quinta-feira, 7 de março de 2013

Experiência de papai: dando palmadas no bumbum.




Senhoras e senhores, papais e mamães, bebês e afins, hoje contarei um pouco da experiência de dar palmadinhas no bumbum da minha bebê, mas antes uma introduçãozinha falando sobre as palmadas e castigos.

Há sempre aquela repulsão por parte de alguns, quando falamos em dar palmadas no bumbum ou até mesmo outros tipos de castigo em uma criança, até mesmo em um bebê. Os castigos que damos para crianças e bebês, são usados para corrigir uma falha que eles cometeram ou algo que nós mandamos fazer e eles não cumpriram. A famosa desobediência ou teimosia por parte deles acaba nos enfurecendo diversas vezes, pois como somos tirados da nossa posição de "lider da casa", "aquele que dita regras" nos sentimos obrigados a dar uma punição a eles, talvez severa de mais em determinadas ocasiões. As punições ou castigos que damos a eles podem variar, de pai para pai, ou, de mãe para mãe e por isso algumas funcionam, outras não.
As punições mais comuns que conhecemos, são os famosos castigos que damos a nossos filhos ou alguma vez já levamos por parte de nossos pais ou responsáveis como ficar sem assistir tv, ficar sem jogar video game, ficar sem tomar refrigerante, ficar trancado no quarto pra pensar no que fez, entre outros castigos. Também podemos citar as famosas chineladas na perna ou no bumbum, cintadas, sopapos no ouvido, puxões de orelha, apanhar de cipó e as palmadas no bumbum ou nas pernas.
Contando um pouco de minha experiência, hoje tenho uma idade avançada, mas já fui criança um dia e já passei pela maioria destes castigos e/ou punições. Quando era bebê logo aos meus seis meses de vida já levava palmadas no bumbum da minha mamãe, como sempre taxo minha mamãe de nervosa e as vezes ruim por me dar determinados castigos, ela sempre me batia com chinelo ou até mesmo me dava puxões de orelha que ficavam doendo pelo resto do dia inteiro, mas de uma coisa eu posso me orgulhar nunca apanhei de cinta - risos - talvez por isso eu tenha entendido que não devo fazer coisas erradas e nem desobedecer minha mamãe,  hoje em dia não, mas sei que se fosse em outras épocas levaria uma boa de uma surra.
A minha experiência com palmadas não para por aqui não, no auge dos meus 19 anos conheci uma bela menina, toda meiguinha, fofinha, digamos bebê - risos - e a quatro anos estou junto com esta que é minha namorada.
A mais ou menos 3 anos descobri que ela era infantilista, o que me fez entender que eu também era por gostar de determinadas coisas e por também participar do mundo infantilista dela, desde então sempre brincamos e nos tratamos por papai e bebê ou filhinha, mas mesmo assim nunca deixamos de fazer coisas de namorados e "gente adulta". Certa vez estavamos brincando e disse a ela que estava na hora dela nanar - até porque trabalho a noite e preciso dormir a tarde - para que ela não ficasse acordada sem o papai, pra vigiar suas ações e me surpreendi com uma birra, vinda dela me dizendo "não to soninho papai" (sic), mas mesmo assim insisti que precisava nanar pra descançar e a mesma continuou dizendo "bebê não 'qué' nana, bebê 'qué' ficar acordada" (sic) e veio o choro nos olhos dela, demonstrando que não queria fazer aquilo, percebendo sua desobediência resolvi tentar acalmar sua manha com uma bela de umas palmadas no bumbum, no começo bati de leve com medo de que pudesse machucá-la com isso, na hora vi que não resolvi, pois ela começou a fazer mais manha, insinuando choro e na mesma hora disse a ela que parasse de chorar, que os tapas eram apenas por causa da desobediência o papai. Ela continuou com frequência a fazer manha e a desobedecer o papai, com isso fui aumentando as doses de tapas e a força dos tapas pra ver se ela parava, mas isso foi em vão, cada vez que eu dava tapas ela fazia mais e mais manha. Certo dia percebi que a chupeta foi uma boa solução pra manha do sono, quando ela vem com manha que não quer nanar eu coloco a chupeta em sua boca e ai ela fica calminha, recosta sua cabeça em meu peito e nana como uma anjinha.
Ela é muito teimosa e desobediente, não faz nada que eu peço, se está doente não toma remédio, no frio não se cobre e ainda dorme de ventilador ligado e só de camiseta e short, não toma banho cedo, não nana cedo e tudo isso vai acumulando, até que não aguento e como papai pego ela no colo de bundinha pra cima e mando umas ótmas de umas palmadas até que o bumbum dela fique vermelhinho - eu adoro fazer isso - e até que ela entenda que não pode ficar desobedecendo o papai dela que é autoridade máxima e que por "obviedade" tem o poder de dar bronca, palamadas e castigos. Quando eu bato nela ela vem e me diz "papai mal, fica dando palmada em mim" ou "pala papai eu não meleço", ou ainda fica fazendo gracinha pra apanhar dizendo "lelo lelo papai não me pega, vou fazer tudo que eu quelo e papai não vai me pegar", e eu sempre digo a ela "deixa bebê depois eu te pego de jeito e te dou o castigo que você merece".
Pra finalizar ela diz pra mim que sou "spanker" por gostar de dar palmadas nela, principalmente quando ela me desobedece, mas segundo ela eu bato nela sem motivos, mas não é não, tenho todos os motivos pra bater no bumbum dela, primeiro é a desobediência e segundo ainda fica debochando de mim falando que eu não tenho voz ativa pra comandar ela e fazer ela me obedecer.
Bom esta foi um pouco da minha experiência até uma outra vez quem sabe.
Att, Papai.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Conto

Ola amigos!!!!!!

A pedidos de algumas pessoas que não tem orkut, né meu amiguinho Yuri rsrs, vou postar um conto que eu fiz aqui também, esta ideia foi da minha amiguinha Marina então vou dar os créditos da ideia a ela, obrigada.

Este conto é baseado em um role play que fiz com um daddy amigo meu. Agora vou ao conto


Um dia de manha meu pai veio me acordar para ir à escola. Nesta época já estava acabando as aulas e iriamos passar uns dias na casa da minha tia Rosa e minha prima Renata. Quando ele chegou ao quarto para a surpresa dele minha cama estava toda molhada então ele me desperta correndo.
- Filha o que você fez como aconteceu isso?
- Hum pai o que aconteceu. – acordo ainda meio confusa.
- Como assim o que aconteceu você não sentiu que sua cama está molhada, como aconteceu isso você não faz xixi na cama desde que era pequena. – Pai fica olhando pra mim esperando uma resposta.
Não acreditando muito olho pra baixo e tento buscar uma explicação, me sinto tão envergonhada por esta situação, que abaixo a cabeça e começo a chorar, por não ter uma explicação.
- Tudo bem meu amor, foi só um acidente tá bem? Vamos fazer assim, você vai tomar banho e se preparar para a escola que eu vou limpar sua cama tudo bem? – ainda estou soluçando, pai passa a mão na minha cabeça. – Pronto passou, tudo bem.
Ainda muito envergonhada só balanço a cabeça e vou no banheiro tomar banho e me trocar para ir a escola.
Enquanto isso o pai limpava a cama e se perguntava o que tinha acontecido para que eu molhasse a cama. Afinal eu já era uma adolescente e não molhava a cama desde criança.
Banho tomado fui para a escola ainda incomodada com as coisas que aconteceu, porem na escola não aconteceu nada de estranho, a noite chega e na hora da janta.
- Filha está chegando o fim das aulas e está chegando minhas férias também. Sua tia nos convidou para passar alguns dias na casa dela e eu aceitei. Nós vamos depois do seu ultimo dia de aula.
- Pai eu tenho que ir mesmo? Não estou com muita vontade e nem humor depois do incidente de manha. – Falo com a cabeça baixa de vergonha.
- Sim você vai eu prometi que você iria para brinca com sua priminha Renata, você sabe que tem quase a mesma idade que ela. – Pai fala sorrindo.
 - Sim pai você tem razão nos temos quase a mesma idade, por isso mesmo que não brincamos mais. Francamente pai às vezes eu acho que você pensa que eu ainda tenho 2 anos. – Sorriu de maneira irônica.
- Amor você sabe o que dizem né, que para os pais os filhos sempre vão ser bebês. – Na forma de brincadeira o pai faz um sinal para eu me sentar em seu colo – Vem aqui princesinha sentar no colo do papai. – Apenas rio e não dou atenção e vou pra sala assistir TV – E mais uma coisa filha não se esqueça de ir ao banheiro antes de dormir, para evitar probleminhas na cama tá bem?
- Tudo bem pai já estou indo dormir também, amanha tenho uma prova e não posso me atrasar.
Vamos para o quarto dormir, na manha seguinte o pai vem me acordar como sempre de manha, e novamente ele tem uma surpresa desagradável, pois a cama estava molhada novamente.
- Ah não filha de novo? Não acredito você foi ao banheiro como eu mandei? – Pai esta com cara de bravo.
- Fui sim pai eu juro, mas não sei o que está acontecendo. – Fico triste e o pai fala com carinho.
- Tudo bem, vamos fazer igual ontem tudo bem. – Passando a mão no meu cabelo. – Agora vai lá senão vai se atrasar.
- Tá bem pai me desculpe – Saio de cabeça baixa e vou ao banheiro.
Enquanto o pai arruma a cama fica pensando em um jeito de não acontecer mais isso, o dia passa calmo e a noite chega.
- Filha vamos conversar, em alguns dias vamos à casa de sua tia e sinceramente não sei o que fazer com seu problema de molhar a cama – Fala me encarando com cara de preocupado.
- Pai eu não seu não to fazendo isso de proposito eu juro. – Fico vermelha de vergonha e com cara de choro.
- Não fica assim não filhinha, eu sei que você não faz de proposito. – Pai segura minha mão para me dar mais confiança. – Mas concorda que temos que fazer alguma coisa e a segunda vez em dois dias.
 - Pai às vezes isso passa, pode ser stress da semana de prova. Por favor, não faz nada ainda, vamos esperar pra ver. – Fico com cara de desespero.
- Tudo bem vamos esperar alguns dias, mas você sabe que depois do ultimo dia de aula vamos para a casa de sua tia. – Em tom de aviso.
- Sim, eu sei – Sorriu com a compreensão do meu pai. – Obrigada pai.
- Tudo bem, mas lembre-se antes de dormir banheiro. – Aceno com a cabeça feliz por essa chance.
Passam os dias e chega o ultimo dia de aula e continuo fazendo xixi na cama e como isso passa o dia e estamos nos preparando pra ir à casa da tia Rosa.
- Pai podemos conversar? – Falo desanimada.
- Claro amor o que houve? – Pai fala meio preocupado com minha expressão – Aconteceu alguma coisa?
- Estive pensando e não quero ir pra casa da tia Rosa. Por favor, me deixa ficar em casa não quero ir e se eu tiver um acidente lá.
- Filha já conversamos sobre isso, e você vai sim – Fala com autoridade.
- Mas pai não quero que ninguém saiba que eu molho a cama – Escorrendo lagrimas do meu olho.
- Tá bem a gente vai dar um jeito. – Pai fala sorrindo querendo me passar confiança. – Agora vai dormir que amanha sairemos cedo pra ir à casa da tia Rosa. – Pai da um tapinha carinhoso no meu bumbum.
- Pai sabe quanto tempo você não faz isso? – Falo meio assustado e meio achando graça.
- Já faz um tempinho né filha, mas às vezes é bom relembrar as coisas de quando você era criança, às vezes sinto saudades de colocar você no colo. – Dando risada e meio nostálgico. – Mas agora vai lá boa noite filhinha.
Vou pra cama dormir e na manha seguinte o pai vai lá me acordar e novamente cama molhada, como íamos pra casa da tia Rosa bem cedinho pai me acorda fala pra tomar banho e me trocar e depois ir verificar se a minha mala já estava toda pronta, que logo iriamos sair para a casa da tia Rosa.
Meu pai não sabia o que faria, pois teria que contar pra tia Rosa que eu estava tendo acidentes na cama, a viagem foi tranquila conversamos e finalmente chegamos à casa da tia Rosa.
Pai sabe que sou muito tímida, e apesar de ser adolescente, quando estou pra encontrar pessoas que eu não conheço ou não vejo há muito tempo fico com muita vergonha e tenho a mania de me esconder atrás do meu pai, ate me acostumar com as pessoas.
O primeiro a descer foi o pai e em seguida abriu a porta do carro pra mim, pois não estava querendo descer.
- Vamos filha são só sua tia Rosa e sua prima Renata, não tenha vergonha amor. – Pai fala de uma maneira carinhosa quase infantil.
Saio do carro, e continuo atrás dele, segurando sua mão para me dar mais confiança, quando tia Rosa percebe que nos chegamos sai da casa e vai nos receber e em seguida pela Renata.
 - Oi há quanto tempo não vem nos visitar, achei que já tinha se esquecido de nos. – Tia Rosa fala dando um abraço no pai e em seguida em mim. – Vejo que sua menina não mudou nada ainda continua a mesma menininha tímida de sempre. – Tia olha pra mim.
A Renata toma a iniciativa e vem nos cumprimentar.
- Oi tio tudo bem com você? – E da um abraço no pai e em mim igual à tia fez.
- Tudo bem sim. E pelo que eu vejo a sua filha não e mais uma menina tímida, já se tornou uma bela moça. – Fico um pouco incomodada com o que se fala.
A Renata fica ao meu lado depois de nos cumprimentar, e eu ainda estava segurando a mão do pai com vergonha.
- Filha fica aqui com sua prima que eu e sua tia temos que colocar o assunto em dia e enquanto isso converse com sua prima Reh. – Pai fala soltando minha mão e seguindo a tia pra dentro da casa.
Enquanto a Renata me perguntava varias coisas e eu apenas respondia o pai e a tia Rosa estava conversando dentro da casa.
- Rosa eu tenho que te contar uma coisa pra você é sobre a Kitty ela esta tento alguns probleminhas na cama, de uns dias pra cá ela esta molhando a cama todas as noites, eu tinha dado um tempo pra ela parar, mas como nos viemos pra cá não sei o que fazer com esses probleminhas da minha filha. – Pai fala para a tia Rosa, ela só escuta e depois da historia toda contada.
- Bom eu não sei o que você vai fazer irmãozinho, mas eu não quero ter que tirar um colchão da cama e estender no sol todos os dias, acho que seria bom experimentar comprar fraldas e colocar nela por enquanto deve funcionar. – Tia fala pegando algumas coisas para começar a janta.
- Acho que eu vou fazer isso mesmo pelo menos por enquanto ela vai acordar numa cama seca. – Pai fala pegando a chave do carro. – Já volto vou lá comprar um pacote de fraldas e ver qual a reação dela a noite. – Pai sai da casa e vai ate onde estávamos e fala. – Filha fica um pouco com a tia e a Reh que eu já volto vou comprar umas coisas que a tia pediu tá bem.
- Tudo bem pai pode ir então, vai voltar logo?
- Sim anjo, já volto é rapidinho.
Vendo a cena a Renata fica observando com cara de quem acha graça e esta a ponto de falar algo meio irônico. Depois que o pai sai ela começa a fazer piadinhas.
- Nossa você continua sendo a filhinha do papai é do jeito que ele te trata até parece que você ainda tem 5 aninhos. – Fala rindo. – O que foi bebezinha ainda tá com vergoinha das pessoas.
Não respondo apenas tento ignorar e vou pra casa às vezes a tia estava precisando de ajuda, para fazer a janta.
- Oi tia a senhora esta precisando de ajuda para fazer a janta? – Falo      olhando para o chão.
- Não tudo bem, pode voltar lá e brincar com a sua prima Reh. – A tia estava colocando a panela no fogo.
- Tia o que a senhora pediu pro pai comprar?
- Ah algumas coisas, não se preocupe ele já vem tá bem, se você quiser ficar aqui tudo bem, senão pode ir lá ficar com sua prima.
Fico lá com a tia até o pai voltar que não demorou muito.
- Cheguei filhinha, adivinha o que eu trouxe pra nos de sobremesa? – Pai fala mostrando um pote de sorvete. – E trouxe as coisas que você me pediu Rosa.
- Kitty guarda as coisas pra mim, por favor, já que você queria me ajudar. – A tia me mostra onde guardar as coisas, eu guardo.
Enquanto isso o pai aproveita pra discretamente sair e pegar outra sacola e leva rapidamente para o quarto onde ele vai dormir e esconde dentro da mala dele, e volta para onde nos estamos.
- Filha porque você não esta mais com sua priminha? Aconteceu alguma coisa? – Pai fala enquanto entra na cozinha.
- Não aconteceu nada não pai e só que eu vim ver se a tia precisava de alguma ajuda pra fazer a janta. – Falo sentando na cadeira.
- Mas eu disse pra ela que não precisa de ajuda não que era pra ela ir brincar com a Reh, mas acho que não é bem isso não acho que sua menina está com vergonha ainda, porque ela veio logo depois que você saiu pra comprar as coisas.
- Filha vamos lá eu vou com você ficar com a Reh, ela e uma mocinha muito simpática, vamos lá – E pega na minha mão me levando pra fora ficar com a Renata.
A Renata estava sentada na cadeira olhando o movimento na rua e às vezes conversando com as vizinhas.
- Olha quem chegou pra continuar a conversar com você Reh. – Pai me puxa pra perto da Renata.
- Kitty você quer conhecer a cidade depois da janta?
- Sim ela vai sim – O pai fala antes que eu pudesse responder – Ela vai adorar sai com você Renata. Não é filha.
- Sim claro tanto faz. – Fala sem muita vontade. – Vai ser ótimo.
Ficamos um tempo sentados e a tia chama para jantar. Enquanto jantamos pai me avisa.
- Filha depois da janta tome banho e suba pro meu quarto eu quero falar com você tá bem?
- Tio não pode ser mais tarde você lembra que eu e a kitty combinamos de ir andar na cidade. – Enquanto tomávamos sorvete de sobremesa.
- Verdade Reh tinha me esquecida, tá bem depois que vocês voltarem tome um banho e suba pro quarto.
- Tá bem pai eu vou fazer isso depois que voltar do passeio.
Fomos passear e voltamos duas horas depois a Renata não falou nada para me provocar então o passeio foi agradável. Conheci o centro da cidade foi divertido. Chegando à casa fui tomar banho e em seguida fui para o quarto do pai.
- Oi pai esqueci de perguntar, onde eu vou dormir?
- Não sei filha quer dormir com sua prima ou se não quiser pode ficar aqui e dormir comigo. – Pai fala arrumando a cama e se preparando pra dormir.
- Tanto faz pai eu não ligo pode ser com você ou com a Renata. – Enxugo o cabelo.
- Amor precisamos conversar serio venha aqui. – Aponta pra eu sentar ao seu lado.
- Nossa o que eu fiz? – Falo meio assim, e sento na cama com cautela.
- Anjinha você não fez nada não, acredite e só que eu tive que contar pra tia Rosa que você faz xixi na cama e ela me sugeriu que comprasse fraldas pra você usar enquanto esta aqui. – pai fala fazendo carinho no meu rosto e enquanto ele fala abaixo o rosto.
- Pai você prometeu que ninguém ia ficar sabendo sobre meu problema, e não cumpriu não quero ficar aqui se a tia sabe que eu molho a cama. – Começo a chorar – Pai não quero, não quero usar fralda, por favor.
- Meu amor não fica assim não, a tia não vai contar a ninguém tá bem. – Faz carinho na minha cabeça e me abraça. – Filha você vai ter que usar fralda enquanto você estiver aqui e molhando a cama, é só à noite minha fofinha ninguém vai te ver de fralda e de manha eu tiro e isso vai ficar entre nos tá bem.
- Tá bem, mas eu to com vergonha de ficar de fralda e ir para outro quarto, posso ficar e dormir com você? – Faço cara de choro e vergonha.
- Claro amor, você vai dormir aqui com o papai. – Abraça e em seguida tira o pacote de fralda de dentro da mala. – Vamos colocar a fraldinha? – Abrindo o pacote e colocando a fralda aberta na cama. – Vem aqui amor colocar a fraldinha ai podemos dormir que foi um dia longo de viagem.
- Pai to com vergonha de deitar ai. – Falo olhando pro chão e mexendo o pé.
O pai então me pega pelo braço e puxa pra deitar na cama.
- Não precisa ficar com vergonha não, você e minha filhinha papai tá aqui. – da um beijo na minha testa. – Pronto e rapidinho não vai demorar. – Fecho os olhos de vergonha e só querendo que isso termine.
- Terminei amor, você é a menina mais boazinha do mundo meu amor, agora vamos dormir. – Pai da um tapinha no meu bumbum.
Na hora de dormir o pai passa o braço em mim e me abraça e faz carinho, mas minhas costas. Como eu estava cansada dormir rápido, pai me da um beijo na testa.
- Boa noite minha bebezinha.
Na manha seguinte o pai acorda e espera eu acordar para tirar a fralda. Enquanto isso ele me vê dormir e fica lembrado de quando eu era bebê, ele adorava cuidar de mim.
- Bom dia pai acordou cedo. – Falo com cara de sono.

Oláaaaaaa!!!!!!!!!!

Espero que vocês estejam bem e desculpe por ficar tanto tempo sem postar estão me faltando ideias. rsrs

Hoje vou falar de algo que eu nunca tinha feito, claro que eu ja tinha mamado na mamadeira sozinha ou com meu papai me dando na boca, porem todas as vezes que ele me deu mama eu estava deitada na cama e ele ao meu lado. Na semana passada eu tive uma experiencia nova. 
Meu papai sentou na cama me pegou no colo e me deu a mamadeira na boca, foi a primeira vez que ele tinha feito isso, me senti muito bem acho q foi uma das melhores experiencias que ja tive pra me sentir como uma bebê de verdade. É engraçado como umas coisas tão simples podem fazer a gente se sentir tão bem.
Eu acho interessante, pelo menos no meu ponto de vista, acho legal ter essas experiencias, pra um cuidador pode ser que não tenha muita diferença dar mamadeira na cama ou no colo, mas pra mim que sou bb da historia senti uma grande diferença rsrs, Me senti bem cuidada e protegida, quase dormi enquanto ele me dava a mamadeira, de tão relaxada que eu fiquei no colo dele.
Meu papai percebeu que eu estava gostando de todo aquele tratamento que ele me deu, quando terminei minha mamadeira não quis largar o bico e fique segurando. Papai esperou um momento de distração e tirou a mamadeira da minha boca. Fiquei com a boca aberta esperando ele colocar a mamadeira de novo, eu adoro morder o bico da mamadeira apesar do papai dizer que eu não posso porque corro o risco de estragar o bico da minha mamadeira, rsrsrs. Ele começou a brincar comigo falando pra mim pegar a mamadeira com a boca, adoro brincar com o papai, ainda mais quando eu consigo pegar a mamadeira.
Uma das melhores coisas pra mim, dessa experiencia, foi o carinho que eu recebi, papai sempre me da muito carinho, porem ficar ali no colo dele, parece que eu sinto mais ainda o carinho que ele tem por mim, não seria a mesma coisa deu estar na cama e ele me dando a mamadeira ao meu lado.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Historia de um amigo

Oieeeee ^^ 

Td bem amiguinhos tava com saudades, hj  vou postar uma historia que me mandaram faz algum tempo mas como eu tava sem net não consegui mandar. Obrigada pela paciência ^^


A história que vou contar aconteceu comigo há muito tempo, eu tinha uns 8 anos.
Tudo aconteceu quando fui passar o fim de semana na casa de uma vizinha, muito amiga da minha mãe.
Até anos 80 tudo era distante, nem se compara com a vida que temos hoje.
Minha mãe precisou fazer uma viagem as pressas para visitar uma amiga querida que tinha dado a luz, sabia que seria um final de semana perdido resolvi ficar...como ainda era pequeno, dona Vera, uma vizinha que morava  em rua duas quadras da minha da casa, se ofereceu pra ficar comigo, aceitei na hora porque ela tinha um bazar, e eu adorava ficar por lá conversando com as filhas dela, as gêmeas Bruna e Priscila...deviam ter uns 11 ou 12 anos!
A tarde de sexta feira chegou, minha mãe foi visitar a amiga e eu fui para a casa da dona Vera.
Era uma casa bem grande por sinal, com dois salões na parte de baixo, que seriam a garagem, mas funcionavam um lado o bazar do outro um salão de beleza da dona Virna, irmã da dona Vera!
Logo que cheguei dona Vera me pediu pra subir para a casa.
As gêmeas estavam me esperando para assistir Tv em uma sala enorme.
Ficamos deitados em calções, cada um com o seu é lógico...assistindo filmes (era época que as video locadoras bombavam) até a noite, acabei pegando no sono.
Quando acordei já era noite, meio perdido pelo sono, mal sabia onde estava...até que a ficha caiu, pra minha vergonha tinha feito xixi, molhei tudo roupa e calção!
As gêmeas vendo a minha situação começaram a rir, sentia muita vergonha, mas mal podia imaginar o que ainda iria acontecer!
Priscila com um olhar de piedade vira pra mim e diz...
_E agora, olha só o que vc fez, ñ dá p/ ficar assim, vai já se lavar que eu vou recolher o lençol e arrumar outro calção pra vc dormir!
Voltei do banheiro enrolado em uma toalha, sem saber o que fazer e como iria dormir.
Bruna pergunta se eu me importava de dormir pelado, nesse momento a Priscila retruca...
_Pelado ele ñ pode ficar, já pensou se a mamãe entra aqui e vê ele pelado com a gente?
_Ñ tinha pensado nisso Pri! responde Bruna
_Sossega Bru, tive uma ideia, o nosso menino mijão ñ vai dormir pelado! diz Priscila.
Fico parado em um canto do quarto, pensando o que estava preparando pra mim.
Minutos depois, Priscila chega no quarto com uma sacola, que eu sequer imaginava o que tinha dentro.
Bruna olha dentro da sacola, faz cara de surpresa e pergunta...
_Vc vai vestir isso nele?
_Eu ñ, nós vamos colocar o nosso nenê pra dormir vestido a carater!diz Priscila.
Quando vi o que estava dentro da sacola, retruquei...
_Com isso eu ñ durmo!
Nesse momento, Priscila me ameaça...
_Tudo bem, deixa eu ver...hoje é sexta, segunda feira vai ser um dia agitado, todos na escola vão saber que temos um mijão por lá.
_Pri, ñ assusta o garoto, foi apenas um xixi!diz Bruna.
_Ñ estou assustado, apenas com vergonha!digo logo em seguida
_Garoto então vamos lá...é só deitar e deixar com a gente!diz Priscila
Sem ter o que fazer, deitei...imagina a cena!
Pelado e deitado, na frente de duas meninas, jamais tinha passado tanta vergonha na vida!
_Ok...é assim que eu gosto!diz Priscila.
_Bru...ergue as pernas dele pra eu por a fralda por baixo!diz Priscila
Eu deitado de barriga pra cima, vendo uma menina erguendo as minhas pernas, nesse momento Priscila coloca a fralda por baixo, teve a paciência de jogar talco prender com alfinetes!
_Meu Deus, que veronha!pensei...
Já estava levantando, quando a Priscila coloca a mão no meu peito e diz...
_Calma nenê, ainda ñ colocamos a calça plástica!
_Pri, ele é muito grande pra usar calça plástica de nenê!diz Bruna.
_Bru, semana passada uma vendedora esteve no bazar oferecendo calças plásticas para doentes que ñ conseguem sair da cama, vai servir direitinho para o nosso nenê!diz Priscila.
Ñ deu outra, nesse momento Bruna ergue novamente minhas pernas e Priscila desliza a calça plástica por cima da fralda!
_Prontinho nenê, dá uma voltinha pra tias ver como ficou!diz Priscila.
Levantei e fiquei em um canto do quarto, morrendo de vergonha...muita vergonha!
Enquanto isso, as meninas ñ paravam de rir!
_Vem cá nenê...ñ precisa ficar com vergonha!diz Priscila
_Vamos voltar pra sala, ñ quer mais assistir filmes?diz Bruna
_Ñ quero, prefiro ficar aqui! disse sem olhar na cara delas.
_Tudo bem, a gente entende, afinal são quase nove horas da noite, hora de nenê estar dormindo!diz Priscila.
Nesse momento, vejo a Bruna arrumando o meu colção!
_Ai está, pode vir nenê, ñ é o melhor berço do mundo, mas dá para dormir!diz Bruna
Deitei no colção e me cobri, rezando para o sono chegar logo e a noite passar.
Pensei...amanhã será um novo dia!
_Bru, vamos pra sala, deixa o nenê dormindo!diz Priscila.
Realmente a noite passou rápido, pque sempre tive o sono pesado.
De manhã acordei mais cedo que as minhas amigas "babás"!
Fiquei pensando, como vou sair dessa?!
Pra piorar estou como vontade de fazer xixi...na fralda ñ posso fazer de jeito nenhum, pque a gozação vai ser maior ainda!
Vou levantar de mansinho para ir no banheiro, ñ quero acordar ninguém, pensei comigo mesmo!
Abri a porta e avistei a porta do banheiro do outro lado do corredor!
Terei que passar pela casa toda vestido assim!murmurei comigo mesmo.
Quando já estava chegando na porta do banheiro, esticando os braços para virar a maçaneta, dou de cara com a dona Vera!
_Menino...o que é isso, sua mãe ñ tinha me dito que ainda usava fraldas!diz dona Vera.
_Dona Vera, eu me molhei ontem vendo Tv...as meninas resolveram me vestir assim!Digo sem saber onde enfiar a cara.
_Nesse caso vamos acordar as "belas adormecidas" para explicar isso direito!diz dona Vera.
_Priscila e Bruna...acordem, já é dia, precisamos ter uma conversa!diz dona Vera.
_Que negócio é esse de por fraldas no amigo de vcs?Pergunta dona Vera.
_Mãe, veja bem...ontem estavamos vendo Tv quando ele dormiu e acordou todo mijado!diz Priscila.
_Ele ñ podia dormir pelado, como é menino ñ iria vestir nossas roupas certo?diz Bruna.
_Tudo bem, mas já que foi até o bazar para pegar a calça plástica, pque ñ optou por uma cuequinha, tem várias por lá?diz dona Vera
_Mãe, eu até pensei nisso, mas se ele molha tudo de novo, foi ai que tive a ideia de vestir a fralda nele!diz Priscila.
_Está bem, onde está o lençol que ele molhou?diz dona Vera.
_Está em um balde, dentro do banheiro, tem tudo ali...lençol, fronha e a roupa dele!diz Bruna.
Pra minha surpresa dona Vera agiu com naturalidade, apenas respondeu...
_Tudo bem, sendo assim ele fica de fralda até a roupa dele secar!diz dona Vera.
_Caso explicado, agora vamos levantando, pque já é dia, primeiro um belo banho depois todos na cozinha pra tomar café!diz dona Vera.
_Ok mãe...já vamos!diz Priscila.
_Ei nenê, quer ser o primeiro a tomar banho?diz Bruna.
Como já estava com o bexiga estourando de vontade de fazer xixi, balancei a cabeça que sim!
_Ótimo então vem aqui pra titia tirar as fraldas do nenê!diz Priscila
_Ñ precisa, eu me viro sozinho!digo meio sem graça.
_Nada disso, pode deitar ai!diz Priscila.
Sem saída, deitei e deixei ela me livrar das fraldas!
Pronto nenê, vai tomar o seu banho!diz Priscila.
Sai correndo enrolado em uma toalha direto para o banheiro.
Durante o banho fiquei pensando na noite louca que tinha passado, parecia um sonho!
Sai do banheiro e voltei para o quarto, pra minha surpresa a fralda já estava estendida na cama.
Vamos lá nenê, de volta pra fralda!diz Priscila.
_Espera ai, já é dia...ñ preciso vestir fralda de novo.
_Precisa sim nenê, sua roupa de baixo está molhada, lembra que a mamãe disse?diz Bruna
_Fica de fralda até a roupa molhada secar!diz Priscila.
_Vamos nenê, ñ temos o dia todo, deita ai!diz Bruna.
Ñ vendo outro jeito deitei.
_Isso nenê, vamos ao que tem que ser feito!diz Priscila
_Bru...ergue as pernas dele!diz Priscila
_Pode deixar Pri!diz Bruna
Pensei...de volta as fraldas de novo!
_Prontinho nenê, está limpo e sequinho!diz Priscila
Nesse momento dona Vera entra no quarto com uma bermuda na mão.
_Trouxe esse bermnuda, ñ pode ficar andando pela casa só de fralda né!diz dona Vera.
_Isso mãe, a bermuda vai por cima da fralda, ninguém vai perceber que ele usa uma!diz Bruna.
Enquanto vestia a bermuda, eu ficava olhando no espelho pra ver se parecia alguma coisa, Bruna e Priscila foram tomar banho.
Logo em seguida fomos até a cozinha tomar café, quando dona Vera diz que está tudo quase pronto, só falta o pão!
_Meninas pque vcs ñ vão até a padaria pra comprar o pão, o dinheiro está em cima da mesa! diz dona Vera.
_Ok mãe, vamos Bru...ei vc ñ vai com a gente? diz Priscila olhando pra mim.
_Ñ prefiro ficar!digo sem graça.
_Nada disso, pode vir, anda!diz Priscila.
_Pri...deixa ele!diz Bruna
_Que nada, ele deve estar com vergonha de sair pque está de fralda, deixa de ser bobo garoto, ñ dá pra perceber...a ñ ser que a gente conte, mas isso a gente ñ vai fazer!diz Priscila
_Então vamos deixar de papo e ir atrás do pão, pque daqui a pouco vou abrir o bazar!diz dona Vera.
Morrendo de vergonha fomos comprar os benditos pãezinhos, eu rezando pra ñ encontrar ninguém conhecido no caminho.
Na ida tudo bem, mas na volta encontramos umas amigas das gêmeas que ñ paravam de falar...demorou uns cinco minutos o papo furado, mas pareciam horas pra mim!
Chegando em casa, tomamos o café, e depois fomos para o bazar que ficava aberto até a uma hora da tarde aos sábados pque a dona Vera, ajudava a irmã dona Virna no salão de beleza ao lado o resto da tarde.
_Mãe...a mãe da Paula perguntou se podemos ir ao shopping com elas hoje a tarde!diz Bruna.
_Tudo bem, depois do almoço vcs lavam a louça e estão livres!diz dona Vera.
_Vc quer ir no shopping com a gente?diz Priscila olhando pra mim.
_Ñ vou ñ, prefiro ficar por aqui!digo com a mais absoluta de certeza de ñ querer sair vestido desse jeito.
_Tudo bem, na parte da tarde vc fica comigo no salão de beleza!diz dona Vera.
A manhã passou, e chegou a hora do almoço.
Eu estava explodindo de vontade de ir ao banheiro, mas ao mesmo tempo tinha medo de dizer pra meninas, até que ñ teve outro jeito.
_Priscila, eu tenho que ir no banheiro!digo sem olhar pra cara dela.
_Está bem, vamos tirar essa fralda!diz Priscila
__Que alivio!pensei
Quando estava indo ao banheiro a Priscila avisa...
_Se for fazer o serviço completo, aproveita e toma uma ducha rápida tá!
Dito e feito, depois da ducha rápida voltei para o quarto.
_Vamos lá, sem manha, deita ai, vamos por essa fralda, que daqui a pouco minhas amigas estarão por aqui pra gente sair!diz Priscila.
Deitei, sem vergonha, sem constrangimento, apenas uma sensação enorme de proteção e carinho.
_Prontinho, agora vai para o salão que a minha mãe deve estar esperando por vc!diz Bruna.
Pela primeira vez queria ficar mais tempo com as gêmeas...mesmo me sentindo humilhado.
Fui para o Salão de Beleza, e fiquei por lá ouvido muita fofoca e risada...até que ñ foi tão ruim.
Uma amiga da dona Vera, ainda perguntou...
_Quem é o garoto Vera, ñ me diga que adotou um menino desse tamanho?!
Logo em seguida, emendou...
_Já sei, adotou um menino grande, pra ficar livre de preparar mamadeiras e trocar fraldas!
Nesse momento, o salão inteiro caiu na gargalhada.
Seria gozado pra mim tb, se eu ñ esteve usando uma fralda...corei na hora.
Nesse momento dona Vera responde...
_Que nada, ñ tenho medo de trabalho, além do mais tenho duas filhas que com certeza me ajudariam se precisasse preparar mamadeiras e trocar fraldas.
Já passava das cinco horas da tarde, e eu ali vendo aquele entra e sai de mulheres....
Papo de novelas, vizinhas, receitas de bolo e até mesmo muita fumaça de cigarros, como mulher fuma quando falam uma das outras.
Até que ñ aguentei...fui até a dona Vera, chamei de canto pra me ajudar.
_Dona Vera...por favor, preciso ir ao banheiro!digo constrangido
_O banheiro do salão fica  ali, vire a direita tem uma porta abra e ligue a luz a sua esquerda!diz dona Vera.
_Ñ posso!digo bem baixinho
_Pque ñ? diz dona Vera.
_Bem é que, preciso falar algo pra senhora!respondo rápido
_Está bem, vamos lá que eu te levo, ñ tem perigo, ñ sei do que tem medo!diz dona Vera
Chegando no banheiro, eu falo pra dona Vera...
_Dona Vera, eu preciso me livrar da fralda!
_Ñ acredito que ainda está de fralda, ficou o dia inteiro com ela!diz dona Vera com cara de pouco amigos.
_Falei pra meninas que suas roupas estavam sequinhas em cima da cama desde a hora do almoço, que antes de sair para o shopping era tirar sua fralda, pque já ñ precisava mais dela.
_Vamos subir pra casa, ñ vou tirar a sua fralda aqui.diz Dona Vera.
Eu obedeci, é lógico.
Mas no caminho fiquei pensando...
_Como seria bom, ter duas irmãs pra cuidar de mim, além de uma mãe carinhosa como a dona Vera, ñ que a minha ñ fosse, mas ñ tratava como o nenê da familia.
Chegamos no andar de cima dona Vera pediu que eu me deitasse, pque assim é mais facil de tirar a fralda.
_Pronto, primeiro a calça plática, agora os alfinetes com cuidado pra ñ me espetar, ou espetar vc! dona Vera ia narrando cada movimento.
Livre da fralda fui ao banheiro, e na volta minha cueca estava em cima da cama me esperando.
Pensei...bem que ela poderia por a fralda de volta!
No fundo eu queria ser apenas trocado, e voltar para o salão com a fralda.
Fiquei imaginando aquele monte de mulheres vendo a dona Vera trocando a minha fralda em uma mesa qualquer do salão, como se eu fosse um nenê dela!
Logo em seguida voltei a realidade quando dona Vera, pediu pra eu ficar vendo Tv na sala, que logo voltaria.
Uns quarenta minutos depois ela fecha o salão e sobe pra fazer um lanche pra gente comer.
Eu comendo o lanche, morrendo de vontade de pedir pra ela colocar a fralda de novo em mim de novo!
Pouco tempo depois minha mãe foi me buscar, agradeceu a dona Vera, e ainda perguntou se dei trabalho.
Dona Vera disse que eu era comportado, que tinha até ajudado no bazar e no salão.
Fiquei pensando, será que ela ñ vai dizer nada pra a minha mãe sobre a fralda?
Dias se passaram e eu fiquei com vergonha de ir no bazar!
Era um misto de vergonha e medo de alguém tocar no assunto.
Ninguém jamais disse uma palavra do que tinha acontecido naqueles dois dias.
Nem a dona Vera, muito menos as gêmeas.
Só sei que foi bom demais!
Meses depois dona Vera e as meninas mudam para Santa Catarina, terra natal da familia.
Mas eu jamais esqueci do que aconteceu naquele final de semana!

(*)Por razões óbvias, mudei o nomes das pessoas envolvidas!
Espero que tenham gostado!