ela concluía. Luan
ia para o quarto na certeza do início do fim de seus problemas. E pôs seu plano
em prática. Dormiu com 2 absorventes na cuequinha e colocou um lençol velho
embaixo para se certificar. Nada podia dar errado. E assim ia seu plano, indo
de vento em popa, a todo vapor. 


Na

manhã seguinte, Antes de sua mãe acordar ele tirou os absorventes da cuequinha
e tirou o lençol debaixo. O Xixi havia sido quase todo ido para os absorventes,
mas o lençol estava um pouco úmido. Mas era de menos. Ele jogou fora os
absorventes, escondeu o lençol embaixo da cama, pôs a fralda com a dificuldade
habitual e foi acordar sua mãe com a calça plástica seca. -
Mãe olha só: eu não me molhei Hoje!! – Dizia animado.-
É mesmo filho?! Deixa eu ver! – sua retrucava, também animada, enquanto o
puxava pra perto-
Olha, mas não é que é mesmo??? A fralda ta sequinha – Ela dizia enquanto
examinava a calça plástica.-
Já posso parar de usar então? – Luan se animava e dava pulinhos, mesmo estando
sem roupa.-
Bem, ainda não. Vamos ver se foi só hoje. Mas se amanhã você amanhecer sequinho
de novo, a gente faz o teste. – Ela ponderava. -
Eba!!! – ele comemorava.-
Agora vai lá se arrumar pro colégio. – Ela dizia orgulhosa, enquanto dava um
tapinha carinhoso em seu bumbum. Luan
sabia que estava a pouco de se livrar da calça plástica. Tudo ocorria bem, e
faltava só mais uma noite. E Luan comemorava antecipadamente. Tão feliz que
gastou sua mesada em todos os doces que pôde. Afinal era uma ocasião especial.  Naquela
noite, após o jantar sua mãe disse: -
Então, filho, agora todo dia você está indo ao banheiro antes de dormir, né? -
É... -
Deve ser porque você anda comendo muito. Hoje eu vi você se entupindo de doces.-
Ih, nada a ver mãe...-
Assim você não vai parar de ir ao banheiro toda noite. – concluiu Depois
de sua mãe ter lhe posto a calça plástica e ele seguir o ritual de chamá-la
para a desabotoar para ele ir ao banheiro, Luan pensava e ria consigo mesmo
enquanto abotoava os botões da calça plástica no banheiro. Era engraçado o que
sua mãe dissesse sobre ele ir ao banheiro todas as noites. Pois aquela seria a
última vez que ele iria ir ao banheiro, pois seria aquele o seu último dia de calça
plástica. Mas
aquela noite ainda traria outras surpresas. Talvez com 8 anos Luan ainda não
soubesse o significado da palavra “ironia”, mas essa seria a melhor palavra
para os acontecimentos que viriam a seguir.  Ainda
sonolento, Luan sentiu sua barriguinha cobrando o troco por todos os doces da
comemoração. Ele sentia que precisava ir ao banheiro urgentemente. E desta vez,
não era por causa de xixi. A dor de barriga que ele fingiu ter durante a semana
que passara finalmente veio, e com toda a força. Ele sentia-se suado e cada
movimento lhe custava esforço. Instintivamente pensou em ir ao banheiro, mas
teria que passar pelo quarto de sua mãe, que dormia com a porta aberta. Qual a
explicação para ele ter tirado a fralda sem autorização dela? Como explicar seu
plano? Qual seria a reação dela? Desta vez Luan tinha pesadelos acordado, mas
que não tinham a ver em ser um bebê, mas envolviam sua mãe escolhendo qual
chinelo iria usar pra castigar seu pobre bumbunzinho.







segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Olaaaaaa meus amigos desculpem ter parado de postar mas eu estava usando o pc da minha irmã esses últimos dias e fiquei meio assim para acessar e postar no blog, bem aqui vai a segunda parte do conto do meu amigo Keyser espero que vcs gostem ^^.

A cabeça de Luan fervilhava com novas idéias para parar de usar fralda. Desde
conseguir se controlar até planos mirabolantes. Mas todos tinham uma
dificuldade, algo que fazia o deixava seguro para pôr em prática, seja por
acreditar no insucesso ou por medo da reação de sua mãe em caso de danificar a
calça plástica.
 Depois de muito penar sua cabecinha chegou à seguinte idéia: Ele lembrava-se que de vez em quando antes de dormir, ele sentia vontade de ir ao banheiro para fazer
o nº 2. Tinha vezes em que ele comia muitos doces durante o dia e a ida era
inevitável. Já a algum tempo sua mãe percebera isso e esperava que ele fosse ao
banheiro para lhe colocar a calça plástica. Mas dessa vez, ele esperaria que
ela lhe passasse o talco, pomada e fechasse a fralda. Após meia hora iria ao
quarto dela dizendo que teve vontade. Ela iria lhe desabotoar a calça plástica
e ao entrar no banheiro ele iria abotoar os botões bem fraquinho, para que ele
pudesse desabotoar depois. - Mas minha mãe ia conferir pra ver se eu abotoei certo... – Ele pensava consigo. Então resolveu ter paciência. Se ele abotoasse corretamente os botões por alguns dias, ela logo iria confiar que ele já sabia se abotoar sozinho e iria parar de conferir. E o que seriam mais alguns dias, se logo logo ele iria se livrar dakelas fraldas? Luan
ficou animado com seu plano. Imaginava q sem as fraldas, ele poderia usar os
absorventes dentro da cueca. Mesmo as assaduras ele poderia suportar, se
passasse pomada escondido. Seriam danos mínimos pra ele. Chegou
a noite. E Após 20 minutos, Luan foi para o quarto de sua mãe e pôs a primeira
parte de seu plano em prática. -
Mãe, quero ir ao banheiro – Ele dizia enquanto sua mãe abaixava o livro que
lia.- No banheiro? A essa hora? – Ela o olhava por cima dos óculos.-
É... deu vontade agora... – Ele tentava responder com naturalidade.-
ta bom... deixa eu te tirar a fralda. – Ela dizia enquanto o puxava pra perto e
desabotoava.-
Obrigado. Deixa que eu levo a fralda pro quarto. – Ele dizia enquanto ia em
direção ao banheiro. No
banheiro, Luan colocava seu plano em prática: tentava abotoar sua calça
plástica. Mas na teoria era mais fácil q na prática. Era preciso também muita
força nos dedos para abotoar. Porém , para a sorte dele, ele conseguiu. Um a um
ele abotoou todos os botões. Ao chegar no quarto, sua mãe dizia:  -
Ora, conseguiu fechar a fralda? – Se surpreendeu.-
Consegui, sim. Foi fácil. – mentiu.-
Mas você ta passando mal, filho? Ouvi você fazendo força. – perguntou sua mãe.-
É... é que eu tava com vontade, mas na hora tava difícil. – respondeu com certo
medo.-
Foi difícil a coisa né? Hehehe, tem dia que é assim mesmo. – Dizia enquanto se
despedia dele com um beijo. – Boa noite Luan!-
Boa noite, mãe! – ele respondia com a satisfação dos vencedores. E assim foi por mais 3 dias . Luan sabia que seus dias
de calça plástica estavam contados.
Após
4 dias fingindo vontade de ir ao banheiro e fechando sozinho sua calça
plástica, Luan sabia que muito em breve iria dar adeus a elas. Seus pesadelos
continuavam o atormentando e a cada pesadelo ele sentia mais força de vontade
para pôr seu plano em prática. O último o deixou com muito medo.
 Luan
estava num shopping com sua mãe, quando avistava a área dos fliperamas. E Luan
adorava jogar vídeo-games.  -Mãe,
vamos lá? – ele pedia com brilho nos olhos. -
Claro filho, vamos! – Ela respondia.  Ele
estava já imaginando quais novos jogos iria jogar quando sua mãe passou direto
pela entrada. -
Mãe, a entrada do fliperama é ali . – Ele dizia enquanto puxava sua mão. -
hahahaha, não seja bobo Luan, bebês não jogam videogames. – Respondia e ria com
satisfação. -
O quê? Mas eu não sou um... eu não sou um... – Ele ia responder quando
percebeu: estava vestido com um bebê. E não somente isso. Ele estava num
carrinho de bebê alugado do shopping e sua mãe o conduzia. -
Olha que bebê mais lindo a senhora têm. – Uma senhora dizia ao ver Luan no
carrinho. -
É , esse é meu filhotinho! – Dizia com orgulho sua mãe.-
Dá até vontade de morder, de tão fofinho. Concluía a senhora apertando a
bochecha de Luan. Nesse
momento Luan ia protestar, mas percebeu que não podia falar porque tinha uma
chupeta na boca. E por mais que a quisesse cuspir, eu continuava chupando a
chupeta sem parar. Nesse momento percebeu que sua mãe o havia levado ao
parquinho dos bebês. Aonde haviam monitoras que cuidavam dos bebês enquanto os
pais passeavam no shopping.





terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Feliz ano novo muitoooo atrasadoooooo!!!!!!

 Bem estreando o meu blog este ano vou postar um conto do meu amigo e colaborador Daddy Keyser, este conto para quem tinha orkut provavelmente já leu, mas para os novos membros que não leram é uma adaptação de uma história real espero que todos gostem afinal ele é um ótimo escritor eu adoro as publicações dele. E desculpem não ter postado mais nada, bem eu tenho 3 posts novos mas queria abrir o ano com algo legal e o Daddy Keyser me fez lembrar desde conto que ele escreveu e eu decidir abrir o meu blog este ano com sua história.

  Luan era um garoto de 8 anos. Apesar de estar 1 ano adiantado no colégio (cursava o 4º ano do ensino fundamental), ser um garoto ativo e falante, Luan tinha um pequeno problema; sofria de incontinência urinária noturna. Apesar de ir ao banheiro normalmente durante o dia, era constante acordar molhado.Foram muitas as tentativas dos pais de resolver o problema. O levavam ao banheiro antes de dormir, evitava beber líquidos após as 19:00hs, acordavam para ir ao banheiro... mas o caso é que nada funcionou. Ou melhor, somente uma coisa amenizava o problema: fraldas.Luan acostumou-se a usar fraldas pra dormir. Ou melhor, calças plásticas customizadas pela sua mãe, que comprava as maiores e costurava e emendava para que coubessem nele.Certo dia, como de costume, ele estava sentado na cama enquanto via sua mãe entrar no quarto com absorvente feminino, a calça plástica, talco e pomada contra assaduras.- Mas mãe, eu não quero usar fralda! Se qualquer amigo meu souber, vão rir de mim pra sempre! – Dizia Luan enquanto via sua mãe colocar o absorvente dentro da calça plástica para absorver o líquido que viria mais tarde.- Em primeiro lugar ninguém vai descobrir se você não contar. E Em segundo lugar, o que não dá é você ficar todo dia molhando os lençóis e seu colchão! – Respondia sua mãe enquanto o deitava e tirava seu short e cuequinha.Por mais que entendesse que sua mãe estava certa, Luan não se conformava. Não se conformava com sua rotina e fazia cara de emburrado. E como sempre, fazia suas perguntas costumeiras, enquanto sua mãe passava pomada nas dobrinhas de sua virilha:- Mas e se eu parar de fazer xixi dormindo?- Bem, se você parar, aí sim, não tem mais necessidade. – Ela dizia enquanto limpava a pomada dos dedos. – Mas só no dia que eu ver que você realmente parou de fazer xixi na fralda.Enquanto ela o virava de bruços para passar talco em seu bumbum, Luan pensava. Pensava que era realmente difícil parar de se molhar, mas talvez fingir que não tava mais se molhando fosse mais fácil.- Então se eu parar de me molhar, chega de fralda? – Perguntava para ter certeza, enquanto sua mãe passava talco em seu bumbum com um ‘puff’ de maquiagem para o rosto.- Se você parar, chega de fralda! – Confirmava, ao virar Luan de frente para abotoar sua calça plástica e ver um leve sorriso no canto da boca dele.

  A idéia de Luan era simples: encontrar uma maneira de quando sua mãe fosse tirar sua calça plástica pela manhã não houvesse vestígio de xixi. A vantagem que ele tinha era acordar mais cedo que sua mãe. Geralmente ele tinha q ir ao quarto dela a acordar para que ela lhe tirasse a calça plástica. A Desvantagem era também essa, ter que ser sua mãe a tirar a calça plástica dele.Como eram emendadas e costuradas, e eram abertas e fechadas com botões de pressão bem fortes, era complicado pra ele. Se puxasse com muita força, podia rasgar ou arrancar um botão. E com pouca força, não abria. Ele lembrava-se das cenas de toda manhã:- Mãe acorda! Tira minha fralda pra eu me arrumar pra escola! – Ele dizia enquanto a cutucava na cama.- hm... já é de manhã? – perguntava sua mãe, enquanto despertava sonolenta.- Já, são 6:20h já!- ta bom ... vem cá... – Ela dizia, ainda com sono e o puxando para perto. Ao mesmo tempo em que ela parecia fazer bastante força para abrir os botões, era rápido e sua mão não saía do lugar. Em seguida saía Luan do quarto pra colocar sua calça plástica num balde para ser lavada e em seguida ia tomar seu banho pensando em como sua mãe lhe tirava a fralda com tamanha facilidade enquanto ele jamais conseguira.Tanto era sua dificuldade que sua mãe lhe proibiu de tentar abrir a calça plástica sozinho. Para sua mãe, era detestável acordar e ver de manhã cedo que teria que comprar novas calças plásticas, afinal, uma calça plástica em boas condições já vazavam de vez em quando. Uma calça plástica customizada vazava ainda mais. E uma customizada e rasgada era apenas material reciclável. Fora que recortar e emendar as calças plásticas eram um serviço que exigia muito tempo, cuidado e concentração, coisas que sua mãe, que trabalhava fora, não tinha de sobra

  Por isso, o que parecia a coisa mais simples, trocar-se antes da mãe acordar era algo difícil e até certo modo, perigoso. Afinal, depois de algumas broncas e avisos para ele não tentar abrir sua calça plástica, ele sabia que o que o esperava se algo desse errado, não seriam apenas uma bronca, mas umas boas palmadas também estariam esperando por ele.- Como eu faço então? Eu não quero usar mais fralda, mas também não quero apanhar! – Pensava consigo mesmo enquanto esperava o sono vir na cama. E invariavelmente seu sono muitas vezes lhe pregava peças. Ele invariavelmente tinha pesadelos aonde ele brincava com seus amigos no parque quando de repente avistava sua mãe com sua bolsa ao lado.- M-mãe? Pra que você trouxe isso pra cá? – Ele perguntava com medo da resposta.- Ora, anjinho, porque está na hora de trocar o meu bebê! – Ela respondia com um sorriso meigo.- Não, mãe eu não sou um bebê!! – Ele retrucava.- Claro que é amorzinho! Olha pra você! È um bebê lindo! – Ela respondia com naturalidade Luan então se olhava e percebia que estava vestido como um bebê, camisetinha, babador, sapatinho infantil e uma fralda com detalhes infantis, como desenho de bichinhos e brinquedos.Ainda assustado, ele via ao redor e percebia que todos os seus amiguinhos estavam rindo dele.- LUAN É UM BEBÊ-Ê!!! LUAN É UM BEBÊ-Ê!!! LUAN É UM BEBÊ-Ê!!! – Cantarolavam em coro.- Eu não sou não!!! Não sou um bebê!!! Parem de me chamar disso!!! – Ele gritava, com lágrimas nos olhos.- Vem, bebezinho, não liga não! Deixa mamãe trocar essa fraldinha... – Sua mãe dizia enquanto o pegava no ar segurando pela cintura. Antes que ele percebesse, ele já estava deitado com sua mãe abrindo sua fralda e via os risos aumentarem. De repente via sua mãe o deitando de bumbum pra cima.- Quem quer colocar talquinho no meu bebê? – Dizia sua mãe, balançando o talco nas mãos, enquanto todos iam em sua direção.Nesse momento Luan acordava do pesadelo. Suado, assustado e sabia que tinha se molhado. E só uma coisa vinha à sua cabeça:- Eu tenho que parar de usar fralda!




quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Conto parte 10

Olaaaaa meus pequeninos feliz dia das bruxasss a todos, bem desculpem a demora mas vou tentar postar pelo menos uma vez por semana e hoje vou postar mais uma parte do meu conto espero que vocês gostem e o conto esta chegando ao fim, mas quem sabe não há continuação no futuro
 bjinhosssss e que se divirtam muito neste dia  ^^

- Pai eu gostei muito são lindas, só que não sei se tenho coragem de usar na minha idade, a fralda foi porque eu precisava com meus acidentes, a chupeta se aparecer alguém à qualquer momento posso esconder em qualquer lugar. Mas a mamadeira e muito grande pra esconder, não quero que ninguém me veja com ela. – Falo olhando para a mamadeira.
- Tenho uma proposta, que tal enquanto estivermos na casa da tia, você tome a mamadeira a noite antes de dormir. Ninguém vai ver usando e se você gostar e achar que será legal quando voltarmos pra casa poderá usar a mamadeira quando quiser. Só mora nós dois lá. – Pai fala guardando a mamadeira de volta no saco de compras –  Enquanto isso vamos manter ela bem escondida na sua mala. – Continuo olhando para a mamadeira. – Ou vc quer experimentar agora mesmo nós já vamos dormir se quiser uma mamadeira de leite morno com chocolate. Eu prometo que nem tia nem a Reh vão ver tudo bem?
- Tá pai eu vou querer sim obrigada – Falo corando. – Vou ficar esperando deitada na cama tudo bem pai? – Pai abre um grande sorriso pra mim.
- Claro amor pode ficar deitadinha que assim que eu terminar eu trago e dou na sua boquinha. – Pai fala e sai do quarto com a mamadeira.
Enquanto isso eu fico no quarto olhando para o teto e pensando no dia de hoje, fiquei muito feliz por ter ido de fralda para o shopping, ao menos não tive que sair correndo do brinquedo para ir ao banheiro. Enquanto pensava nas coisas estava distraída e de repente o pai a chupeta da minha boca e levo um susto.
- Calma amor, é o papai levou um susto amorzinho. – Pai fala se sentando na cama.
- Nossa pai levei um susto. – Quando me recupero do susto sorriu para o pai. – Pai me mostra a mamadeira e começa a chacoalhar todo animado.
- A minha filhinha quer isto aqui quer bebê. – Fala me mostrando.
- Eu quero papai. – Fala olhando pra ele.
- Então vem aqui no colo do papai que o papai vai dar na sua boquinha. – vou ate perto do pai e ele faz um gesto para que eu coloque a cabeça no colo dele. – Muito bem, agora abra a boquinha. – Abro a boca e fecho os olhos, fazia muito tempo que não sentia esta sensação de tomar mamadeira e é muito boa. – Tá gostando? – Balaço a cabeça e tento sorrir sem tirar a mamadeira da minha boca.

Enquanto estou mamando o pai faz carinho na minha cabeça com a outra mão, está muito bom ficar ali no colo do pai e ele fazendo carinho, me sinto protegida e começa a me dar sono, então começo a abrir e fechar os olhos lutando pra não dormir. Depois de alguns minutos começo a cochilar ainda com a mamadeira na boca, sem me acordar e com muito carinho meu pai tira a mamadeira da minha boca e coloca a chupeta deita na cama ao meu lado.




terça-feira, 22 de outubro de 2013

   Olaaaaa crianças, desculpe por estar meio ausente por esses dias, mas hoje eu vim falar sobre um assunto que acho q todos passam.

   Vou falar sobre a aceitação, já havia falado sobre este tema em posts anteriores, porem é sempre bom reforçar  um tema assim.

   Algumas pessoas antes de conhecer o infantilismo acham que estão ficando doidos e tentam não pensar nisso, afastando do pensamento e da vida. Acho que a maioria senão todas as pessoas passaram por isso, querem ser o que a sociedade tacham de "normal" ser aceito. Em meio a tudo isso ficamos perdidos e acabamos renegando esse sentimento de gostar de coisas de bebês ou mesmo de outros fetiches, porque não é algo normal.

   Antes de saber sobre o infantilismo cada vez que eu via cenas de desenhos ou filmes de pessoas adultas usando coisas de bebê gostava, queria ver e rever as cenas, e depois ficava pensando porque eu gosto de ver essas coisas e pensava "Será que eu to ficando maluca?" ou "Eu tenho que parar de fazer isso, isto não é normal'. De tanto pensar que estava maluca acabei me deixando levar, por isso, afastei a ideia de querer experimentar para ser uma pessoa "normal". Fiquei sem pensar nisso por alguns anos, um dia estava assistindo Rugrat's (Os  anjinhos) em um episodio que o pai do Tommy bate a cabeça e volta a ser bebê, e os bebezinhos pegam um lençol e usam como fralda e colocam nele, depois desse episodio voltou a vontade de usar e agir como bebê. A vontade voltou mais forte ainda, foi difícil controlar e só fiquei melhor depois que comprei uma chupeta para experimentar.

  Finalmente, as pessoas que são realmente infantilista cedo ou tarde, a vontade vai crescer e não terá como segurar isso. Quando eu falo isso lembro do meu maninho Bebê Tubarão falando "Aproveita pra fazer essas coisas enquanto você é jovem, porque depois vai estar velha e querendo usar as cosias de bebê isso não vai dar certo." É meio depressivo isso, mas é verdade quando mais cedo se descobre o que você é, melhor será sua aceitação no futuro.