quinta-feira, 7 de março de 2013

Conto parte 2


- Bom dia amor, vamos tirar essa fraldinha pelo vista está muito molhadinha.
- Hum. – Fico assustada. – Nossa tinha ate me esquecido que estava de fralda. Pai e só tirar não precisa falar assim não sou mais uma bebezinha.
Pai tira a fralda e vai levar para o banheiro e ser jogada no lixo, quando estávamos quase chegando lá no banheiro a Renata aparece e vê a fralda na mão dele.
- Ué tio o que você tá segurando ai? Por acaso isso é uma fralda? – Fala apontando para a mão dele, e rapidamente coloca a mão pra trás e tenta disfarçar.
- Não e não e uma toalha que eu vou usar no banheiro. – Vai para o banheiro.
- Vamos pra cozinha Reh e tomar o café. – Puxo a Renata pelo braço e levo pra cozinha.
- Eu acho que vocês estão tentando me enganar e aquilo era uma fralda.
- Não era não agora vamos comer.
- Eu acho que a filhinha do papai usa fraldinha pra dormir, afinal ela ainda e bebezinha. – Me encarando antes de chegar à cozinha.
- Aconteceu alguma coisa que vocês duas estão aqui e não tomando café.
- Não aconteceu nada não. – Falo desanimada. – Vamos comer então.
- Bom dia pra todos os dorminhocos acordaram tarde o café já tá pronto a um tempinho. – Tia fala mostrando a mesa. – Vamos comer.
- Filha aconteceu alguma coisa você tava tão animada quando acordou e agora esta com uma carinha de tristinha. – Enquanto a gente toma o café.
- Não é nada não pai, depois a gente conversa.
O café foi tranquilo, pois enquanto o pai ou a tia Rosa esta com a gente a Renata não fala nenhuma gracinha. Mais tarde chego perto de onde o pai estava sentado.
- Pai podemos conversar? – Falo ainda desanimada.
- Sim amor porque essa carinha de desanimo não esta gostando daqui? – Pai fala olhando pra mim.
- Pai a Renata desconfia que eu uso fralda e fica me provocando me chamando de filhinha do papai desde que a gente chegou ontem. Não quero mais ficar aqui não podemos ir embora?
- Anjinha nos acabamos de chegar ainda não podemos ir embora, tudo bem? E eu vou prestar atenção e ver se e verdade isso da sua prima estar te incomodando, se for verdade eu e ela vamos ter uma conversinha. – O pai aponta pra mim sentar mais perto dele, quando eu chego perto ele me pega e me coloca no colo dele. – Se você queria sentar no meu colo era só falar filhinha. – Falando isso ele começa a me fazer cocega.
- Para pai você sabe que eu tenho cocega hahahaha. – Tento fazer ele para de fazer cocega.
Neste momento a Renata chega e olha pela porta.
- Eu sabia que ela é mesma a filhinha do papai, só não pensei que fosse a nenenzinha do papai. – Ela ri de forma irônica. – Eu tenho quase certeza que você usa fralda pra dormir já que você é bebê.
- Renata para de falar assim da sua prima que coisa feia. – Pai fala com autoridade. – Eu que peguei ela assim, ela nem sabia que eu ia fazer isso.
- Tudo bem tio vou deixar você tomando conta da bebezinha – Renata sai do quarto.
- Pai agora podemos ir embora a Renata não gosta de mim, não quero que sem querer ela me veja de fralda. – Falo chateada com a cena.
- Já disse que nos vamos embora em alguns dias amor, não se preocupe sua prima não vai ser má com você. – Me puxa pra um abraço confortador. – Vem senta de novo no colinho do papai. – Apontando pro colo.
- Não tá tudo bem pai não quero mais motivos pra Renata pegar no meu pé. – A noite chega vou tomar banho e me preparar pra dormir.
- Já tomou banho filha, deita ai na cama e espera o papai que to pegando as coisas pra te preparar pra dormir. – Sento e espero o pai chegar com as coisas pra me trocar. – Pronto agora vamos trocar a bebê pra que ela não tenha acidentinhos. – Pai sorri.
- Hum? – Falo.
- Não falei nada, só falei que vou te trocar. – Pai pega a fralda – Ah filha tinha me esquecido amanha vou precisar comprar algumas coisas pra você. – Começa a colocar a fralda. – O que você acha de ir junto pra escolher?
- E o que seria pai?
- Bom precisamos de talco e pomadinha pra que você não fique assadinha e se você quiser algo mais é só escolher o que você quiser. Prontinho. – Faz carinho no meu rosto.
- Pai se não se importar de ir comprar sozinho, é menos humilhante as pessoas não saberem pra quem é. – Nessa hora a Renata entra.
- Haha eu sabia que aquilo não era uma toalha de rosto, e depois ainda dizem que você é mais velha que eu não sei aonde: - Renata fala com ironia. – A bebezinha precisa que o papai coloque fraldinha pra que ela não molhe a caminha. Tadinha da bebezinha ainda não sabe usar o banheiro.
- Chega Renata já esta na hora de você ir dormir, vai pro seu quarto – Pai fala quando me vê chorando de vergonha.
- Tá tio já vou mesmo, vai que você me coloca pra tomar conta da sua bebezinha. Boa noite bebezinha e não esqueça do seu ursinho, não quero ouvir choros durante a noite. – Renata sai e o pai fecha a porta.
- Pronto, pronto não chora já passou sua prima não vai mais falar nada. Agora vamos deita na cama e vamos dormir anjinha. – Eu deito e em seguida pai deita ao meu lado.
- Pai pode me fazer carinho, por favor? – Falo indo pro seu lado e deitando no peito e escondendo o rosto.
- Claro amor, assim? – Pai me abraça e começa a fazer carinho nas minhas costas. – Tá bom o carinho bebê?
- Sim, obrigada papai, hum quero dizer pai. – Conforme ia me acalmando ia ficando com mais sono, devagar começo a colocar o dedo na boca e chupar. – Boa noite papai.
- Boa noite minha bebezinha – Pai fica me olhando chupar o dedo até ele pegar no sono.
Na manha seguinte pai acorda e fica me olhando até eu acordar para me trocar. Quando acordo percebo que estava chupando o dedo e tiro o dedo rápido e tento disfarçar. Pai não fala nada.
- Bom dia dorminhoca, agora que acordou vamos tirar essa fraldinha para que uma certa mocinha não fique de bumbum vermelhinho e nem assadinho. – Enquanto fala coloca o dedo no meu nariz.
- Bom dia pai, sim vamos tirar sim, - Quando lembro do que aconteceu fico triste.
- O que foi anjinha?
- Não e nada não pai, é só que a Renata vai pegar no meu pé. Hoje você vai ao mercado comprar as coisas pra minha troca pai?
- Sim amorzinho eu vou sim e você quer ir junto comigo vai que você quer algo a mais da sessão infantil? – Pai ri. – Brincadeira amor.
- Muito engraçado pai haha, mas pode ir sozinho mesmo e compre o que achar melhor pra mim não ficar assada.
- E por falar em não ficar assada venha aqui pra mim tirar a fralda e você não ficar assada, não queremos uma mocinha assadinha.
O pai tira a fralda e vamos tomar café, e para meu desgosto a Renata está na mesa nos esperando.
- Bom dia tio e bebê estava esperando vocês pra tomar café a minha mãe falou que precisava dar uma saída e que era pra mim ficar aqui e fazer companhia a vocês. – Renata fala com cara de quem esta querendo aprontar alguma coisa. – AH antes que eu me esqueça eu fiz algo especial para o bebê da casa. – Renata pega um pratinho todo rosa com desenhos infantis. – Eu fiz mingau pra você bebezinha e o seu papai vai te ajudar a dar comidinha na sua boquinha pra que você não se suje.
- Renata, por favor, não faz isso não me faça me sentir pior do que eu já estou. – Fico mais chateada.
- Renata para de ser má com sua prima, ou vai querer que eu conte pra ela o que sua mãe me contou. – Fala em tom de ameaça.
- Não tio tudo bem eu deixo a sua bebezinha em paz. – Renata fica com medo da ameaça. – É só não falar nada.
- Pai do que você esta falando? – Fico sem entender.
- Não é nada não filha, não se preocupe. Vamos tomar café, que depois eu tenho que ir ao supermercado.
- Tio a mãe falou pra você esperar até que ela volte tá bem? Caso você fosse dar uma volta. – Renata fala agora normal.
- Tudo bem Renata eu espero ela sim. Agora vamos tomar café senão ele vai esfriar. – Tomamos café. – Então o que vamos fazer enquanto esperamos a sua mãe?
- Que tal assistirmos TV? – Renata fala com cara meio de malicia. – Vamos assistir desenho acho que minha prima vai gostar de assistir.
- Por mim tudo bem.
Ficamos algum tempo assistindo desenhos até que a tia Rosa volta pra casa.
- Pronto cheguei agora se você quiser sair pode sair – Fala para o pai.
- Sim eu vou sair, mas Kitty falou que vai ficar aqui com você e a Reh. Rosa tudo bem pra você?
- Sim tudo bem ela não da nenhum trabalho não. Acho até que elas vão continuar assistindo desenho, afinal e o que a Reh mais gosta de assistir.
- Você gosta de assistir desenho Reh? – Falo espantada.
- Mãe não precisa espalhar essas coisas pra ninguém. – Renata fala sem graça.
- Ué porque Reh é verdade mesmo, não sei porque você fica assim tão envergonhada. Bom agora vou fazer o almoço pra vocês. – Tia sai da sala.
- Bom filha vou lá, mas tem certeza que vocês não querem ir?
- Não pai obrigada eu não quero ir não.
- Não quero também não tio vou ficar aqui com a Kitty. A gente vai assistir desenhos. – A Renata me abraça com um pouco de falsidade.
- Tá bem então, e filha se comporta tá bem, não quero reclamações da sua tia. – Aponta o dedo pra mim.
- Vai você só ao mercado não vai viajar, eu me comporto. – Rio e faço carinho de anjinha. – Viu pai meu rosto de santinha.
- Sei conheço você filha, e sei o quão santinha você pode ser. Aviso dado se comporte tá bem. Bom ate daqui a pouco. Tchau.
Ficamos assistindo TV e toda vez que tinha alguma coisa infantil nos desenhos Renata jogava indiretas pra mim. Ficou assim até que o pai voltou do supermercado. Quando ele estava junto a Renata se comportava, porem quando estávamos só nos duas ela começava com a provocação.
- Pai vamos pro quarto quero ver o que você comprou. – Puxo o braço dele e levo pro quarto.
- Nossa filha que pressa é essa. – Entramos no quarto e começo a falar.
- Pai não e pressa e só que eu não aguento mais a Renata, toda vez que só esta eu e ela, ela começa com as provocações. – Sento na cama.
- Bom filha eu vou ver se é verdade e se for verdade, bom a gente vai ter uma conversa. – Pai senta do meu lado e começa a falar. – Filha eu comprei mais coisas do que te falei você quer ver?
- Sim, claro porque você acha que eu não quereria ver pai? – Vou ate a sacola. – Bom aqui tem só a pomada, talco e lenços umedecidos e você falou que ia comprar, não estou vendo mais nada aqui pai?
- Bom e que não esta aí esta num saquinho que eu guardei dentro da minha mala. – Pai vai andando até a mala, pega um saquinho e tira uma embalagem de dentro do saquinho. – Bom eu comprei uma chupeta pra você filha.
- Como? Por... porque você fez isso pai? – Fico sem ação.
- É que a noite passada eu fiquei observando você dormir estava tão fofinha igual a uma criança, e devagarzinho começou a colocar o dedo na boca e a chupar o dedo. – Sorriu. – Achei que você iria gostar de ter uma chupeta ao invés de ficar chupando o dedo, seria até mais higiênico. – Pai senta na cama e faz sinal pra mim sentar também. – Filha senta aqui no meu colo você sempre gostou de sentar lembra?
- Bem pai é que eu não sou mais uma criança, e chupar chupeta na minha idade e muito estranho.
- Filha vamos conversar serio, você não quer mesmo por não querer ou simplesmente acha que isso não e certo só porque você esta meio grandinha? – Pai me puxa pro seu colo. – Eu lembro que você parou de usar chupeta não por querer, mas porque todas as suas amiguinhas não usava mais e você de um dia pra outro parou de usar. Não sente mesmo falta?
- Hum eu não sei pai, às vezes eu sinto muita saudade, ainda mais a noite quando eu estou meio chateada com algo, igual ontem à noite. – O encaro. – Mas sinceramente pai acha que não tem problema deu usar a noite.
- Claro que não amorzinho eu comprei porque eu acho que iria te fazer feliz, vamos fazer o seguinte, à noite você experimenta e se gostar continua usando senão gostar bom foi um bom presentinho pra você pelo menos você se impressionou. – Nos dois rimos.
- Pai eu vou descer tá bem, você vem também? – Levanto e vou pra porta.
- Pode ir amor vou arrumar algumas coisas aqui e daqui a pouco desço. – Pai começa a arrumar as coisas na mala.
- Tudo bem pai te espero na sala então.
Vou pra sala e lá a Renata estava sentada no sofá e como não viu meu pai vindo lá atrás, começou com as provocações.

Experiência de papai: dando palmadas no bumbum.




Senhoras e senhores, papais e mamães, bebês e afins, hoje contarei um pouco da experiência de dar palmadinhas no bumbum da minha bebê, mas antes uma introduçãozinha falando sobre as palmadas e castigos.

Há sempre aquela repulsão por parte de alguns, quando falamos em dar palmadas no bumbum ou até mesmo outros tipos de castigo em uma criança, até mesmo em um bebê. Os castigos que damos para crianças e bebês, são usados para corrigir uma falha que eles cometeram ou algo que nós mandamos fazer e eles não cumpriram. A famosa desobediência ou teimosia por parte deles acaba nos enfurecendo diversas vezes, pois como somos tirados da nossa posição de "lider da casa", "aquele que dita regras" nos sentimos obrigados a dar uma punição a eles, talvez severa de mais em determinadas ocasiões. As punições ou castigos que damos a eles podem variar, de pai para pai, ou, de mãe para mãe e por isso algumas funcionam, outras não.
As punições mais comuns que conhecemos, são os famosos castigos que damos a nossos filhos ou alguma vez já levamos por parte de nossos pais ou responsáveis como ficar sem assistir tv, ficar sem jogar video game, ficar sem tomar refrigerante, ficar trancado no quarto pra pensar no que fez, entre outros castigos. Também podemos citar as famosas chineladas na perna ou no bumbum, cintadas, sopapos no ouvido, puxões de orelha, apanhar de cipó e as palmadas no bumbum ou nas pernas.
Contando um pouco de minha experiência, hoje tenho uma idade avançada, mas já fui criança um dia e já passei pela maioria destes castigos e/ou punições. Quando era bebê logo aos meus seis meses de vida já levava palmadas no bumbum da minha mamãe, como sempre taxo minha mamãe de nervosa e as vezes ruim por me dar determinados castigos, ela sempre me batia com chinelo ou até mesmo me dava puxões de orelha que ficavam doendo pelo resto do dia inteiro, mas de uma coisa eu posso me orgulhar nunca apanhei de cinta - risos - talvez por isso eu tenha entendido que não devo fazer coisas erradas e nem desobedecer minha mamãe,  hoje em dia não, mas sei que se fosse em outras épocas levaria uma boa de uma surra.
A minha experiência com palmadas não para por aqui não, no auge dos meus 19 anos conheci uma bela menina, toda meiguinha, fofinha, digamos bebê - risos - e a quatro anos estou junto com esta que é minha namorada.
A mais ou menos 3 anos descobri que ela era infantilista, o que me fez entender que eu também era por gostar de determinadas coisas e por também participar do mundo infantilista dela, desde então sempre brincamos e nos tratamos por papai e bebê ou filhinha, mas mesmo assim nunca deixamos de fazer coisas de namorados e "gente adulta". Certa vez estavamos brincando e disse a ela que estava na hora dela nanar - até porque trabalho a noite e preciso dormir a tarde - para que ela não ficasse acordada sem o papai, pra vigiar suas ações e me surpreendi com uma birra, vinda dela me dizendo "não to soninho papai" (sic), mas mesmo assim insisti que precisava nanar pra descançar e a mesma continuou dizendo "bebê não 'qué' nana, bebê 'qué' ficar acordada" (sic) e veio o choro nos olhos dela, demonstrando que não queria fazer aquilo, percebendo sua desobediência resolvi tentar acalmar sua manha com uma bela de umas palmadas no bumbum, no começo bati de leve com medo de que pudesse machucá-la com isso, na hora vi que não resolvi, pois ela começou a fazer mais manha, insinuando choro e na mesma hora disse a ela que parasse de chorar, que os tapas eram apenas por causa da desobediência o papai. Ela continuou com frequência a fazer manha e a desobedecer o papai, com isso fui aumentando as doses de tapas e a força dos tapas pra ver se ela parava, mas isso foi em vão, cada vez que eu dava tapas ela fazia mais e mais manha. Certo dia percebi que a chupeta foi uma boa solução pra manha do sono, quando ela vem com manha que não quer nanar eu coloco a chupeta em sua boca e ai ela fica calminha, recosta sua cabeça em meu peito e nana como uma anjinha.
Ela é muito teimosa e desobediente, não faz nada que eu peço, se está doente não toma remédio, no frio não se cobre e ainda dorme de ventilador ligado e só de camiseta e short, não toma banho cedo, não nana cedo e tudo isso vai acumulando, até que não aguento e como papai pego ela no colo de bundinha pra cima e mando umas ótmas de umas palmadas até que o bumbum dela fique vermelhinho - eu adoro fazer isso - e até que ela entenda que não pode ficar desobedecendo o papai dela que é autoridade máxima e que por "obviedade" tem o poder de dar bronca, palamadas e castigos. Quando eu bato nela ela vem e me diz "papai mal, fica dando palmada em mim" ou "pala papai eu não meleço", ou ainda fica fazendo gracinha pra apanhar dizendo "lelo lelo papai não me pega, vou fazer tudo que eu quelo e papai não vai me pegar", e eu sempre digo a ela "deixa bebê depois eu te pego de jeito e te dou o castigo que você merece".
Pra finalizar ela diz pra mim que sou "spanker" por gostar de dar palmadas nela, principalmente quando ela me desobedece, mas segundo ela eu bato nela sem motivos, mas não é não, tenho todos os motivos pra bater no bumbum dela, primeiro é a desobediência e segundo ainda fica debochando de mim falando que eu não tenho voz ativa pra comandar ela e fazer ela me obedecer.
Bom esta foi um pouco da minha experiência até uma outra vez quem sabe.
Att, Papai.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Conto

Ola amigos!!!!!!

A pedidos de algumas pessoas que não tem orkut, né meu amiguinho Yuri rsrs, vou postar um conto que eu fiz aqui também, esta ideia foi da minha amiguinha Marina então vou dar os créditos da ideia a ela, obrigada.

Este conto é baseado em um role play que fiz com um daddy amigo meu. Agora vou ao conto


Um dia de manha meu pai veio me acordar para ir à escola. Nesta época já estava acabando as aulas e iriamos passar uns dias na casa da minha tia Rosa e minha prima Renata. Quando ele chegou ao quarto para a surpresa dele minha cama estava toda molhada então ele me desperta correndo.
- Filha o que você fez como aconteceu isso?
- Hum pai o que aconteceu. – acordo ainda meio confusa.
- Como assim o que aconteceu você não sentiu que sua cama está molhada, como aconteceu isso você não faz xixi na cama desde que era pequena. – Pai fica olhando pra mim esperando uma resposta.
Não acreditando muito olho pra baixo e tento buscar uma explicação, me sinto tão envergonhada por esta situação, que abaixo a cabeça e começo a chorar, por não ter uma explicação.
- Tudo bem meu amor, foi só um acidente tá bem? Vamos fazer assim, você vai tomar banho e se preparar para a escola que eu vou limpar sua cama tudo bem? – ainda estou soluçando, pai passa a mão na minha cabeça. – Pronto passou, tudo bem.
Ainda muito envergonhada só balanço a cabeça e vou no banheiro tomar banho e me trocar para ir a escola.
Enquanto isso o pai limpava a cama e se perguntava o que tinha acontecido para que eu molhasse a cama. Afinal eu já era uma adolescente e não molhava a cama desde criança.
Banho tomado fui para a escola ainda incomodada com as coisas que aconteceu, porem na escola não aconteceu nada de estranho, a noite chega e na hora da janta.
- Filha está chegando o fim das aulas e está chegando minhas férias também. Sua tia nos convidou para passar alguns dias na casa dela e eu aceitei. Nós vamos depois do seu ultimo dia de aula.
- Pai eu tenho que ir mesmo? Não estou com muita vontade e nem humor depois do incidente de manha. – Falo com a cabeça baixa de vergonha.
- Sim você vai eu prometi que você iria para brinca com sua priminha Renata, você sabe que tem quase a mesma idade que ela. – Pai fala sorrindo.
 - Sim pai você tem razão nos temos quase a mesma idade, por isso mesmo que não brincamos mais. Francamente pai às vezes eu acho que você pensa que eu ainda tenho 2 anos. – Sorriu de maneira irônica.
- Amor você sabe o que dizem né, que para os pais os filhos sempre vão ser bebês. – Na forma de brincadeira o pai faz um sinal para eu me sentar em seu colo – Vem aqui princesinha sentar no colo do papai. – Apenas rio e não dou atenção e vou pra sala assistir TV – E mais uma coisa filha não se esqueça de ir ao banheiro antes de dormir, para evitar probleminhas na cama tá bem?
- Tudo bem pai já estou indo dormir também, amanha tenho uma prova e não posso me atrasar.
Vamos para o quarto dormir, na manha seguinte o pai vem me acordar como sempre de manha, e novamente ele tem uma surpresa desagradável, pois a cama estava molhada novamente.
- Ah não filha de novo? Não acredito você foi ao banheiro como eu mandei? – Pai esta com cara de bravo.
- Fui sim pai eu juro, mas não sei o que está acontecendo. – Fico triste e o pai fala com carinho.
- Tudo bem, vamos fazer igual ontem tudo bem. – Passando a mão no meu cabelo. – Agora vai lá senão vai se atrasar.
- Tá bem pai me desculpe – Saio de cabeça baixa e vou ao banheiro.
Enquanto o pai arruma a cama fica pensando em um jeito de não acontecer mais isso, o dia passa calmo e a noite chega.
- Filha vamos conversar, em alguns dias vamos à casa de sua tia e sinceramente não sei o que fazer com seu problema de molhar a cama – Fala me encarando com cara de preocupado.
- Pai eu não seu não to fazendo isso de proposito eu juro. – Fico vermelha de vergonha e com cara de choro.
- Não fica assim não filhinha, eu sei que você não faz de proposito. – Pai segura minha mão para me dar mais confiança. – Mas concorda que temos que fazer alguma coisa e a segunda vez em dois dias.
 - Pai às vezes isso passa, pode ser stress da semana de prova. Por favor, não faz nada ainda, vamos esperar pra ver. – Fico com cara de desespero.
- Tudo bem vamos esperar alguns dias, mas você sabe que depois do ultimo dia de aula vamos para a casa de sua tia. – Em tom de aviso.
- Sim, eu sei – Sorriu com a compreensão do meu pai. – Obrigada pai.
- Tudo bem, mas lembre-se antes de dormir banheiro. – Aceno com a cabeça feliz por essa chance.
Passam os dias e chega o ultimo dia de aula e continuo fazendo xixi na cama e como isso passa o dia e estamos nos preparando pra ir à casa da tia Rosa.
- Pai podemos conversar? – Falo desanimada.
- Claro amor o que houve? – Pai fala meio preocupado com minha expressão – Aconteceu alguma coisa?
- Estive pensando e não quero ir pra casa da tia Rosa. Por favor, me deixa ficar em casa não quero ir e se eu tiver um acidente lá.
- Filha já conversamos sobre isso, e você vai sim – Fala com autoridade.
- Mas pai não quero que ninguém saiba que eu molho a cama – Escorrendo lagrimas do meu olho.
- Tá bem a gente vai dar um jeito. – Pai fala sorrindo querendo me passar confiança. – Agora vai dormir que amanha sairemos cedo pra ir à casa da tia Rosa. – Pai da um tapinha carinhoso no meu bumbum.
- Pai sabe quanto tempo você não faz isso? – Falo meio assustado e meio achando graça.
- Já faz um tempinho né filha, mas às vezes é bom relembrar as coisas de quando você era criança, às vezes sinto saudades de colocar você no colo. – Dando risada e meio nostálgico. – Mas agora vai lá boa noite filhinha.
Vou pra cama dormir e na manha seguinte o pai vai lá me acordar e novamente cama molhada, como íamos pra casa da tia Rosa bem cedinho pai me acorda fala pra tomar banho e me trocar e depois ir verificar se a minha mala já estava toda pronta, que logo iriamos sair para a casa da tia Rosa.
Meu pai não sabia o que faria, pois teria que contar pra tia Rosa que eu estava tendo acidentes na cama, a viagem foi tranquila conversamos e finalmente chegamos à casa da tia Rosa.
Pai sabe que sou muito tímida, e apesar de ser adolescente, quando estou pra encontrar pessoas que eu não conheço ou não vejo há muito tempo fico com muita vergonha e tenho a mania de me esconder atrás do meu pai, ate me acostumar com as pessoas.
O primeiro a descer foi o pai e em seguida abriu a porta do carro pra mim, pois não estava querendo descer.
- Vamos filha são só sua tia Rosa e sua prima Renata, não tenha vergonha amor. – Pai fala de uma maneira carinhosa quase infantil.
Saio do carro, e continuo atrás dele, segurando sua mão para me dar mais confiança, quando tia Rosa percebe que nos chegamos sai da casa e vai nos receber e em seguida pela Renata.
 - Oi há quanto tempo não vem nos visitar, achei que já tinha se esquecido de nos. – Tia Rosa fala dando um abraço no pai e em seguida em mim. – Vejo que sua menina não mudou nada ainda continua a mesma menininha tímida de sempre. – Tia olha pra mim.
A Renata toma a iniciativa e vem nos cumprimentar.
- Oi tio tudo bem com você? – E da um abraço no pai e em mim igual à tia fez.
- Tudo bem sim. E pelo que eu vejo a sua filha não e mais uma menina tímida, já se tornou uma bela moça. – Fico um pouco incomodada com o que se fala.
A Renata fica ao meu lado depois de nos cumprimentar, e eu ainda estava segurando a mão do pai com vergonha.
- Filha fica aqui com sua prima que eu e sua tia temos que colocar o assunto em dia e enquanto isso converse com sua prima Reh. – Pai fala soltando minha mão e seguindo a tia pra dentro da casa.
Enquanto a Renata me perguntava varias coisas e eu apenas respondia o pai e a tia Rosa estava conversando dentro da casa.
- Rosa eu tenho que te contar uma coisa pra você é sobre a Kitty ela esta tento alguns probleminhas na cama, de uns dias pra cá ela esta molhando a cama todas as noites, eu tinha dado um tempo pra ela parar, mas como nos viemos pra cá não sei o que fazer com esses probleminhas da minha filha. – Pai fala para a tia Rosa, ela só escuta e depois da historia toda contada.
- Bom eu não sei o que você vai fazer irmãozinho, mas eu não quero ter que tirar um colchão da cama e estender no sol todos os dias, acho que seria bom experimentar comprar fraldas e colocar nela por enquanto deve funcionar. – Tia fala pegando algumas coisas para começar a janta.
- Acho que eu vou fazer isso mesmo pelo menos por enquanto ela vai acordar numa cama seca. – Pai fala pegando a chave do carro. – Já volto vou lá comprar um pacote de fraldas e ver qual a reação dela a noite. – Pai sai da casa e vai ate onde estávamos e fala. – Filha fica um pouco com a tia e a Reh que eu já volto vou comprar umas coisas que a tia pediu tá bem.
- Tudo bem pai pode ir então, vai voltar logo?
- Sim anjo, já volto é rapidinho.
Vendo a cena a Renata fica observando com cara de quem acha graça e esta a ponto de falar algo meio irônico. Depois que o pai sai ela começa a fazer piadinhas.
- Nossa você continua sendo a filhinha do papai é do jeito que ele te trata até parece que você ainda tem 5 aninhos. – Fala rindo. – O que foi bebezinha ainda tá com vergoinha das pessoas.
Não respondo apenas tento ignorar e vou pra casa às vezes a tia estava precisando de ajuda, para fazer a janta.
- Oi tia a senhora esta precisando de ajuda para fazer a janta? – Falo      olhando para o chão.
- Não tudo bem, pode voltar lá e brincar com a sua prima Reh. – A tia estava colocando a panela no fogo.
- Tia o que a senhora pediu pro pai comprar?
- Ah algumas coisas, não se preocupe ele já vem tá bem, se você quiser ficar aqui tudo bem, senão pode ir lá ficar com sua prima.
Fico lá com a tia até o pai voltar que não demorou muito.
- Cheguei filhinha, adivinha o que eu trouxe pra nos de sobremesa? – Pai fala mostrando um pote de sorvete. – E trouxe as coisas que você me pediu Rosa.
- Kitty guarda as coisas pra mim, por favor, já que você queria me ajudar. – A tia me mostra onde guardar as coisas, eu guardo.
Enquanto isso o pai aproveita pra discretamente sair e pegar outra sacola e leva rapidamente para o quarto onde ele vai dormir e esconde dentro da mala dele, e volta para onde nos estamos.
- Filha porque você não esta mais com sua priminha? Aconteceu alguma coisa? – Pai fala enquanto entra na cozinha.
- Não aconteceu nada não pai e só que eu vim ver se a tia precisava de alguma ajuda pra fazer a janta. – Falo sentando na cadeira.
- Mas eu disse pra ela que não precisa de ajuda não que era pra ela ir brincar com a Reh, mas acho que não é bem isso não acho que sua menina está com vergonha ainda, porque ela veio logo depois que você saiu pra comprar as coisas.
- Filha vamos lá eu vou com você ficar com a Reh, ela e uma mocinha muito simpática, vamos lá – E pega na minha mão me levando pra fora ficar com a Renata.
A Renata estava sentada na cadeira olhando o movimento na rua e às vezes conversando com as vizinhas.
- Olha quem chegou pra continuar a conversar com você Reh. – Pai me puxa pra perto da Renata.
- Kitty você quer conhecer a cidade depois da janta?
- Sim ela vai sim – O pai fala antes que eu pudesse responder – Ela vai adorar sai com você Renata. Não é filha.
- Sim claro tanto faz. – Fala sem muita vontade. – Vai ser ótimo.
Ficamos um tempo sentados e a tia chama para jantar. Enquanto jantamos pai me avisa.
- Filha depois da janta tome banho e suba pro meu quarto eu quero falar com você tá bem?
- Tio não pode ser mais tarde você lembra que eu e a kitty combinamos de ir andar na cidade. – Enquanto tomávamos sorvete de sobremesa.
- Verdade Reh tinha me esquecida, tá bem depois que vocês voltarem tome um banho e suba pro quarto.
- Tá bem pai eu vou fazer isso depois que voltar do passeio.
Fomos passear e voltamos duas horas depois a Renata não falou nada para me provocar então o passeio foi agradável. Conheci o centro da cidade foi divertido. Chegando à casa fui tomar banho e em seguida fui para o quarto do pai.
- Oi pai esqueci de perguntar, onde eu vou dormir?
- Não sei filha quer dormir com sua prima ou se não quiser pode ficar aqui e dormir comigo. – Pai fala arrumando a cama e se preparando pra dormir.
- Tanto faz pai eu não ligo pode ser com você ou com a Renata. – Enxugo o cabelo.
- Amor precisamos conversar serio venha aqui. – Aponta pra eu sentar ao seu lado.
- Nossa o que eu fiz? – Falo meio assim, e sento na cama com cautela.
- Anjinha você não fez nada não, acredite e só que eu tive que contar pra tia Rosa que você faz xixi na cama e ela me sugeriu que comprasse fraldas pra você usar enquanto esta aqui. – pai fala fazendo carinho no meu rosto e enquanto ele fala abaixo o rosto.
- Pai você prometeu que ninguém ia ficar sabendo sobre meu problema, e não cumpriu não quero ficar aqui se a tia sabe que eu molho a cama. – Começo a chorar – Pai não quero, não quero usar fralda, por favor.
- Meu amor não fica assim não, a tia não vai contar a ninguém tá bem. – Faz carinho na minha cabeça e me abraça. – Filha você vai ter que usar fralda enquanto você estiver aqui e molhando a cama, é só à noite minha fofinha ninguém vai te ver de fralda e de manha eu tiro e isso vai ficar entre nos tá bem.
- Tá bem, mas eu to com vergonha de ficar de fralda e ir para outro quarto, posso ficar e dormir com você? – Faço cara de choro e vergonha.
- Claro amor, você vai dormir aqui com o papai. – Abraça e em seguida tira o pacote de fralda de dentro da mala. – Vamos colocar a fraldinha? – Abrindo o pacote e colocando a fralda aberta na cama. – Vem aqui amor colocar a fraldinha ai podemos dormir que foi um dia longo de viagem.
- Pai to com vergonha de deitar ai. – Falo olhando pro chão e mexendo o pé.
O pai então me pega pelo braço e puxa pra deitar na cama.
- Não precisa ficar com vergonha não, você e minha filhinha papai tá aqui. – da um beijo na minha testa. – Pronto e rapidinho não vai demorar. – Fecho os olhos de vergonha e só querendo que isso termine.
- Terminei amor, você é a menina mais boazinha do mundo meu amor, agora vamos dormir. – Pai da um tapinha no meu bumbum.
Na hora de dormir o pai passa o braço em mim e me abraça e faz carinho, mas minhas costas. Como eu estava cansada dormir rápido, pai me da um beijo na testa.
- Boa noite minha bebezinha.
Na manha seguinte o pai acorda e espera eu acordar para tirar a fralda. Enquanto isso ele me vê dormir e fica lembrado de quando eu era bebê, ele adorava cuidar de mim.
- Bom dia pai acordou cedo. – Falo com cara de sono.