terça-feira, 14 de maio de 2013

MEU PRIMEIRO ENCONTRO INFANTILISTA – PARTE FINAL

Olá amiguinhos hoje vai mais um post do amiguinho Daddy Keyser. Espero que vocês gostem da parte 3 da experiencias do Daddy.


* Todos os nomes foram alterados

Incrível como o que fazíamos poderia ser encarado de várias formas. Ao mesmo tempo em que ela era extremamente graciosa mamando ou engatinhando pela sala com sua chupeta na boca e cabelo com presilhas, aquilo também despertava todo meu erotismo.

- Que bonita, mamou tudo! – Exclamei quando ela terminou de mamar.
- Tava totoso, papai!
- Bem, depois de mamar e brincar tanto, deve estar com a fraldinha cheia, né?
- Num xei papai...
- Melhor trocar. Não quero minha bebê toda assadinha.

Agora sim, seria realmente uma troca de fraldas. Dessa vez teria que ser melhor.

- Vem, neném, upa... – A peguei no colo, pus na cama e coloquei a chupeta em sua boca novamente. Tive que usar toda minha força para ser delicado com minha neném. Dessa vez, eu usaria talco e lenços umedecidos, coisa que eu não havia usado antes. Pra quebrar o silêncio, comecei a cantar o FrèreJacques, mas com letra diferente.

- Meu anjinho, meu anjinho... quem és tu? Quem és tu?... É a Mirellinha, é a Mirellinha! Meu bebê... Meu bebê... – Eu cantava enquanto retirava a fralda dela. Ela então começou a engatinhar pra fora da cama. Adorava ser a bebê levada.

- Milly, volta! – lhe dei uma palmadinha no bumbum e coloquei de volta na cama.  – Fica quietinha pra papai te trocar.

Além do “ai” quando lhe dei a palmada, ela não protestou muito. Coloquei a fralda usada no chão, em seguida segurei seus tornozelos para levantar suas pernas. Bem mais difícil do que é nos contos. Pra não quebrar o clima, a virei um pouquinho de lado e ela também ajudou. Com a fralda aberta embaixo do bumbum, comecei a limpá-la com os lenços umedecidos e em seguida salpiquei talco por toda a área. Incrível como, àquela altura, já estivéssemos tão íntimos que já não havia nenhuma timidez entre nós.

Continuamos nesse joguinho por mais algum tempo. A esta altura, acreditava que nossa brincadeira não sairia daquilo. Mas estava muito feliz porque cada momento tinha sido maravilhoso. Ainda houve mais uma mamadeira, mais algumas broncas e por fim, um prato de farinha láctea. Ela comia e se sujava propositalmente.

- Gostou, anjinho?
- Gotei muito, papai!
- Que bom, se sujou mais do que comeu, rs...
- É papai, bebê pexisa de banhinho.

Como sempre, ela ditando como ia ser a brincadeira. Nem pude fingir que aquilo me surpreendeu. No banheiro não havia banheira, como seria então? Depois de 5 segundos de silêncio, voltei a manter a postura.

- Ta bom, Milly. Deixa eu pegar umas roupinhas pra você e sua toalha...
- Tá, papai!
- Deixa eu ver sua bolsinha... – Ela já havia planejado isso: tinha uma toalha ali.
- Posso levá meu patinho? – Ela fala já o pegando.
- Vem com papai... – Pego ela pela mão em direção ao banheiro.
- Não, papai, meu banhelo é ali! – Ela aponta para o quarto dos pais. Era uma suíte e o banheiro deles, sim, tinha uma banheira. Eu não ligava de estar fazendo aquilo com uma garota comprometida, mas entrar no quarto dos pais dela me incomodava.

Comecei a encher a banheira, enquanto ela ficava de pé observando. Em seguida me viro pra ela, que me retribui com um sorriso atrás da chupeta.

- Levanta os bracinhos... – Peço com gentileza. Ela obedece sem questionar. Eu tento ser discreto mas não consigo não olhar para os seios dela. Volto a pensar na piadinha de “mommy” que eu disse a ela. Em seguida me abaixo pra retirar os adesivos da fralda. Ela permanece imóvel, apenas observando. Assim que a deixo totalmente nua, a olho nos olhos, que volta a sorrir pra mim.

-Vem, Milly... – Com carinho, levo ela até a banheira. Eu havia esquecido de tirar as presilhas e a chupeta, o que a deixava com o mesmo ar infantil, ainda que fosse uma mulher adulta e nua. O banho seguia tranqüilo, lavei seus Cabelos, rosto, braços, costas, barriga, pernas, bumbum, mas evitei tocar seus mamilos e genitais. Não queria nada forçado.

- Chega de banho! – Setenciei.
- Aaaahh, papai... – Ela reclamava enquanto eu ria e tirava a tampa da banheira.
- Aqui, sua toalhinha! – Eu a levantei, cobri e enrolei com a toalha.

Fomos para o quarto dela. A sentei na cama para pegar roupas e fraldas. Enquanto eu mexia em sua bolsa, novamente ela me puxou para me beijar. Dessa vez eu não me surpreendi e pude retribuir os beijos com mais facilidade. Dessa vez não ficamos só nos beijinhos. Foi intenso. Eu já estava me segurando por bastante tempo. Imagino que ela deva ter sentido a mesma coisa. Ela deve ter imaginado que valia a pena se arriscar como ela tinha se arriscado ao ficar comigo.

- Muito melhor do que eu esperava, Milly! – Eu falava a seu lado na cama.
- Pra mim também... – Ela respondia com carinho nos olhos.
- Por mim, ficaria aqui pra sempre! – Tentei ser gentil.
- Mas não pode! Hahahahha... daqui a pouco Alexandre* ta ligando pra vir aqui!

Eu achei legal o fato de ela o chamar de “Alexandre” e não por “meu noivo”. Mais do que manter as aparências, ela também quis ser gentil comigo.

- Quando que você volta? – A pergunta dela era quase uma inquisição.
- Só a gente marcar... você entra hoje no MSN?
- Entro! Aí a gente marca então!

Ainda conversamos um pouco, mas evitamos entrar em muitos detalhes. Pelo que eu a conhecia, ela só exporia seus sentimentos no MSN. A despedida só veio em meia-hora.

- Já que você vai ficar sozinha, vai ficar de fralda? – Brinquei com ela.
- Não, vou esperar meu papai voltar pra me colocar! – ela devolveu.

Mais dois beijos e nos despedimos. Enquanto a imagem dela povoava meus pensamentos enquanto eu voltava pra casa, eu ainda não sabia, mas ainda teríamos encontros como esse por mais um ano e meio, aproximadamente. Sempre com carinho, sempre com respeito e mais que nunca com a certeza que era ótimo ser infantilista.

Abraços,

Keyser.






sexta-feira, 10 de maio de 2013

Infantilismo e Sexualidade

Olaaaa blogueiros como estão todos? ^^

  Quero aproveitar esse post para mandar parabenssssss com muitos beijinhosssss pro meu papai que é o mais lindo do mundo e que eu amooooooooo muitaooooooooo do tamanho do universo (lembra disso papai) rsrs
Feliz aniversario Papai... ^^

   Bom vou aproveitar um dos temas anteriores do meu amigo Daddy Keyser sobre sexualidade e vou falar um pouco sobre isso. Nem de longe eu tenho tanta experiencia em relação a este assunto como o Keyser ou mesmo o meu maninho Baby Shark, na verdade eles me deram algumas dicas sobre esse assunto.
   Este tema ainda é um tabu mesmo para nos infantilistas, pouco se ouve sobre isso, apenas alguns que me perguntam se ainda sou virgem ou se eu uso coisas de bebê na hora H, essas são as perguntas que normalmente me fazem.
   Respondendo a essas perguntas pra quem não me conhece eu tenho um namorado/daddy mês que vem faremos 4 anos que estamos juntos e não sou mais virgem, entretanto não significa que sou experiente nisso, assim como muitos amigos que eu converso estou começando a minha vida sexual, aos poucos estamos experimentando coisas novas. Como sou infantilista nas primeiras vezes que eu fiz não me senti a vontade não ficava relaxada como todos dizem que precisamos ficar. Agora respondendo a segunda pergunta, depois de algumas tentativas eu não conseguia relaxar, comecei a usar coisas infantilistas, meu namorado me ajudou muito falando coisas como Ti bebê mais linda, cadê a bebê mais linda do papai, etc.
   Para este tipo de situação não tem uma regra especifica, não existe padrão cada pessoa é diferente da outra,  por isso algo que funcionou comigo pode funcionar para outra pessoa ou não  Isso é relativo, conversando com uma amiga minha que é praticante de BDSM ela me disse que uma relação baunilha não funcionaria comigo teria que ter coisas infantilistas para que a relação fluísse bem, ela também me disse que a relação baunilha não funcionaria porque não sou baunilha e sim fetichista.
   Já me falaram tantas coisas sobre isso que uma vez passei mal porque experimentei algo que disseram que resolveria minhas duvidas, mas não deu certo pelo contrario passei mal a noite inteira por causa disso. Uma dica conheça seus limites pra saber se vai te fazer mal ou não  e antes de conhecer o(a) parceiro(a) deve conhecer a si mesmo, saber o que te da prazer ou o que não dá.
   O Baby Shark me disse que precisamos nos conhecer antes de querermos conhecer outra pessoa. Não só meu maninho querido falou isso, mas um outro amigo meu que converso muito disse que pra se conhecer bem e saber os limites até onde sentimos prazer ou ate onde podemos chegar num primeiro momento, onde nós estamos descobrindo nossa intimidade como um casal.
   Para os infantilistas que estão começando agora sejam o mais aberto possível com seu parceiro ou parceira, converse sobre o assunto, veja se as duas partes estão de acordo em colocar coisas infantilistas na relação, pra quem já e mais experiente pode até fazer um roleplay é legal para uma preliminar e para quem gosta de usar coisas infantilistas, uma coisa que nós não podemos reclamar é da rotina porque temos acessórios diversificados e muitos não são só infantilistas, gostam de outros fetiches e podem mistura-los e aproveitar ao máximo.


terça-feira, 7 de maio de 2013

AUTOPRESERVAÇÃO


Olá amiguinhos aqui vai mais um post de um grande amigo meu o Daddy Keyser


O dicionário caracteriza autopreservação como “proteção contra a destruição ou lesão de si mesmo; tendência natural ou instintiva para agir em função de preservar a própria existência”.

 
Durante algum tempo eu tive meus conflitos internos em relação a isso. Com medo que descubram os sites que você visita, as coisas que você compra, os lugares aonde você guarda. Ter que planejar semanas pra ficar sozinho em casa... Viver quase que uma vida dupla, uma vida escondida. Acho que a maioria já passou ou está passando por isso. Não sei a vocês, mas isso me rendeu muitas dores de cabeça.

A primeira grande confusão que eu tinha era porque eu tinha que me esconder se o que eu faço não é errado? Sempre aprendi que quem não deve não teme, só quem faz as coisas escondidas é quem é criminoso , etc... Então não ser criminoso, não dever e ainda assim ter que me esconder não entrava na minha cabeça.

Lá estava eu, com perfis que não diziam meu nome real e nem minhas fotos reais. Substituí por fotos e nomes de personagens. Era como viver eternamente jogando um RPG, mas com consequências maiores. Imaginava a humilhação, a perseguição, tudo que envolveria se alguém me descobrisse. Já tinha a resposta na cabeça, eu iria dizer que tava navegando na net e sem querer achei aquele site e peguei as fotos pra amostrar aos meus amigos. Mas eu sabia que aquilo não ia resolver. Parecia que eu humilhava a mim mesmo. Não me assumia. Tinha vergonha de algo que eu não deveria ter vergonha. Eu podia me esconder do mundo, mas não de mim mesmo. Me sentia um hipócrita, fingindo ser alguém por fora e outro alguém por dentro.

Até que um dia eu tava com uma namorada vendo um site de fantasias sensuais e vi ali fantasias femininas de policiais, tigresas, enfermeiras, colegiais, doméstica e... vaca!?! É sério, tinha uma modelo com fantasia de vaca, com direito a sino no pescoço. E era um site famoso. Aí eu imaginei como devia ser, a mulher andando de quatro pelo quarto, com o sino balançando e chega um cara de botas e balde na mão, ar de sacana e diz “Mimosa, tá na hora de te ordenhar!” e ela dava uma olhada sexy pra ele, fazia um biquinho sensual e respondia “muuuuu...”.

Aí eu pensei “chega, né?”. Todo mundo tem suas fantasias, seus fetiches e vivem bem com eles. Só porque o meu era diferente eu tinha que viver em autopenitência? E mais: ninguém fala seus desejos mais íntimos, porque eu tinha que expor os meus? Quem garante que minha professora não curte se vestir de Rambo? Que meu chefe não curte fingir que é a Lady Gaga? Que minha vizinha quer fingir que é uma judia nas mãos dos nazistas?

Na prática, eu continuei com meus perfis de nomes e fotos de personagens, mas por dentro a mudança foi grande. Eu percebi que havia diferença entre me autopreservar, ou seja, não ficar espalhando pra Deus e o mundo o que eu faço na minha intimidade e ter vergonha do que eu faço na minha intimidade. Eu não tinha mais vergonha, e sabia que não era hipócrita. Eu não fingia ser nada. Apenas um cara comum mas com desejos diferentes que não dizem respeito a ninguém que eu não queira compartilhar.

Admiro as pessoas que expõem que são infantilistas em perfis de domínio de família, amigos, trabalho, faculdade etc. Mostra que você além de não ter vergonha, tem orgulho e faz questão que as outras pessoas saibam. É como um grito de independência. Mas, pra mim, é tão desnecessário quanto eu saber que minha chefe gosta que a chamem de eguinha pocotó na hora da transa. No dia que eu ver uma vantagem em dizer aos 4 ventos que sou infantilista, podem acreditar que irei fazer. Mas enquanto meus amigos continuarem os mesmos, os sites que visito continuarem os mesmos e eu puder evitar encheção de saco, vou ficar na minha.

Mas não porque eu tenha vergonha. E sim porque escolhi me preservar.

Abraços,

Keyser


sexta-feira, 3 de maio de 2013

Experiência de papai: As manhas dos bebês


                
Olá amigos leitores do blog da Baby Kitty hoje falarei um pouco sobre, as experiências com manhas da minha bebê, que por sinal são muitas – risos – e por diversos motivos.
Muitas vezes, ou na maior parte das vezes, um bebê começa a fazer manha pra conseguir o que quer e por isso começam a chorar, espernear, gritar, jogar as coisas, entre outras tentativas de prender a atenção dos papais para ele e assim conseguir o que quer. Não sou um “expert” em manha, mas posso dizer que entendo um pouco sobre isso, tendo em vista que tenho uma bebê muito manhosa em casa – risos – e também por já ter convivido muito com as manhas.
Para conseguir o que quer é muito simples, o bebê prepara inocentemente o seu “plano infalível” e o coloca em prática, seja para conseguir um colo ou até um brinquedo ele utiliza de artimanhas que deixam os papais muito bravos com a situação a ponto de até bater nas crianças e não é muito diferente com o que acontece comigo. Minha bebê, que por muitos motivos também pratica o seu “plano infalível”, tenta incessantemente conseguir o que quer através das manhas.
Sempre escuto minha bebê chegar a mim e dizer: “papai quelo sovete” ou “papai da colinho”, e muitas vezes eu me recuso a fazer determinada “ação” (se bem que colo eu não recuso em dar) e a mesma começa a fazer biquinho, espernear e até mesmo abre o maior berreiro tentando me convencer em dar o que ela tanto quer. Aprendi que pra acabar com as manhas de bebês, os papais tem que repetir várias vezes o pedido da criança e depois dizer a ela que não irá ter o que quer, ou até mesmo tem que imitar a criança dizendo o contrário do que ela quer, mas com minha bebê não funciona não (obviamente não mesmo – risos – já tenho uma bebê grandinha até) e ai tento relutar e na maioria das vezes consigo reverter a situação para meu lado, ou até mesmo convenço ela a ter outra coisa ao invés do que ela esta pedindo, mas quando não consigo reverter para meu lado, tento acalma-lá com muito carinho para a mesma desistir de fazer manha e isso dá certo por hora e muitas vezes é tanto carinho que faço que acabo ninando ela em meu colo.
Finalizando, entendo que as manhas da minha bebê não se acabarão tão cedo e terei que conviver com isso por muito tempo, então pretendo me especializar em como tirar manha de bebês sem ter que dar palmadas ou coisas do tipo, pois entendo que não é legal fazer isso com bebês, por mais que já aparentem ser grandes (apesar de não ser) como a minha bebê.

terça-feira, 30 de abril de 2013

MEU PRIMEIRO ENCONTRO INFANTILISTA – PARTE 2

Olaaaa pessoas aqui vai a 2ª parte do encontro do Daddy Keyser


* Todos os nomes foram alterados

Nossa fantasia era bem simples: ela era uma adolescente que ainda molhava a cama e por isso seria infantilizada. Após 5 minutos, volto ao quarto.

- Mirella*! Mirella! Acorde! – a sacudo levemente na cama.
- Hm, que foi, pai? – ela fingia que acabava de acordar.
- Já são 10 horas da manhã. Você precisa acordar para tomar seu café-da-manhã!
- Hm... – ela se espreguiçava como uma gatinha – Ta bem, já to indo.
- Vem, vamos logo! – A apresso.
- Não, pai, vai indo, depois eu desço! – Ela fingia aflição.
- Por quê? O que está escondendo do seu pai, hein, menina?
- Nada, nada... apenas vá embora, já disse!

Aquilo foi libertador. Ela se soltou fingindo ser a menina levada e eu também, fingindo ser o pai brabo. Parecia que na verdade eu sempre me fantasiei de professor de cursinho e agora estava sendo eu mesmo. Não éramos atores, mas aquela fantasia era natural para nós, por isso quanto melhor a atuação dela, melhor a minha, e vice-versa.

Não demorou muito, e após eu descobrir que minha “filhinha” estava molhando a cama, e me respondendo com muita falta de respeito, ela precisava de uma lição.

Eu deveria estar receoso sobre como agir com ela. Deveria ter cuidado em não falar alto demais. Deveria ter cuidado em não segurar ela com muita força. Deveria ter cuidado em não dar tapas muito fortes em sua perna. Pois é. Deveria. Mas não tive. Naquele momento, de entrega total, deixei-me levar completamente.

Assim como em toda relação BDSM, havia uma palavra secreta, que no nosso caso era Roma, nova menção à Itália. Ela nunca falou Roma, o que me fez acreditar que ela também estava curtindo. No fundo, eu sabia que ela não falaria. Ela era muito mais ligada ao BDSM do que eu. Acho até que meus tapinhas eram baunilhas demais pra ela.

Após muita pirraça da parte dela e broncas da minha, era a hora da pôr as fraldas. Eu não podia e nem ia hesitar. Precisava manter o clima.

- O que o senhor vai fazer com isso? – Ela apontava para as fraldas que peguei
- Se você vai se comportar como um bebê, também vai ser tratada assim!
- Não, não sou bebê, não preciso disso! – Ela respondia e tentava fugir.
- Volta aqui! Tu vai me respeitar! – Eu a puxava e jogava na cama.

Era delicioso nosso jogo. Nessa hora, tive a colaboração dela. Apesar de ela fingir se debater, claramente, ela relaxou o corpo. Pensei que ela fecharia os olhos, mas ela ficou de olhos bem abertos enquanto eu retirava seu short e sua calcinha. Também parou de falar. Percebi que eu também já não falava nada e estava com a garganta seca. Aquela situação nos deixou em êxtase, quase hipnótico. Eu jamais havia colocado fraldas em uma adult baby e ela jamais tinha sido infantilizada.

Demorei ao máximo, e finalmente terminei de colocar a fralda nela. Ela era uma mulher linda, apesar do sobre-peso. De fraldas, era um sonho realizado. Fiquei ainda alguns segundos sem falar, nada, apenas a observando. Tentei continuar com a brincadeira: - Pronto, mocinha, isso vai lhe ensinar a se comportar!

Quebrando totalmente o clima, ela deu uma risada, me puxou e deu um beijo. Apesar de ter me pego de surpresa, não deixei de corresponder. Era interessante o quanto era natural pra mim estar beijando uma menina usando fraldas. Após o beijo, me sentia muito mais relaxado.

- Rs, isso não tava no roteiro, né? – Falei rindo pra ela.
- Hm, mais ou menos... – Ela também ria pra mim, maliciosa.
- Desde quando você queria me beijar?
- Desde quando você entrou pela porta! – Ela dizia como se fosse óbvio.

Após mais alguns beijos, estávamos completamente relaxados e já nos sentíamos íntimos. Resolvemos conversar melhor sobre tudo.

- Mirella, está difícil brincar com você. Com essa voz de anjo, rostinho de menina e jeitinho de neném, você conseguiu me cativar de todas as maneiras possíveis! – Falei isso pra deixar claro que eu tava gostando muito do nosso encontro.

- Nossa, hahahaha ... – ela ria de nervoso.
- Acho que eu tenho que ser direto com você, até pra isso funcionar direito.
- Tudo bem, eu gosto de sinceridade.
- Como nossa brincadeira de “menina levada” já foi pro espaço, o que quer fazer?
- Não sei... – foi a primeira vez que a vi realmente com vergonha.

Combinamos então de fazer algo mais light, agora que ela estava mais relaxada. Havia muitas coisas a fazer. Primeiro ajudei ela a colocar algumas presilhas no cabelo, para realçar o ar infantil. Ela me explicou como gostava da mamadeira e voltou a colocar chupeta na boca. Nessa nova parte, não haveria infantilização forçada. Ela já começaria sendo minha bebê.

- Papai, dá minha dedêla.
- Ta aqui, anjinho. – dei nas mãos dela a mamadeira.
- Não, papai, me dá no colinho! – seu pedido era quase uma ordem.
- Ta bem, ta bem... vem com papai... – A coloquei deitada em meu colo.
- Êêêê... – Ela comemorava, enquanto se aconchegava em mim.

Percebi que por mais que tentasse, era ela quem estava no comando ali. Eu podia ter a ilusão de controle, mas ela determinou todo o curso da brincadeira. Mas era de se esperar, afinal geralmente as famílias giram ao redor dos bebês até que eles cresçam. Se algum dia eu tive alguma dúvida sobre ser infantilista, tinha sumido naquele dia.



sexta-feira, 26 de abril de 2013

Conto parte 7

Mais uma parte do meu conto espero que todos estejam gostando ^^


Enquanto isso a Renata e o pai continuavam rolando na grama, pai começa a fazer cocega novamente, os dois estavam se divertindo até que se deram conta olharam pros lados e não me viram.
- Reh você ta vendo a Kitty por aqui no quintal? – Pai fala olhando dos lados não me vê. – Você viu se ela foi pra algum lugar e nós não vimos. – Pai fica preocupado.
- Não tio eu não vi não, mas se ela tivesse saído pelo portão a gente ouviria o barulho do portão abrir, então acho que ela está se escondendo aqui no quintal ou dentro da casa. – Renata olha pros lados e não vê ninguém. – Tio vai ver dentro da casa que eu vou ver se ela tá escondida em algum lugar aqui no quintal. Se eu achar ela eu dou um grito e se você encontrar também.
- Tá bem, mas não é pra você sair daqui do quintal tudo bem? – Renata faz que sim com a cabeça. – Qualquer coisa é só chamar.
A Renata começa a procurar no quintal, enquanto o pai vai pra dentro da casa olha na sala, cozinha, banheiro e não vê ninguém, vai andando pelos quartos e nada. A última esperança dele era o quarto onde nos estávamos dormindo, que ficava no final do corredor. Quando o pai chegou ao quarto me viu sentada ao lado da cama escondendo o rosto nas pernas.
- Filha fiquei preocupada porque saiu sem avisar assim. – Pai fala chegando perto e sentando ao meu lado. – O que tá acontecendo amor, olha pra mim porque você tá assim. – Coloca o braço no meu ombro.
- Não tá acontecendo nada não pai. – Abaixo o rosto e volto a esconder nas pernas. – Me deixa aqui pode voltar a brincar com a Reh, só to cansada.
- Não vou embora daqui enquanto você não me dizer o que esta acontecendo? Você tá com ciúmes se estiver filha é só me dizer, você nunca agiu assim. – Pega meu rosto e me faz olhar nos seus olhos.
- Por favor me  deixa em paz pai eu to bem, so quero ficar sozinha um pouco. – Falo me livrando das mãos dele e virando o rosto. – Pai quando nos vamos embora daqui?
- Vamos ficar mais uns dois dias porque? Você quer ir embora mais cedo?
- Não pai era só pra saber porque você ainda não tinha dito quando iriamos ir embora. Pode ir lá fica com a Reh pai, você prometeu pra tia que iria tomar conta dela, ela deve estar preocupada. – Levanto e vou deitar na cama. – Eu estou cansada quero ficar aqui, vai chamar a Reh pra brincar.
- Filha você tá se comportando como uma criança – Pai levanta – Na verdade você não tá se comportando como criança e sim como uma bebezinha mesmo, porque criança ainda conversa e diz o que esta acontecendo, os bebês não eles só ficam bravos e reclamando.
- Ótimo então me deixa aqui resmungando e vai cuidar da sua sobrinha favorita. – Falo me virando de costas
- Esse é o problema a sua prima? – Pai fala começando a se irritar por eu ter dado as costas. – Vire pra mim sabe que é feio virar as costas quando alguém tá falando com você. – Neste momento a Renato ouve a conversa entra no quarto.
- Tio tá tudo bem aqui? – Renata fala com receio de atrapalhar a discussão.
- Sim Reh tá tudo bem sim, vamos voltar pra fora pra brincar acho q sua prima Kitty, se continuar com a má criação vai ficar de castigo também.
Pai sai do quarto com a Renata com cara de bravo e eu fico no quarto deitada de costas para a porta, em silencio pensando em tudo que aconteceu no dia de hoje. Tentando entender porque estava agindo assim toda vez que eu via o pai junto com a Renata. Relembrando as coisas começa a cair lagrimas dos meus olhos. Continuo pensando até que adormeço.
Passo uma hora mais ou menos e acordo assustada com o pai verificando minha fralda, ele parecia mais calmo agora, que tinha passado um tempo. Como acordei assustada levanto um pouco e me apoio nos meus braços. Olho para o pai que já estava de banho tomado e falo.
- Desculpe por ter falado com você daquele jeito, não sei o que aconteceu comigo. – Sento na cama e dou um abraço no pai. – Desculpe.
- Tudo bem, agora me diz porque você esta agindo assim? – Me abraça com força. – Vamos conversar tudo bem agora que nos dois estamos mais calmos.
- Mas pai você não deveria tá tomando conta da Reh? Onde ela está? – Solto do abraço e olho para o pai.
- Tudo bem filha a tia Rosa já chegou e esta tomando conta da Reh agora, e nos vamos conversar. Quero entender seu comportamento de hoje a tarde você nunca fez má criação assim. – Pai senta mais perto de mim e espera uma resposta.
- Eu não sei o que aconteceu só que vi você brincando com a Reh daquele jeito, e não sei comecei a me sentir com um pouco de ciúmes, eu acho. Mas eu realmente não sei se é ou não. Só me incomoda um pouco.
Pai me abraça, faz carinho em mim e fica assim por um tempo, me abraça mais forte quando sente que eu estou soluçando, se afasta de mim e olha para o meu rosto e limpa as lagrimas dos meus olhos.
- Filha não precisa ter ciúmes de mim com a Reh, você e minha princesinha. – Me coloca no colo e da um beijo na minha testa. – E sempre vai ser minha bebezinha linda. E não é porque eu estou brincando com a Reh que eu deixei você de lado, estávamos todos brincando meu amor. – Começo a chorar mais ainda. – Filha se você não me dizer o problema não tem como eu te ajudar.
- Não sei pai, mas nunca tive que dividir você com ninguém você sempre me deu muita atenção e ver você com a Reh daquele jeito. – Falo abraçando ele e encostando a cabeça no seu ombro. – Me fez sentir meio rejeitada.
Pai me abraça mais forte, vendo que estou chorando muito, faz carinho na minha cabeça e não fala nada ate eu me acalmar e parar de chorar. Ele me olha nos olhos e sorri pra mim.
- Porque você esta sorrindo pai? – Olho pra ele sem entender.
- A minha princesinha esta com ciuminho do papai. – Pai fala fazendo cocega na minha barriga. – Que tal fazermos assim nos íamos ao shopping certo, ainda da tempo e nos podemos falar pra tia Rosa ir junto e jantarmos lá. E você e a Reh podem brincar no parquinho do shopping.
- Por mim tudo bem. – Sorrio achando a ideia legal. – Será que a Reh vai gostar ela ainda esta de castigo, as vezes ela pode ficar com vergonha.
- Não se preocupe a Reh vai gostar, vai ser bom ela passar um tempo com a mãe dela também e vamos dar um tempo pra tia Rosa descansar sem se preocupar com comida. – Pai me coloca na cama e se levanta. – Vamos lá convidar elas antes que a tia comece a fazer a janta.
Levanto também e o pai me pega pela mão e nos vamos para o quarto da Reh onde a tia estava trocando a fralda da Renata, quando entramos as duas olham pra nos.
- A dorminhoca acordou então. – Tia fala pra mim quando me vê de mãos dadas entrando no quarto. Quando entramos a Renata fica um pouco vermelha de vergonha.
- Nos viemos aqui fazer um convite especial pra vocês, que tal irmos ao shopping jantar lá? Desde que chegamos ainda não saímos juntos o que vocês acham? – A Renata fica empolgada com a ideia.
- Pode ser uma boa faz tempo que não vamos ao shopping não é Reh? Nos vamos aceitar seu convite e vamos com vocês. – Tia fala terminando de trocar a Renata. – Ainda tá cedo pra irmos ao shopping. Meninas querem assistir desenhos daqui uma hora mais ou menos vocês tomam banho pra nos irmos ao shopping.
- Tá bem tia, Reh vamos lá assistir desenho então. – Sorriu chamando a Renata, ela sorri e volta e nos vamos para a sala.
- Marcelo vamos conversar um pouco, quero falar com você. – Tia fala se sentando na cama da Reh. – Meninas podem ir assistir desenho que eu e o meu maninho vamos conversar um pouco tá bem, quando chegar a hora de tomar banho nos chamamos vocês.
Nos fomos pra sala e ligamos a TV a tia e o pai ficaram no quarto da Renata conversando, sentamos no sofá e ficamos lá. Depois da conversa que tive com o pai fiquei mais calma, a Renata era legal eu só com um pouco de ciúmes dela. Ficamos conversando durante os intervalos dos desenhos.
- Kitty posso te perguntar uma coisa? – Renata fala sem graça.
- Claro Reh pode perguntar o que você quiser. – Sorriu pra ela.
- Hummmm... eu queria saber porque você estava discutindo com seu pai? O tio sempre te tratou com muito carinho, achei que vocês não brigassem – Renata fala meio sem graça com a pergunta que tinha feito.
- Na verdade nem eu sei direito o porque deu estar discutindo com ele, mas as vezes eu discuto com ele porque eu sou muito teimosa. – Rio. – Mas não se preocupe não foi por sua causa.
- Você tem certeza? – Ouvindo isso a Renata fala mais animada. – Que bom já estava me sentindo culpada pela discussão de vocês dois.
- Não se preocupe Reh.
Como eu e a Renata estávamos de fralda, fizemos xixi na fralda mesmo, porque depois íamos tomar banho mesmo, nos íamos ter que tirar a fralda pra isso. Passado um tempo a tia vem nos chamar pra irmos tomar banho, ela tinha me dito que meu pai estava se arrumando e por isso ela iria tirar a minha fralda. Fiquei sem graça com o que a tia falou.
- Tia tudo bem eu posso tirar minha fralda sozinha não preciso de ajuda não, é fácil tirar a fralda. – Falo ficando cada vez mais vermelha com a ideia da tia me trocar.
- Não seja boba Kitty, não tem problema nenhum, já tenho que tirar a fralda da minha menina, tirar a fralda de outra menina ainda mais sendo minha sobrinha não tem problema nenhum pra mim. E seu pai me pediu pra fazer isso enquanto ele faz algumas coisas lá no quarto. – Tia fala pegando a minha mão e a da Reh e nos levando para o banheiro. – Não vai ter problema de vocês duas tomarem banho juntas não é verdade, assim já tiro a fralda das duas.
- Tia se não se importa eu tenho vergonha eu gostaria de tomar banho sozinha eu espero a Reh tomar banho.
- Tudo bem se você acha melhor assim então tá bem, Reh venha aqui pra mãe tirar a sua fralda e você poder tomar banho. Como você tá de castigo a mamãe pegou um vestido pra você usar hoje pra ficar mais fácil de trocar você caso precise. – Renata cora com o comentário, porem não diz nada. 

terça-feira, 23 de abril de 2013

SEXUALIDADE

Oláaaaaaa aqui vai mais um post do Daddy Keyser ^^


Confesso que um post sobre o tema acima vai trazer muito mais dúvidas do que respostas. Primeiramente porque eu admito que, assim como a grande parte da população, eu não tenho total domínio sobre este assunto. Mas acredito que, pelo menos entre nós, sexualidade não deveria ser algo tão tabu como eu vejo que é hoje.

A maioria dos infantilista se espanta com quem não têm visões iguais e prefere nem falar sobre isso, pra não perder a amizade. Really? Abandonar uma amizade porque o outro tem desejos diferentes do seus? De boa, se alguém deixasse de ser meu ‘amigo’ por isso, acho que eu não ia perder nada. Mas voltando ao assunto:

Quando eu descobri que era infantilista e comecei a interagir com outros bebês, eu passei por um choque, no que se refere a esta questão. Porque eu, nascido e criado na escola BDSM, nunca tive uma parceira spankee que ao final de uma sessão não quisesse sexo, assim como eu. Era bem claro, ao convidar pra uma sessão, quase que obrigatoriamente depois ia rolar uma transa. Até porque a menina ficava nua comigo durante umas 3 horas em média, comigo tocando seu corpo.

Aliás, essa é a minha grande dificuldade em entender:  Como Adult Babies, que não vêem o infantilismo com nem um pouquinho de conteúdo sexual,  ficam sem roupa na frente de outras pessoas que vão, literalmente, fazer carinho em suas partes íntimas sem sentir nem um pouquinho de tesão? Por tempos eu achava que era hipocrisia, mas hoje, de mente mais aberta, eu vejo que realmente tem gosto pra tudo.

Eu não sou assim. Pra mim as coisas são extremamente simples: Gosto de mulheres bonitas,  fico excitado ao ver mulheres bonitas nuas , mais excitado ainda ao tocar mulheres bonitas nuas e se essa mulher bonita nua estiver usando apetrechos infantilistas, chego ao meu nível máximo de excitação.

Conversando com amigos e amigas que não são como eu eles me explicaram o que rola: Infantilismo também é uma forma de viver. Nem tudo gira em torno de sexo e eles gostam de tudo que envolve, até dos mínimos detalhes como morder um brinquedo, ter seus cabelinhos penteados, ter alguém dando papinha... coisas que realmente não têm qualquer conotação sexual. E a troca das fraldas é só mais um acontecimento na rotina do bebê. Uma vez imergidos na fantasia, esquecem completamente de assuntos ‘adultos’, incluindo o sexo. O mesmo dito aos daddies e mommies que também não veem o infantilismo como fetiche sexual.

Não vejo o infantilismo apenas como estilo de vida. Eu tenho minhas fantasias também de fazer coisas sem nenhum conteúdo sexual, mas não nego que também tenho excitação sexual no infantilismo. Hoje eu estou casado, mas quando eu era solteiro  isso era uma vantagem, porque podia me relacionar com a grande maioria das infantilistas, com quem queria só que eu penteasse o cabelo e com  quem queria algo mais picante após a troca de fraldas.

Não veja isso como empecilho na hora de procurar um relacionamento. Porque aqueles que veem o infantilismo como fetiche sexual também são capazes de fantasiar com você sem te desrespeitar. E quem gosta de algo mais picante depois, tem que ter ciência que os bebês não são bebês o tempo todo. E quando são adultos, fazem coisas bem adultas.

Mas por favor, vamos falar mais sobre isso. E manter a amizade.

Abraços,

Keyser.